Quando fiquei grávida pela primeira vez, quase imediatamente quis que fosse menino. Toda vida me senti mais à vontade com os meninos. Na escola, desde as primeiras séries fazia trabalhos em grupos de meninos. Tendência que se manteve até a faculdade. Quando soube que teria um filho, cuidar de um menino parecia a que era única opção pra mim. Sei lá, nem cogitei ter uma menina. Na verdade, acho que tinha medo que essa competitividade que frequentemente marca a relação entre mulheres se instalasse entre mim e minha filha.
Quando engravidei a segunda vez também “sabia” que era menino de novo. E achei ótimo, pq afinal já tinha know how e me dava muito bem com meu primogênito. Como sempre falei pra todo mundo, adorava ser mãe de menino, das brincadeiras de “porrada”, da simplicidade de arrumá-los, patati, patata.
Enfim, quando engravidei pela terceira vez, antes mesmo de engravidar eu queria que fosse menina, mas como tinha tanto talento pra ser mãe de menino, pensava que talvez fosse meu destino ser mãe só de menino. Então ficava quieta, não dizia nada. Pensava: se eu estiver esperando um menino ele pode ficar triste se eu ficar falando que quero menina.
Quando veio a confirmação da menina, não acreditava. Sabe, bom demais pra ser verdade? Pois é, mas era. É verdade. Minha menina é linda, dengosa, chora forte e sorri bastante. E sem modéstia, estou até me saindo bem como mãe de menina. Apesar de dar mais trabalho pra limpar o cocô, apesar de ser mais demorado para montar os looks, o carinho é mais suave, o sono é mais calmo.
Parece bobagem, parece até que a gente está caducando, mas eu tenho me deliciado com essas diferenças e agora percebo que quando a gente está afim, não importa se é menino ou menina, a gente se diverte – e também sofre – sendo mãe dos dois.
É tão difícil compreender ou dimensionar a pressão da natureza, do inevitável, de um imprevisível acidente ou um de simples tropeção em nossas vidas.
As catástrofes causadas pelo terremoto no Japão e pelas enchentes do Rio de Janeiro revelam mais que a dimensão assustadora da força da natureza sobre nós. Revelam o quanto somos pequenos, frágeis e passageiros.
Nesse momento é fundamental sabermos que não estamos sozinhos, quando nos reconhecemos como partes conectadas nos reintegramos ao universo e sentimos toda a força Dele em nossas mãos é assim que se faz brotar de cada lágrima uma nova esperança.
Então, vamos começar o assunto. Essa d30 que vos escreve está grávida novamente, =D. Grávida pela terceira vez, pra ser mais específica. Neste momento, de 29 semanas, que correspondem ao sétimo mês de gestação, me proporcionando, portanto, uma “senhora” barriga. Senhora barriga que ainda, ainda, é bela de se ver, mas que já deixa o cotidiano um tanto quanto atrapalhado.
É gostosa essa sensação do bebê mexendo dentro de você. No comecinho é até mágica, divina, como se você fosse um ser dotado de capacidades sobrenaturais. Aí o tempo passa, os movimentos ficam mais freqüentes e aí tudo já fica mais normal, sabe? Hoje posso dizer que me sinto uma canguru, que a qualquer momento vou poder abrir o zíper da minha barriga e pegar minha nenê nos braços.
Pois é, é uma nenê. Rsrsrrs.
Mas de tudo que tenho vivenciado nessa reprodução é o embaraço numérico diante do três. “Três??? Mas já vai parar por aí, né?” vivem me acautelando. Me sinto quase uma aberração. Do mesmo jeito que deve se sentir quem não quer nenhum filho. “Nenhum??? Mas por que? Filho é uma benção...” Realmente é, mas pra quem QUER ter. E tem gente que quer ter um monte. Tem gente que quer só um. E tem gente que não quer nenhum. E não é essa diversidade que torna a vida realmente interessante?
Um sorvete, quando chega na metade da casquinha parece que evapora. Um pôr do sol, experimenta dar uma piscada e lá se foi a metade o sol, como é que pode ser tão rápido depois de passar um dia inteiro fritando nossas cabeças. Hehehe, até lembra a gente em final de expediente, ou não é exatamente às 18h que adquirimos aquela capacidade de simplesmente sumir sem deixar rastros?
É uma pressa explicável, até. Culpa dessa nossa necessidade de mudar de fase logo. Ao vislumbrarmos a porta do avião, o novo horizonte, o prato pronto, a gente acelera o passo, pisa mais fundo, fica com mais fome, enfim, nos jogamos na vontade de antecipar a nova experiência, a nova emoção, o novo sabor, mais uma novidade, finalmente.
O fim do ano tem disso, também, né? O tempo acelera. A gente acelera. As pessoas à nossa volta aceleram. Os dias parecem mais curtos para tantos compromissos e novidades para se ver, viver e comprar. As noites parecem insuficientes para compensar a exaustão desses dias tão corridos. A ansiedade parece contaminar toda humanidade.
Entónnn, que tal dar um tempinho nesse stress todo?
Segura a onda aí, só um cadin, e dá uma olhadinha nesse clip do Pato Fu. Tem até a letra procê cantar juntim, sem pressa.
P.S. A Fernanda Takai não está uma fofa nesse clip?
Sobre O TempoPato Fu Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei
Pra você correr macio
Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei
Pra você correr macio
Como zune um novo sedã
Tempo, tempo, tempo mano velho
Tempo, tempo, tempo mano velho
Vai, vai, vai, vai, vai, vai
Tempo amigo seja legal
Conto contigo pela madrugada
Só me derrube no final
Ah-ah-ah ah-ah
Ah-ah-ah ah-ah
Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei
Pra você correr macio
Como zune um novo sedã
Tempo, tempo, tempo mano velho
Tempo, tempo, tempo mano velho
Vai, vai, vai, vai, vai, vai
Tempo amigo seja legal
Conto contigo pela madrugada
Só me derrube no final... oh-oh... oh-oh ah..
Pão com manteiga e café com leite. Nenhum show, nem cinema, nem sorveteria, nem dona Eulália. Passeei na calçada da minha rua. Ah, sim, tive acesso um filme (The Social Network). Interessante pra quem deseja conhecer a história da criação do Facebook. Eu sempre acho interessante conhecer essas histórias, então, apesar de ter quase ter dormido (se bem que nesse momento gestancional eu não sou lá uma referência muito isenta em termos de sono), gostei. Apesar do Eduardo ser patrício, não acredito que ele é coitadin, judiação. Como eu diria ao Gabriel: bobeou, dançou, meu filho. Estranhei ninguém ter mencionado a concorrência do Orkut e gostei de ver como a empresa da tal geração X começou a ser gerida e gostei especialmente do processo seletivo dos estagiários. Eu iria curtirrr muuuito bartizibar de um dezzes, hic!
Passada a crise dos 30 anos, eis aqui mais um motivo para entrar em crise: a onda de gerações Baby Boomers, X, Y. Ultimamente não se fala em outra coisa. Os Baby Boomers, primeiros a crescerem com televisão, teriam sido os primeiros a viver a sua juventude, especialmente lá nos Estados Unidos e Europa. No Brasil e América Latina em geral, o efeito foi um tanto retardado e sufocado pelo conturbado período político que intercalou governos populistas e ditatoriais, mas nem por isso eles deixaram de produzir muita música boa, usar drogas, calça boca de sino e sair às ruas para dar voz a suas convicções ideológicas.
Depois deles vieram os “X” que seríamos nós, hoje D30, D40, que, pelo menos aqui na América Latina, viveu aquele desbunde com a liberdade recém adquirida. Roupas e make over nas cores e brilhos, menos na quantidade de pano, palavrões e putaria na música e nos filmes. Aí, veio a geração “Y” que cresceu já conectada à internet. Esse pessoal multimídia em pessoa. Que lê enquanto ouve música, essas coisas. Isso tudo que estou falando é superficial, hein, gente. Não tem nada de científico, apenas de “views” em outros sites e programas de TV.
Sabe esse negócio não deixa de me fazer sentir velha e vejo que muita gente também está se sentindo assim, como eu e por isso já nega a sua letra: “eu não sou X, eu vivo como um Y”. Então, vou falar aqui do que realmente vivi, vivo, como D30, dita geração X. Como menina bobinha, eu vivi a década de 80 sem entender direito o que tava acontecendo. Morria de medo de assistir Thriller, não entendia quando brigavam comigo apenas por pronunciar a palavra “maconha”, nem porque todo mundo chorou tanto quando o Tancredo morreu (no meu aniversário, por azar), e computadores eram equipamentos usados apenas na Nasa. Ah, sim, eu era viciada em televisão. Assistia desde que acordava até dormir. Sim, sonhei ser paquita e odiava as loiras, mas nunca tive a brilhante ideia de censurar a Xuxa por isso. Essa fase da minha vida foi um tédio sem sentido.
Quando chegou a década de 90 virei fã do New Kids On The Block, jurava que o Jordan era hetero, fiz curso de datilografia, me apossei da máquina de datilografar do meu pai, enfeitava a agenda, fiz amigos por correspondência (carta), e sim, não tinha como não ouvir a explosão do rock brasileiro. Quando entrei na faculdade a internet apareceu. Eu acessava muito pouco e era como uma experiência científica. Só lá por 98 comecei a ter acesso diário a um computador e assim me familiarizar com a revolução em processo.
Hoje sinto que não me “encaixo” em letra nenhuma. Mas não renego meu X. Não tenho a pretensão de viver como exatamente como um Y. Sério, até já tentei ler ouvindo música, mas pra entender alguma coisa do que eu to lendo, só desligando a música. Fazer o quê? Me resta levar a vida com essa “limitação”.
O que me faz sentir mais “antenada” são os viciantes blogs, que diariamente nos abastecem de bobagens muito mais interessantes que a televisão, pra qual hoje eu não tenho muita paciência. Só preciso tomar cuidado pra não deixar os livros de lado, porque bobaginhas são gostosas como pipoca, mas não tem lá a sustança que a gente precisa pra compor nosso alfabeto.
Não se enganem Ys. Preparem os lenços porque a hora da crise de vcs tá a caminho em banda larga. Vem aí, a geração Z.
Tudo bem eu sei que esse blog está totalmente parado, mas como nós temos mais de mil visitas por dia que chegam aqui via Google querendo saber como comer sua melhor amiga e links diversos, quero compartilhar como vocês o vídeo abaixo que mostra um pouco dos jovens e da sua juventude.
Com todo respeito que tenho, veramente, pela história de vida e pelo talento de Elza Soares, peço a Deus que não me deixe perder o senso como ela parece ter perdido. E alguém, ela mesma, poderá levantar e perguntar: quem és tu para opinares qualquer maxixe na vida de Elza? Como diria Takai, sou como os outros que não são ninguém, e ficam olhando os alguéns fotografados pelas lentes maquiavélicas das revistas de celebridades, como a Caras.
Se ela está se expondo ali, não deve estar se importando com o que vão dizer, e sabe que, com certeza, alguma coisa “vão dizer”.
Então deixa eu dizer logo, porque to com vontade. Depois de ver Elza na Caras, cá eu digo que tenho medo de ficar d50, d60, 70, 90, 100 e perder a noção:
Do que é plástica e do que é deformação.
Do que é relacionamento e do que é aproveitamento.
Depois dos 30 até quem sempre carregou a bandeira da “cara lavada” começa a repensar seus conceitos. Sabe como é, o sorriso começa a ficar mais profundo, a firmeza já não é a mesma dos 18 e o pior, as manchas do sol pipocam por todo o rosto. Especialmente se você mora em Cuiabá. É aí que você descobre no corretivo (depois do filtro solar) seu mais novo amigo inseparável.
E se a maquiagem serve pra esconder defeitinhos, porque não começar uma relação mais intensa com ela? Aos poucos descobrir a beleza de um degradê de sombras, as desventuras de se passar um delineador, o queixo caído de quem te viu antes e te vê depois de uma produção bacana e a importância de um demaquilante porreta pra não se transformar em um panda no dia seguinte.
Em meio a essas descobertas se multiplicam os tutoriais de make e cabelo na internet. Vic Ceridono e Julia Petit são as estrelas que guiam milhares de internautas pelos caminhos das produções e dos coques das famosas. Há que se tomar cuidado para não entrar na neura de ter todas as marcas carésimas que elas costumam nos apresentar, especialmente se você for uma iniciante. Por outro lado, é um exercício de criatividade e auto-estima experimentar novas caras, bocas e cabelos.
Algumas dicas para quem está entrando nesse mundo:
- Se borrar, não chore, não grite, não diga que nunca mais vai se maquiar. Respire fundo e use o infalível cotonete com o seu super amigos demaquilante e corretivo, ou até uma babinha mesmo, já serve.
- Comece usando o que você tem em casa. Conforme você for ganhando habilidade e descobrindo o que te cai melhor, aí você vai comprando outras coisinhas, assim aos poucos.
- Coragem, coragem! Comece a fazer do make uma coisa mais cotidiana na sua vida. Vai ao banco, passa um rimel. Vai ao shopping, põe um blush. Se for a um bar, já dá pra caprichar nos olhos. No início é trabalhoso, mas com o tempo você se produz em 5 minutos.
Que dia você usa para começar uma dieta? Uma academia? Uma nova rotina? Um novo trabalho? Ééé, na segundona.
Embora difamada por alguns como o dia da ressaca, da preguiça e do bode pelo fim do fim-de-semana, a segunda-feira é “o dia”. Aquele dia “D” que a imensa maioria dos mortais escolhe para pôr em prática a sonhada mudança na mesmice da sua zona de conforto, ou seria desconforto? Afinal, a mudança exige uma vontade de reordenar o lugar das coisas. Se estivessem certas, não precisariam de mudanças, não é?
????
Anyway, voltando à segunda-feira, imagine quantas energias e mentalizações este dia recebe graças ao insaciável desejo de mudança do ser humano. Ela é a pequena largada semanal, a chance que recebemos a cada 7 dias para colocar em prática uma promessa que seja, das dezenas que fizemos na virada de ano.
Hoje, 17 de maio é segunda-feira. Daqui para o final do ano são mais 32 chances de ficar em forma, parar de fumar, fazer exercícios, praticar uma religião, aprender a dirigir, brincar com os filhos, fazer terapia, se reconciliar com o irmão, começar um curso, terminar um curso, enfim, dar um jeito na vida, que não está agradando do jeito que está.
De minha parte, pela enésima/entésima vez, também estou lançando mão da segunda-feira para aplicar várias mudancinhas na minha vida, que se levadas adiante, provocarão uma mudançona na minha vida. Legal, né?
Resta saber a quantas segundas-feiras essa atitude vai durar.
P.S.: Na boa e bem aventurada vontade que hora impera neste ser, entre as cinco outras promessas de segunda, também se junta o compromisso de atualizar diariamente este D30. Torçam por mim. : D
Mais de 20 mil educadores visitaram a Interdidática – Exposição Internacional de Sistemas e Soluções em Tecnologia Educacional, realizada de 28 a 30 de abril de 2010, no Palácio das Convenções do Anhembi, em São Paulo.
Fui um dos conferencistas na área de ensino superior do Grupo Kroton IUNI, participei do Seminário Internacional Brasil-Europa sobre Qualidade e Acreditação do Sistema de E-Learning no Ensino Superior. Confira mais um pouco no vídeo abaixo:
A estimativa é que no Brasil exista aproximadamente 1.000 pessoas com a síndrome. No entanto apenas 11 casos forar diagnosticados no país, ou seja, apenas 1% dos casos existentes.
Nosso principal objetivo é dar auxílio e conforto aos portadores da síndrome, a seus familiares e aos profissionais da área da saúde do Brasil, com informações sobre essa patologia, reunindo forças para conquistarmos juntos um melhor tratamento para essas pessoas e fomentar a criação do Plano Nacional para Doenças Raras.
Lá colocaremos artigos médicos, reportagens, depoimentos, notícias, tudo que possa contribuir para o tratamento e bem estar das pessoas com a síndrome. Se cadastrando no site, os interessados poderão participar da comunidade exclusiva do site, que também é ligada ao Facebook.
Participe, informe-se e multiplique essas informações. Quanto mais as pessoas e profissionais tiverem acesso a essas informações, menor será o tempo de diagnóstico e menor será o tempo de internação.
Um pecado capital? Já foi, ou apenas foi. Agora a Ira é também um pecado ecológico.
Sentir ira de algo ou ALGUÉM é impiedosamente cruel com a natureza. Ora, pois, duvidas?
Pense então em quantos papéis com frente e verso pronto pra serem usados você já amassou e rasgou num ímpeto de ira só por que na hora não tinha idéia do que escrever nos benditos? E quanto algodão extra vc já gastou tirando a maquiagem, enquanto remoía com ódio a patética festa onde você foi. Ou quantos pratos, vasos, celulares e outras cositas que tiveram o azar de estar a sua frente naquele momento em que vc precisava exasperar a sua cólera destroçando algo que não fosse vivo. Coisas que foram para o lixo. Pior ainda se foram para o lixo errado, como as baterias de celular. Sua ira pode ser responsável pela poluição irreparável de um manancial de águas imenso.
Que horror. Que pessoa abjeta, egoísta, inconsequente você é! Nunca pensou nas tragédias ecológicas que um piti seu poderia causar? Hein, hein?
Afff, só de pensar que daqui a alguns anos meus filhinhos não vão ter um rio onde nadar, aaaaaaaaahhhhh, vai me subindo uma coisa, uma raiva, um ódio, grrrrrrrrrrrrrrrrr!
É um mutante que entra em casa sem sujar o chão? NÃÃÃÃO.
É o comercial novo da New Balance "Feet on Head" - Pense na sua corrida. Não nos seus pés - finaliza o reclame.
Quando eu era criança, assim d10, tinha uma empregada que gritava quando eu e meus irmãos voltávamos suados da escola "PONHA OS PÉS NA CABEÇA, EU JÁ LIMPEI A CASA TODA!!!". Essa é a realização do sonho dela.
As experiências que nos fazem repensar o sentido da vida, com mais profundidade e impacto, costumam ser digamos, intensa, profunda e sofregamente dolorosas. Uma dor tão intensa que chega a ser inacreditável se não a sentimos. Anyway, acabamos sentindo, mais dia, menos dia.
Eu espero por mais dias até que sinta novamente. Então, Marcelo Serpa indicou no Twitter esse vídeo aí: “animacão do Rick Thiele e Mario Ucci, brasileiros em Londres para a Olgivy de SP”.
Da música à iluminação você sente o tumor crescer. Eu, hein?
DENTRO DOS CORREDORES ILUMINADOS E CLIMATIZADOS DE UM SHOPPING A GENTE PENSA ESTAR PROTEGIDO DE TUDO O QUE É FEIO, FEDIDO E - ADMITA - POBRE.
MAS SHOPPING TAMBÉM TEM ROUBO, TEM SEQUESTRO E COLIFORMES FECAIS. ACREDITE, SHOPPING TAMBÉM É SUJEIRA.
OLHAÍ, UM BICHO ESCROTO SOLTO NO MÁRMORE DA PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO DO PANTANAL SHOPPING. E AQUI NÃO TÔ DETONANDO EXCLUSIVAMENTE O PANTANAL. NÃO SE ENGANE. SE TEM LÁ, DEVE TER NOS OUTROS TAMBÉM.
EM RELAÇÃO AO VÍDEO, VAMOS LÁ, É ENGRAÇADO.
ENGRAÇADO VER O APAVORAMENTO DAS PESSOAS.
NÃO QUE EU NÃO TENHA MEDO DE RATOS. NA REAL, TENHO UM INEXPLICÁVEL PAVOR. MAS OLHANDO ASSIM TÃO DE LONGE, É DIFÍCIL NÃO ACHAR ENGRAÇADO A DESPROPORÇÃO DE PESSOAS TÃO GRANDES COM MEDO DE UM SER TÃO PEQUENO.
ATÉ CONSEGUIRMOS ENXERGÁ-LO MUITA GENTE APAVORADA DEU SEUS GRITINHOS. DAÍ ELE SAI E ENTRE OS PULINHOS DOS MEDROSOS E PISÕES DOS SÁDICOS O RATO (IA CHAMAR DE RATINHO, MAS TENTO MANTER A IMPARCIALIDADE) TENTA FUGIR ATÉ SER PISOTEADO POR MUITOS PÉS, QUE DEVEM TER SE ACHADO BASTANTE VALENTES.
PRA FECHAR A COMÉDIA, ALÉM DA RISADA PUERIL DA LADY, ENTRA O SEGURANÇA – QUE TAL COMO NOS FILMES – CHEGA NA HORA QUE O SALVAMENTO ACABOU, SÓ PRA INFORMAR DETETIVAMENTE PELO RÁDIO QUE O TUMULTO ESTÁ UNDER CONTROL.
HAHAHAHA.
ADOREI.
P.S. A LETRA IRRITANTEMENTE MAIÚSCULA É UMA HOMENAGEM AO DIA DO CAPS LOCK. ACREDITA?
Quando a gente é criança, criancinha assim, a gente tem essa mania de fazer o que minha mãe chamaria de "macacada" com tudo. Por que não testar o equilíbrio andando por aqueles meios fios sem calçada? Por que simplesmente andar se você pode saltar e andar ao mesmo tempo? Por que só os super heróis sobem pelas paredes? O que acontece se a gente tentar andar usando uma cadeira? Bom, geralmente a gente tropeça, cai, quebra uns móveis e as vezes até uns ossos. Aí a gente fica medroso e temeroso e chegando aos 30, se a gente conseguir subir uma escadaria sem perder o fôlego, já vai ser considerado um atleta.
Massss se você for teimoso e corajoso que nem o cara do vídeo, cara, você vai ser muuuuuito legal. E ainda vai se divertir muito.
Com vocês The coolest guy in the world. Dica do Fabio.
D30mente falando, acho que uma coisa que eu penso muito, agora na terceira década de vida é em como serei/ estarei/ pensarei nas futuras décadas. Especialmente lá pela sexta, sétima, oitava, nona e décima década, se Deus quiser.
Além de ficar toda capenga e enrugada, um dos medos que eu tenho é de ficar pra trás, desatualizada, como aquelas pessoas que só acham que música boa é aquela que elas ouviam na juventude.
Daí eu fico tentando me atualizar, saber o que ta fazendo sucesso agora. Mas é uma tarefa quase impossível diante do escasso tempo que não sobra na rotina D30 de trabalho, freela, marido, filhos, amigos, cachorro, gatos, Orkut, Facebook, Twitter e blogs pra atualizar.
Well, rotina maluca a parte, um bom termômetro pra saber da sua atualidade musical é o VMB. Tem um bocado de banda que, se eu um dia escutei a música, sinceramente, não me lembro. Mas to feliz por conhecer mais da metade, hehehe. Não estou tão por fora assim.
Hagora, se você quer se sentir, como diria minha amiga Marciley, “mais por fora que bunda de índio” você pode baixar os Phodecasts do site da Erika Palomino. Sempre tem novidades em música eletrônica – eles estão sempre na frente, mesmo quando tocam uns olds. E, de vez em quando, pra gente se sentir do mesmo planeta, eles dão o ar da graça de um clássico da Madonna.
Ah, mas tudo isso eu comecei a escrever por causa desse lançamento delicioso da Adriana Calcanhoto que o Noblat – atualizadíssimo com seus brancos cabelos – que eu quero muito partilhar você. Enjoy.
Quem vê a imagem da panda no posto abaixo não é capaz de imaginar que esta doce panda possui o mais letal ataque da natureza e olha que eu não estou falando do golpe do dedinho mindinho que derrotou o terrível Tai Lung.
O sistema é tão bruto que eu nem gosto de lembrar do banho de óleo fervente ou do ataque das mangas assassinas. Eu já até bebi Q'Boa. A esta altura vocês já perceberam que a panda abaixo não é o meu bichinho de estimação e sim a minha esposa a quem tenho toda estima e respeito.
Afinal é ela quem manda lá em casa e se Maquiavel falava que é melhor um governante ser temido do que ser amado, imagine a minha condição de subserviência já que eu amo esta Rainha Panda com toda força que o amor pode ter e a temo até em meu último fio de cabelo.
Estou consciente que serei severamente punido por este post, por isso se vocês não me verem por aqui nos próximos dias não temam nem se assustem porque a minha lealdade é maior do que o meu medo.
Que bicho é esse? Essa pança... essas olheiras... Será um Panda?
Não, apenas mais uma D30, mãe de dois filhos, às voltas com a balança que insiste em ficar estacionada nos 76 quilos. Estou com o peso que tinha aos nove meses de gravidez. O guri já está com dez meses, dez quilos a mais, e eu continuo UDA. BarrigUDA, bundUDA, cadeirUDA, coxUDA, peitUDA, braçUDA.
Mas tenho que manter a fé. Já diziam que o primeiro passo pra emagrecer é parar de engordar. Meu medo é estacionar mesmo nesse peso. Vou ter que jogar ¾ do meu guarda-roupa fora. E aquelas roupas q eu nunca usei?
Ahhhhh!
Enquanto isso vou me escondendo como posso dos amigos, embora acabe os encontrando, volta e meia. Todos muito queridos e gentis, apesar do olhar atônito que abrem quando enxergam minha pessoa, não mencionam palavra acerca da minha fase amorfa.
Eu, é claro me sinto imensamente agradecida por tanta gentileza. É como se eles soubessem que eu iria cortar os pulsos se alguém falasse alguma coisa.
Hehehehe, brincadeirinha. Mas, por favor, continuem calados, por via das dúvidas.
Meu espelho já é suficientemente cruel comigo.
O que fazer? O que fazer?
Dieta de Shangri-la não deu certo, nem da proteína, nem da sopa.
Não penso em virar anoréxica, pois adoro me deleitar com o prazer de uma refeição deliciosa.
Também não quero ficar doidona com barbitúricos. Tenho duas crianças que pretendo encaminhar pra vida adulta, mentalmente sãs.
Reeducação alimentar e exercícios? Parece bom. Só falta aquela pontinha de força de vontade. Pois é, eu tenho fraca vontade de suar e me privar de coisas gostosas.
Me aceitar nesse peso, também não está nas minhas ambições.
Ah, dileminha contemporâneo...
Acho que eu vou assistir um filme e pensar nisso amanhã.
Sei que ando sumido, mas já que o assunto é Trailer ai vai um que justifica a minha ausência e mostra parte do trabalho que eu venho realizando no IUNI educacional.
Divirtam-se!
Cadê os colunistas? Não posso sumir um pouquinho q esse blog fica as moscas?
Bom, pra vc q quer algum conteúdo, olhaí q legal o trailer teaser que veio, foi tirado e agora colocado de novo.
Já assisti o primeiro filme algumas vezes com meu pequeno e espero poder levá-lo pra assistir the next. Pra isso preciso ver mais trailers e conferir a crítica pra ver se essa versão não está medonha demais.
O vestido azul da Alice é lindo e renova com bom gosto a clássica versão com avental. Ele não encolhe com ela, e achei isso super legal também. Não tive medo do gato. Mas gostei. Não iria gostar se ele fosse horripilante. E o visual de Depp q na foto parece um tanto drag, dentro do filme me pareceu perfeito.
Tenho uma coisa boa para dizer. O mundo tem amigos onde menos você imagina ou espera.
Quando vc realmente, desesperadamente precisar, um amigo aparece para te dar a mão.
Uma pessoa com quem vc nem achava que tivesse afinidade, é uma pessoa que vai fazer por você mais do que vc jamais esperou daquele mais fiel companheiro.
Aos amigos que estão perto ou estão longe, mas sempre próximos mesmo que a gente não saiba, um presente de amigo.
Ah, esse nome é tudo, né? Cat Power. Adorei desde o primeiro momento que vi. Parece super-heroína de gibi, de gibi, gente. D30 pra lá de talentosa, faz show tomorrow (18/07) aí em São Paulo, 22h, no Via Funchal. Eu até queria ir, mas não deu pra reservar o jatinho. Entón, vamos curtir um pouquinho aq.
Gabriel e Tiago Primo, Gabriel e Tiago Primo, esses nomes... não me são estranhos... ahhhhh, claro, são os nomes dos meu rebentos, Gabriel e Tiago, hehehehehe. Olha só, demorei pra ligar os nomes às pessoas, mas enfim. Fora a belíssima coincidencia, achei super ousada a iniciativa.
Tem uns dois dias que tá todo mundo comentando, eu até pensei em não comentar, mas gente, com esses nomes, não dá pra não comentar e admirar. Os rapazes abriram mão do puxadinho e instalaram cama, rede e sofá a céu aberto.
Aproveitaram o fato de estarmos na estação que chove menos. Por outro lado nos dias de frio não deve ser fácil ficar nessa esquina da Gonçalves Lêdo com Luís de Camoes, no centro do RJ. Bom, só subir da cama pro sofá já deve significar um belo gasto calórico.
Boa idéia pros lofts com seus pés direitos enormes.
Essa é boa. Os comerciantes da Oscar Freire estão distribuindo vale valor (esmola) pros seus clientes distribuírem pros pedintes. Mas pra desfrutar do vale da Oscar Freire, que vale um acolchoado, ou um pão com "mortandela", o pedinte tem que gastar umas calorias percorrendo 15km até o Brás. Vc pode conferir detalhes infames aqui.
Esse pessoalzinho nunca ouviu Titãs? Acha que a galera só quer comer e dormir... Melhor ainda a entrevista. A dona Rosangela Lyra passa um óleo de peroba e diz que os pedintes não incomodam os comerciantes, mas sim as pessoas, que por sua vez não resolvem a situação dos pedintes dando esmola.
Bom, dona Rosangela, eu como pessoa que sou, não tão cheia da grana pra comprar na sua loja, mas pessoa, me incomodo pra caramba com pedintes e mendigos. Me sinto culpada cada vez que vejo um maltrapilho dormindo sobre um papelão na rua. Me sinto intimidada quando alguém com jeito de que não toma banho há mais de uma semana se lança sobre a janela do meu carro pedindo um trocado. Mas não vou me sentir menos culpada ou intimidada dando um papelzinho pra ele sumir da minha vista.
Pois é, tirar o pedinte do nosso campo de visão não é resolver a situação. Pode ser, no máximo, esconder. Mas acho que isso a senhora já sabe, né?
Há quase dez anos atrás, logo depois do réveillon de 2000, eu e um grupo de amigos, muito amigos mesmo, marcamos um encontro em Paris. Na época, nós D20 lançamos esse encontro lá longe, projetando uma vida de muito sucesso profissional, com grana suficiente pra estourar uma champagne na Champs Elysées.
Bobinhos, ainda não contávamos com a roda das responsabilidades que acabam deixando um encontro entre amigos lá no finalzinho da lista de prioridades de compromissos urgentes, urgentíssimos a serem colocados em dia. Ali bem pertinho da atualização do blog, do sono, da dieta e dos exercícios físicos.
Não que eu já tenha desistido de comparecer ao meu decálogo compromisso. Imagina. E tenho certeza que meus bons amigos também não desistiram. Imagino, apenas que, assim como eu, eles não sabem muito bem como isso tudo vai se concretizar.
Até lá, fico contente em saber que os franceses começam a se esforçar para serem mais simpáticos com seus turistas. Acreditem, a crise deu uma abaladinha no turismo por lá.
E pra disfarçar o deslumbramento quando chegar na Champs Elysées vou passeando virtualmente por lá aqui, nesse site especialmente feito pra divulgar a mítica Avenida.
Entónn, também em comemorración ao 14 de julho que marca a Queda da Bastilha, vamos dar um passeio pela Champs?
Dá uma certa desorientação até vc pegar o jeito certo de mexer a seta pra ir pra lá e pra cá.
Dá uma certa frustração pois o programinha não vai parar embaixo do arco do triunfo como eu queria.
Dá uma sensação de esquisitice, pois as pessoas ficam olhando pra câmera que fez as fotos que tornam possível esse “passeio” e ao mesmo tempo dá a impressão que elas estão olhando é pra gente, entende?
D30 que é D30 lembra do New Kids On The Block, ou NKOTB, sigla que adotaram desde que decidiram que já não eram "kids". Quem teve o VHS Step by Step (eu tenho, mas acho q nem funciona mais) vai lembrar que que um dos destaques era a música I'll be there, de Michael Jackson, interpretada por Joe e Danny em um show. Logo depois da morte de MJ o grupo fez um tributo emocionado interpretando de novo o sucesso. Pra quem não conheceu o sucesso direto na voz de MJ, dá pra viajar até os anos 90.
P.S. Sei que esse post tá atrasadérrimo, mas como ele já estava pronto, e vale pela lembrança, coloquei mesmo assim.
Nesse processo de retomada do D30 acho q devemos uma satisfação à galera q um dia used to acessar esse blog, caso, alguém por ventura volte a circular por aq. Bom, quem acompanhava o D30 já tinha percebido pelos mtos posts inspirados pela minha barrigudice que eu estava grávida. Depois começaram a surgir uns posts que eram mais uns desabafos, muitas vezes, desesperados.
Pois bem, dia 2 de outubro de 2008 meu segundo rebento veio ao mundo, em um parto normal bem sucedido. Porém, ao contrário do que todas as ultrassons, exames, e o próprio trabalho de parto mostraram, meu bebê não respirou perfeitamente depois que nasceu. Foi imediatamente encaminhado a UTI e, a partir daí, começou o seu calvário na luta para respirar sem auxílio de aparelhos.
Meu bebê não se encaixava em qualquer padrão conhecido pelos médicos. Aparentemente e até clinicamente, ele era um bebê completamente normal. Nos seus exames nada justificava o fato dele parar de respirar quando dormia. O tempo ia passando, nós passamos por UTI’s de 3 hospitais diferentes, enquanto ele era submetido a dezenas de exames tão diversos e invasivos que, a não ser q já tenha passado por isso, vc não imagina.
Depois de 3 meses de uma incógnita sem fim apareceu hipótese da Sindrome de Ondine, ou Síndrome da Hipoventilação Central Congênita, tratada em inglês como CCHS (Congenital Central Hipoventilation Syndrome). Uma mutação no gene PHOX2B que tem como principal sintoma a apneia no sono.
Recolhido o sangue para determinar ou não a síndrome, agüentamos mais dois meses de burocracia do seguro saúde para irmos para casa. Aos cinco meses Tiago Davi, meu bebê, veio para casa, com os equipamentos que ele ainda hj ele usa para ajudá-lo a respirar.
Não dá pra dizer ainda que já estamos habituaaaados a ter em casas técnicas de enfermagem 24h, fisioterapeutas duas vezes ao dia, medico pelo menos 1 vez por semana, etc. Mas enfim, já estamos curtindo muito ter nosso guri em casa e até conseguimos voltar a trabalhar e a pensar nas coisas da vida D30.
Pois é, olha só. Achei q depois q o pior passasse, eu tenho fé que já passou, eu viraria uma D60. Sabe como é, mtas lágrimas, risadas, supresas e experiências nunca antes enfrentadas. Mas a verdade é que as idiossincrasias – hehehe, sempre quis usar essa palavra – as idiossincrasias D30 continuam a existir, assim que vc tem uma calmaria suficiente pra dar-lhes atenção. E então, voltemos à ativa.
D30’s se ainda tens algo a partilhar com este humilde espaço, reuni-vos e mandai-nos sugestões, artigos e opiniões. Esse blog é nosso.
Pra quem quiser conhecer um tiquin essa coisa goducha, risonha, gostosa e iluminada que é Tiago Davi acesse aqui. Sobre a síndrome estamos trabalhando em um site especializado em portuga, mas vc já pode googlar a respeito. Sobre meu primeiro rebento, ele também é iluminado e já foi postado por aq como Gabriel Sambador.
Quando eu era criancinha ficava com medo quando passava o clipe Thriller de Michael Jackson, mas fiquei bem mais assustado ao ver a versão do cinema indiano de Thriller.
Os vampiros do filme de Bollywood me parecem mais engraçados, também liderados pelo SUPERSTAR cantor, ator e dançarino Chriu so podia dar em Golimar.
A morte é uma forma de você lembrar de alguém que tava meio esquecido, naquele arquivo de lembranças pouco acessadas. Acho que meu último contato com MJ tinha sido um vídeo sobre um presídio das Filipinas onde os detentos pra fugir da ociosidade aprenderam e encenaram os passos de Thriller.
(Aqui no Brasil os presos não conseguiriam ensaiar os passos, estão muito ocupados controlando o crime organizado através de celulares.)
Da aquele tantinho de vergonha de correr pra assistir os vídeos depois de tanto tempo sem ver nada dele. Mas esse do Michael pagando de tiete pra James Brown. Visivelmente emocionado, vale a pena.
Faltava tempo e dinheiro para pagar a fatura de hospedagem do site. Infelizmente não concordamos com as maneiras existentes de ganhar dinheiro com o site (Google AdWords por exemplo) e tirar proveito econômico das mais de mil visitas diárias.
Não sabemos o rumo certo que daremos aos nossos navegantes e também não temos uma definição exata do que é o novo D30 e quantos colunistas irão continuar conosco. A única coisa que sabemos é que NAVEGAR É PRECISO e que temos um desejo do tamanho do mar de revelar o que impreciso, humano e parcial.
Impreciso no sentido de incerto e não de desnecessário. Afinal para que serve objetivamente a Internet?
Para ver o Orkut da Juliana Paes, o vídeo da Deborah Seco toda molhada no youtube,
fazer download de fotos da Juliana Knust, de jogos, musicas Amy Winehouse e Britney Spears, ler jornais, comprar uma geladeira e fazer sexo.
Sexo na Internet hoje é normal, mas há uns meses atrás eu teria que explicar como se faz ou com quem se faz. É paradoxal que a maior pulsão do ser humano possa ser feita através de uma máquina. Porque a Internet serve objetivamente para conectar pessoas e não máquinas. Ao perceber isso é possível até FAZER SEXO COM AMOR pela Internet.
Em todas as contas que eu fiz
Só agora entendi a violência da divisão.
A força na faca cortando a maçã ao meio
Fruta e conhecimento se acabam em desejo e proibição.
O que eu posso fazer?
Se eu não te esperar
Me DES-Espero
Nado nesse oceano.
Coloco cada gota para fora,
Esperando você chegar.
Para ser inteiro.
Para ser inteiro seu.
Ícone do cine-porrada dos 80/90, o grande dragão branco tomou na cabeça. Jean-Claude Van Damme está desempregado, perdeu na Justiça a guarda da filha, cheirou seus milhões e não tem mais um centavo no banco. De volta a Bruxelas, o carateca belga se enfia em um assalto a uma agência do correio.
Com grandes doses de realidade e algumas pitadas de ficção, esse é o plot de “J.C.V.D.”, sem dúvida o melhor filme da carreira do moço. Ok, eu sei, isso não é muito difícil. Mas Van Damme caiu na real, percebeu que seu tempo passou e aceitou estrelar e co-produzir essa comédia em que esculhamba a si mesmo, um projeto do jovem diretor Mabrouk El Mechri.
A primeira cena dá o tom da comédia.Como numa daquelas intermináveis partidas de “Double Dragon” , Van Damme arrebenta uns 50 inimigos em seu caminho para resgatar a jovem donzela, até que o surge o vilão final, o cenário cai, e o diretor grita: “Corta!”. E o nosso herói esbaforido reclama com o cineasta chinês: “Assim não dá. Eu tenho 47 anos. Não consigo mais fazer tudo em um único plano-seqüência”.
Se as pessoas respeitassem o limite de velocidade das ruas e avenidas, não precisaríamos de quebra-molas. Se não existissem quebra-molas as ambulâncias poderiam andar mais rápido e - o mais importante - com muito menos impacto.
Parece, para quem está de fora, que as ambulâncias já são suficientemente privilegiadas por poderem atravessar sinais fechados e terem a preferência nos cruzamentos. Bem, para quem está lá dentro as coisas são mais angustiantes. Os carros não abrem caminho tão facilmente. Os motoristas ficam mal humorados, como se pensassem: "lá vem esses aventureiros com sirene ligada só pra abrir caminho no engarrafamento". E aí eles NÃO abrem caminho.
Já não chega o aperto de ter que passar por cinquenta quebra-molas no percurso? Cada quebra-mola uma freada, uma lombada, uma re-aceleração. Afff. Dá um frio na barriga só de lembrar. Meu bebê já passou por essa aventura duas vezes - da primeira para a transferência. Dessa pra uma ressonância. Nas duas estava entubado.
Mensagem do dia: não deixe que a fragilidade da vida pague por aventureiros que usam sirene. Quando vir uma ambulância chegando, abra caminho. : )
Todos os dias, quando acordo, não tenho mais o tempo que passou.
Mas temos muito tempo. Temos todo tempo do mundo.
Todos os dias, antes de dormir, lembro e esqueço como foi o dia.
Sempre em frente. Não temos tempo a perder.
Nosso suor sagrado é bem mais belo que esse sangue amargo. E tão sério. E selvagem.
Engraçado isso de você não ouvir uma música há séculos e de repente ela surgir e ficar tocando na sua cabeça. Essa surgiu agora nessa tempestade, que já está e não que está vindo, como na música. Muito prolixa? Ah, deixa disso. Com o tempo, infelizmente eu posso agora te dizer, você vai perceber que existem coisas muito mais prolixas na vida.
Essa canção me toca especialmente nos fins de semana, em que o tratamento do Tiago parece ficar em pause e nós parecemos ficar em transe, contando as horas para que a segunda-feira chegue e a investigação recomece. Hoje vi meu lindo 3 vezes. Está mais lindo e mais grande. Meu bebê está compridinho e eu não vejo a hora de ficar com ele pra lá e pra cá nos braços.
Olho para os montes e pergunto: "De onde virá o meu socorro?" O meu socorro vem do Senhor Deus, que fez o céu e a terra.
Ele, o seu protetor, está sempre alerta e não deixará que você caia. O protetor do povo de Israel nunca dorme, nem cochila.
O Senhor guardará você; ele está sempre ao seu lado para protegê-lo. O sol não lhe fará mal de dia, nem a lua, de noite.
O Senhor guardará você de todo perigo; Ele protegerá a sua vida. Ele o guardará quando você for e quando voltar, agora e sempre.
Há 40 semanas e 50 dias espero um bebê. Há 50 dias já conheço seu rosto, seu cheiro, seu choro e seu sorriso. Algumas vezes senti também seu peso em meus braços. Muitas vezes olhei seus olhos e senti o seu olhar firme e atento à essa voz que ele já conhecia há 40 semanas. Não sei o que dizer mais. Agora que já conheço o que é um vale de lágrimas luto minuto a minuto para não me afogar nele. A vida sabe ser muito dura com as pessoas. Ela nos surpreende de formas inimagináveis. A gente fica assim se perguntando o porquê, sabendo que de fato nunca vai saber responder. E é aí que a vida nos surpreende de novo.
Então, pra que perder tempo perguntando? Vamos lutando. Enquanto houver fôlego estaremos de pé. Estaremos caminhando, sempre pra frente.
Dar aula não é uma tarefa fácil, dar aula para um público que nasceu na era da Internet e um desafio.
A maioria dos comentários é que é difícil competir com o grafismo e a interatividade dos computadores, a liberdade e as possibilidades da Internet e a imersão na terceira dimensão dos games.
Acho que a melhor saída é ao invés de competir com as novas tecnologias é fazer uso delas para dar aula.
Mas lembre-se de que isso não é uma fórmula mágica para uma aula legal.
Acho que a queda da modelo deu mais bafafá que a queda da bolsa e a revelação que veio a tona com crise financeira, a ineficiência do sistema capitalista que pregava a mão invisível e a auto-regulamentação do mercado passam pela vergonhosa situação de se socorrer nos cofres do Estado.
Que sistema é esse?
É um sistema que prioriza o plantio de grãos para alimentar máquinas ao invés dos homens. Para alimentar as máquinas não respeita o meio-ambiente, derruba florestas e aquece o planeta inteiro ameaçando a continuidade da vida humana e de gerações futuras.
Será que as máquinas já venceram? Será que nós perdemos a guerra e nem se quer percebemos o início das batalhas?
A queda da modelo pode representar a queda de toda raça humana.
Se você leu o post abaixo viu o resultado do que é que dá não checar a fonte e publicar sugestões que chegam por e-mail.
Pior é esse post ai de cima que foi pautado pela grande mídia. É muito mais do que a hipótese do agenda setting com o controle de noticias é o controle sobre a produção e reprodução do pensamento humano.
O leitor do D30, Sérgio Ribeiro (Dilan), nos mandou uma correção sobre a autoria do texto publicado no dia do amigo, o texto não é do Vinicius de Moraes. Na verdade é uma bricolagem em cima do texto de Paulo Sant'Ana, cronista do jornal Zero Hora.
Nada contra blogueiros afinal de contas sou um. Mas fico imaginando a cena, o cara acabou de casar com a Sandy, vai para a noite de núpcias senta na cama e diz:
– Amor quero fazer uma loucura.
– Fala, fala bem, vamos fazer, vamos. O que? O que?
– Vou atualizar meu blog.
– :o| ?
O cara ainda posta "Foi a noite mais incrível da minha vida! A festa estava perfeita. Para qualquer lado que olhava, só tinha gente legal”. Presta atenção rapaz festa boa é festa que vem depois da festa.
Eu tive que fazer este post. Dá prá acreditar? O cara interrompeu a noite de núpcias para escrever no Blog?!?: "Foi a noite mais incrível da minha vida! A festa estava perfeita. Para qualquer lado que olhava, só tinha gente legal”. O manezão acabou de se casar com a Sandy e a parte mais incrível da noite é a “festa perfeita”, cheia de “gente legal”. Então ta bom, né... cada um com seu cada um...
Só de raiva, não publico a foto da Sandy. Prefiro a Jessica Alba. Isso sim é que é festa legal...
É verdade. O tempo está muito bom em Cuiabá. Mas este post é apenas para justificar meu retorno, depois de um loooonnngo e proveitoso aprendizado em Salvador. A foto acima? Jessica Alba, meu tipo preferido de mulher
Lembro como em um filme do momento em que fiquei sabendo da explosão das torres gêmeas. Na verda muito mal fiquei sabendo, porque a minha chefe entrou na sala alarmando que tinham explodido o "playcenter" (sic). Ela ligou a TV no escritório, então pensei que o negócio deveria ser sério mesmo pra ela estar dando essa colher de chá de ver o noticiário em pleno expediente. Finalmente tomei conhecimento que o center não era o "Play", mas o World Trade, que até então eu também não conhecia.
O que deu pra sentir na hora foi a incredulidade e o medo do início de uma nova guerra, em proporções mundiais. Desde o fim da Guerra Fria acho que o mundo não tinha mais experimentado esse medo. Sete anos se passaram, o medo amainou, mas a guerra continua. Contra a corrente, contra o orçamento, a favor apenas dessa contínua necessidade de inimigos que os Estados Unidos têm, não sei se pra terem filmes pra rodar, ou votos pra conquistar.
Aqui, um olhar interessante sobre a tragédia. O The New York Times publicou umas série de imagens com o antes e depois das torres. Pra quem quiser matar a saudade : P das ditas, também tem o primeiro filme Homem Aranha, onde ele se diverte com as suas teias entre as torres.
A primeira foto é de 1978 e a segunda de 2008. A mesma vista com a Capela de Saint Paul à esquerda. Confira outras fotos no site.
O argentino Fabian Spíndola, atacante do Real Salt Lake é um cara que mamãe chamaria de "cagado de urubu". O cara marcou um gol, comemorou e "pá" - quebrou a perna. Mas para ele alcançar o mérito "cagado de urubu" o juiz ter anulado o gol por impedimento e o time adversário ter marcado um gol válido logo em seguida foi assim uma conjunção fecal. Pra esculachar mais só a comemoração do adversário, com pirueta e sem quebrar a perna.
O filme sobre os Índios de Mato Grosso do Sul conquistou o público italiano no Festival de Cinema de Venezia.BirdWatchers - a terra dos homens vermelhos” registra a maneira sistemática como os índios brasileiros estão deixando de ser índios.
Se a coisa continuar do jeito que está, daqui a alguns dias vai ser só no cinema mesmo.
Bem se você está lendo esse post quer dizer que o mundo ainda não acabou, ou pelo menos parte dele.
Hoje entrou em funcionamento o LHC - Large Hadron Collider, um acelerador de partículas gigante, considerado pelo cientista da física o maior invento da história da humanidade e que vai tentar recriar o Big Bang.
É tem gente que acha Deus mesmo, pelo menos a gente já sabe que para tentar criar um universo custa a bagatela de 3 bilhões de euros.
Não sei se são os hormônios, não sei se é a barriga, não sei se é a maldita trilha, ou se é o abraço novelistico. Pode ser também a fofuchice do leão... ah, leão??? Que leão, que nada. Isso aí é um gatinho gigante que querem chamar de leão. Snif, snif. Que coisa linda... Buááááááááááááá.
Dica do Carlão Redator Genial: uma eleição dos slogans mais criativos e corajosos da campanha eleitoral de 2008. Com certeza você também deve ter os seus eleitos. Mande pro D30 que a gente publica sem dó, nem piedade de quem vai ler, heheheheh.
9º lugar - Guilherme Bouças, com o slogan: 'Chega de malas, vote em Bouças.'
8º lugar - Grito de guerra do candidato Lingüiça, lá de Cotia (SP). 'Lingüiça Neles!'
7º lugar - Em Descalvado (AL), tem um candidata chamada Dinha cujo slogan é: 'Tudo Pela Dinha.'
6º lugar - Em Carmo do Rio Claro, tem um candidato chamado Gê. 'Não vote em A, nem em B, nem em C; na hora H, vote em Gê.'
5º lugar - Em Hidrolândia (GO), tem um candidato chamado Pé. 'Não vote sentado, vote em Pé.'
4º lugar - E em Piraí do Sul tem um gay chamado Lady Zu. 'Aquele que dá o que promete.'
3º lugar - A cearense chamada Debora Soft, stripper e estrela de show de sexo explícito. Slogan: 'Vote com prazer!'
2º lugar - Candidato a prefeito de Aracati (CE): 'Com a minha fé e as fezes de vocês, vou ganhar a eleição.'
1º lugar - Em Mogi das Cruzes (SP), tem um candidato chamado Defunto: 'Vote em Defunto, porque político bom é político morto!'
Em tempo de eleição, o que não falta são candidatos perdidos. Aqui cabe muitíssimo bem a expressão mais perdidos que cego em tiroteio. Em meio a disputa pelo maior quinhão na câmara de vereadores, os partidos lançam o maior número possível e imaginável de candidatos sem o mínimo preparo e sem a menor noção do que estão fazendo e do que irão fazer caso acabem sendo eleitos.
Tem ainda os sem noção, mesmo, em essência. Mesmo que saibam o q vão fazer, esses são seres acima – ou seria abaixo??? – da noção.
Estes são as grandes estrelas do festival de micos do horário eleitoral gratuito, que merece até ser estudo: Qual a contribuição cultural desse espaço que proporciona aos sem noção do Brasil público e voz para as suas manifestações criativas?
A problemática proposta parte da dica do Alexandre Arata: O Lost Candidato De Leon. Confiram e ruminem.
Na primeira gravidez estava encantada com as lojas de bebes e suas decorações combinadinhas, cheias de biscuit. Nessa viagem tenho achado essas decorações muito chatas e iguaizinhas umas às outras. Agora que o quarto vai ser dividido entre dois rapazes inteligentes e de muito bom gosto, tenho revirado a net em busca de umas idéias mais interessantes e menos bobocas.
Aqui tem umas inspirações bacanas, dos blogs Lá em casa e De(couer)ação também bacanas com outras idéias legais pra outros momentos e ambientes também. Vale a pena.
Ainda teremos que prestar contas para Gabriel do mico nacional Gabrielzinho de Cuiabá, narrado por Cid Moreira. Mas esse último das férias está impagável. Eu mesma confesso que na hora que tava pondo o cabeção lá naquela fantasia de baiana, estava me sentindo bem ridícula, mas o clima turista que não pode perder nada tava mais forte. Agora, vendo o resultado da foto, tenho que segurar as risadas pra barriga não estourar. Reparem que Gabriel tem sua parcela de culpa. Nesse dia ele deu várias birras, mas na hora da foto micosa, sacou até um sorrisinho. Ficou lindo de capoerista, não?
Ah, os devidos créditos: Gabriel Rasta, braços de Emanuel xugulando Biel, Marcia de turbante micoso, Tiago logo atrás do saiote da baiana tentando salvar mamãe desse king kong. Ao fundo a Igreja de São Francisco na Praia do FortE.
Olha, eu to começando a desconfiar que eu também vou poder votar na eleição para presidente dos Estados Unidos, de tanto que a Globo tem puxado o saco do cara. Não bastasse a ampla cobertura no JN, o Jornal da Globo mostrou ao vivo, isso mesmo, ao vivo, o mega, super, ultra, master, show discurso de Obama, em um mega, super, ultra estádio de Denver lotado, com direito a comentários de Waack e Pelajo sobre a evolução da postura de estadista de Barack.
Tá bom que ele é o primeiro negro com chance de ser o todo-poderoso do mundo; que ele tá jogando charme pro Brasil prometendo comprar nossos biocombustíveis; mas olha, a tendenciosidade da cobertura já tá pra lá de escancarada.
35 semanas de gravidez e as pessoas me olham como se eu fosse uma elefanta. Mal acreditam que ainda tem um mês inteirinho pro barrigón crescer. Eu tenho que confessar que eu também. A falta de fôlego, a dor nas costas, os refluxos gástricos, e a mobilidade bem elefanta mesmo, tudo isso tem mais quatro semanas pra me fazer companhia. Sem falar no ritual de besuntar a barriga, de manhã e de noite. A pele está esticadérrima, que dói.
Vagabundeando pela net, ora procurando bobajadas sobre bebês, encontrei a notícia dos sétuplos que nasceram no Egito. 3 meninas e 4 meninos, pesando entre 1 e 1,8k. Realiza: são pelo menos 8 quilos na barriga. A heroína, de 27, aparentava bem mais. Agora imagine o tamanho da barriga dessa mulher. Como deveria ser comer? Os órgãos dela deviam estar um pastel só. Imagina andar, levantar de uma cadeira, da cama. Eu imagino tudo o que eu sinto, vezes sete e imagino a saúde dessa mulher.
Essa guerreira conta com minha admiração eterna. E que Deus, o marido e o governo - que já prometeu - também a ajudem a dar conta desse recadão.
As mulheres quando saem se abarrotam de maquiagem, lembrando que nós homens nem sempre estamos atentos a este trabalho artistico que pode esconder a verdadeira face da donzela indefesa, por isso muito cuidado ao encontrar e sair com alguém a noite pois você pode ser surpreendido no outro dia. Então para completar utilize sempre essa frase idiota:
Se parece bom de mais pra ser verdade, é porquê realmente não é.
Hoje descobri como um corintiano se sente. O sentimento veio após ver a seleção brasileira de futebol levar três a zero da Argentina na semifinal das Olimpíadas Pequim 2008.
É uma mistura de sofrimento, desespero, raiva e vergonha. Ainda bem que olimpíadas só têm de quatro em quatro anos, já o campeonato brasileiro é anual. Putz! coitado dos corintianos.
Sabe aquelas coisas que você fica com vergonha de assisti na TV?
Este vídeo é um exemplo clássico, o candidato a prefeitura de Curitiba Lauro Rodrigues do PT do B da um show no debate da TV bandeirantes e cria uma peça publicitária para marqueteiros políticos venderem seus serviços.
por Alceu Batista às 12:19
A HISTÓRIA MUNDIAL É A HISTÓRIA DA BARBÁRIE BRANCA
Tenho pressentimento de que estamos diante do que dizia Mao Tse Tung: Voou modificá-lo ligeiramente: "O ocidente é um Tigre de Papel... É de Papel, mas é um Tigre..." ("Livro Vermelho" de Mao)
Não sou um defensor de qualquer crueldade, totalitarismo. Conheço a China, e chorei na abertura dos jogos olímpicos, como quem tem o coração nas mãos. Convivem com a crueldade dimensões inimagináveis de ternura e de grandeza milenar e que os jogos também não conseguiram ocultar. em grande parte devemos considerar que as dimensões contraditórias da China não se explicam por ela mesma, mas é fruto da mesma violência sem limites da prepotência do ocidente.
É necessário olhar a China não pelo Estado da China, mas pelos chineses que aplaudem os EUA, o Japão, a China de Formosa, coisas que não são orquestradas. Quando na Nicarágua, vindo num avião repleto de americanos empresários, tive de agüentar a linearidade e a falta de ternura e o preconceito contra o povo nicaragüense...
Tomando um refresco de Pitalla numa banquinha de Manágua, eu dizia de minha revolta contra os americanos pelo que faziam a Nicarágua. Um menino maltrapilho, com menos de doze anos com certeza, cortou-me com dureza: "A opressão a Nicarágua não vem do povo americano, vem do governo dos Estados Unidos!" Aprendi a lição com este professor que certamente via o que eu não enxergava, que havia talvez um milhar de jovens e pessoas do Estados Unidos como voluntários em todas as frentes de Nicarágua, em que se articulavam com os russos, para defesa, sobrevivência e defesa a autonomia daquele mesmo povo: eles não eram Regan!
Cada riso de Chinês e criança, cada lágrima de vitória, nessa olimpíada, ainda que tenha custado, pelo que se sabe, dois anos de isolamento dos atletas, explicam-se em grande parte pela profundidade da raiva do Estado, mas também da excelente memória do povo chinês pelas mais de cem mil mortes a fome, quando o ocidente destruiu as plantações de arroz, dizimou rebanhos, e envenenaram a água.
Tenho um enorme respeito por Mao Tse Tung: levantou a China dizendo: "Vem para junto dos que se recusam a ser escravos!" Aprendi dialética marxista com ele no "Livro Vermelho".Sobretudo num capítulo que precisa de novo ser lido: "Método correto para tratar as contradições no meio do povo", bem mais honesto que os tratados sobre sincretismo da cultura popular, e sobretudo, pedagógico porque não escondia sob uma ciência totalitária e pretensamente inerrante os interesses políticos.
Está escrito por Mao Tse Tung, lá, não apenas que o "materialismo histórico dialético é verdadeiro porque serve para os interesses do proletariado". Fica muito claro que sua verdade reside no que ele pode servir como ferramenta no libertação popular. Mas também que dedica dois capítulos quase freireanos para dizer a condição de servidor de cada pessoa no exército vermelho para não oprimir a sabedoria que se encontrava no meio do povo, junto às vezes com contradições.
Não ignoro que a Revolução Cultural foi sanguinária, não nos seus começos, mas desenvolveu um pragmatismo próprio de todos os regimes em que os Estado sempre passa a ter razão, e que destitui para uma minoria o exercício soberano do poder.
A velha Rosa de Luxemburgo tinha toda a razão quando denunciava o totalitarismo em curso: "Hoje o partido substitui o povo, amanhã o politburo, depois da manhã o comitê central e depois o ditador!" Ela sabia o que estava dizendo. Assim o exército popular vermelho do seu trato educativo é pela concentração do poder do estado, embrutecido, e se voltou ao massacre sistemático das grandes lideranças populares: um hiato entristecedor.
Qual a lógica? A mesma do ocidente iluminista: o povo é burro, são os intelectuais que sabem da verdade, do correto... De alguma maneira estava - e Rosa o indigita - em Lenin: quando se partia da impossibilidade dos operários vencerem a luta contra o imperialismo, porque se esvaíam nas máquinas. Isso que mais tarde, de maneira irônica, Jose de Souza Martins chamava de "inseminação artificial de classe": quem traria aos operários e trabalhadores a consciênia era a burguesia.
Tão bem caracterizado pelo anarquista espanhol: "O discreto charme da burguesia!" que pretende politizar e qualificar as iniciativa operárias e camponesas!
Pois, vem, quero considerar duas coisas, entretanto. Por que se exalta Cuba com tanta simpatia - que se deve me parece! - estive lá, num curtíssimo período pesquisando a educação escolar a partir do ministério e das unidades de formação de professores - discordei em muito do que vi, mas me encantaram algumas dimensões do que se obtinha, mas sempre reconheci os limites de sua democracia que me incomodavam - que não foi menos sangrenta, nem menos violenta do que chinesa, proporcionalmente. Os processos de violência - todos eles - têm poucos limites.
A violência tem uma falha, se autogere, e depois torna-se mania religiosa,e o pior: se diviniza e diviniza aos que a praticam com zelo! Esse foi o caminho da revolução francesa, da russa, da cubana, da chinesa, mas também do fascismo italiano, espanhol, alemão!.
Violência é violência! Não desculpa ninguém, ainda que existam teorias de legitimação e apropriação dela para fins humanitários e de integração social, ou até de afirmação da autonomia e emancipação individual e coletivas: são truques da barbárie!
Não sou pacifista, que se deva aceitar a injustiça calado ou silenciosamente. Há que, no mínimo, nominá-la: para que ela não nos confunda. Levantar a serpente no deserto, e responsabilizá-la pela opressão de toda a vida. Mas, digo a você e para todos os que quiserem ler este texto, me dói que se possa - e este texto o faz! - subscrever de forma racista e etnocêntrica o pretenso prazer sanguinário ou de crueldade chinesas! Quem tem telhado de vidro como tem a cultura branca que se quer legitimar como raça, e desqualificar em nome da branquidade os amarelos, negros... pode estar cometendo um engano perverso.
Nós somos os monstros! A história mundial é a história da barbárie branca! A desumanidade não é uma natureza: é uma relação! Relação pretensamente assimétrica de superioridade, de hegemonia, de desconstrução das outreidades, de negação das diferenças para institucionalizá-las... sejam elas amarelas, negras, pardas...
Irrita-me essa coisa chamada Globo - sucursal da Canal da matriz, - tentando, permanentemente usar, a Bolívia, a Venezuela, Cuba e a China, alardeando-se como dona e promotora da liberdade e dos Direitos humanos, enquanto presta serviço aos interesses do Estado Americano que a patrocina.
As olimpíadas, está aí e serve para não nos enganar que não são uma competição de arte e esporte, é um Estado de Guerra: uma guerra de movimentos - que o governo Chinês, longe ser ingênuo, se preparou há anos para enfrentar, e está procurando ganhar pontos decisivos, na mídia, os esportes, na cultura, na economia. Não se pode, todavia tirar cenas da china, que poderiam em grande parte serem colhidas no Brasil, como estratégia de nivelamento linear da cultura chinesa, que é cultura da humanidade, para dizer da sua inhumanidade. Isso é mentira!
Não ficou para mim, na apresentação das Olimpíadas, a impressão ruim de sua apresentação. Fiquei emocionadíssimo porque tinha toda a sensação de saber que apesar de tudo a China continuava em profundidade sendo a China. Comentei em casa, a diferença talvez nos socialismos, nos quais grassaram uma estética grotesca e meramente embrutecida como "arte" da guerra, a China permanece sendo a China das tradições populares mais profundas com apelo às tradições taoistas, a espiritualidade e à estética da profundidade, que tem sobrevivido ao terror e ao massacre.
O grande sonho de todos nós é que se faça uma grande aliança entre ocidente e oriente, que se complementem dimensões da humanidade de lá e da daqui, da arte daqui e de lá, da força e malícia de lá e daqui, da beleza das crianças daqui e de lá, da profundidade dos velhos de lá e daqui, e possamos criar um mundo novo, onde a gente possa solidarizar-se nas alegrias de uma só raça, uma só nação, um só povo na diversidade como em Pentecostes, cada um falando sua própria língua e sendo entendido por todos.
De repente fiquei até com medo deles aderirem ao style, já que o Rambo pode vender o gol defendendo a Gisele Bündchen de uma ataque de ninjas. O que muda mesmo é só o cachê dos atores e a verba de produção.
O pessoal da publicidade tá meio fraquinho de idéias, no casso do He-Man tem que ter muita criatividade mesmo, ele até parece mais com She-Ra do que com He-Man. A única coisa que dava para salvar num roteiro é o cachorro vira lata.
No caso do Gol. Só com a Gisele eu imaginei fazer coisa mais interessante.
A volta da viagem foi uma apavoração. Não pela viagem em si, que graças a Deus foi tranqüila – tirando de lado sempre, os pitis do Gabriel – mas pelo espanto geral com o tamanho do meu barrigón.
Bom, pequena eu sabia que a barriga não tava mesmo por algumas razões:
1. pelo remelexo de pata que meu andar tem apresentado;
2. pela necessidade da ajuda de um guindaste pra me levantar toda vez que eu invento de sentar ou deitar no chão;
3. pelas azias e refluxos intermináveis toda vez que como qualquer coisa;
4. pelo fato de certas pessoas sem muita noção do perigo, começarem a me chamar, carinhosamente, de jubartezinha.
Mas a língua do povo, sabe como é que é, põe qualquer um doidin. Cheguei em Cuiabá e começaram a me perguntar se as minhas contas estavam certas, se eu tava carregando dois, tamanho era o exagero da minha pança.
Que é isso, gente? Será que o bebê vai nascer semana que vem e não tem nada pronto???
Bom, fui ao médico e ele disse que de fato minha barriga está meio centímetro acima da média, então, povo, normalésima. Feliz e desencanada, agora volto a me preocupar apenas com a repaginada do quarto dos meninos. Ahhh, tenho que admitir que essa parte fútil da gestação é uma delícia.
Na faculdade nos encantamos pela coragem de Toscani, principalmente ao lermos sua obra A Publicidade é um Cadáver que nos Sorri. Certamente ele não é um homem de meias medidas, mas isso tem consequências, especialmente quando se trabalha com o dinheiro "dos outros", no caso dos anunciantes. Os anunciantes querem vender e nesse sistema, o questionamento passa longe dos seus objetivos.
Entretanto, dependendo do posicionamento da marca, é possível seguir por caminhos mais ousados, como é o caso do refrigerante Sprite Zero. O slogan: "As coisas como são" revela o posicionamento de tratar as coisas de forma direta e sincera, ao invés de inserir o produto no mundo e situações ideais como normalmente as campanhas publicitárias costumam fazer.
1. Sprite Zero é uma marca The Coca-Cola Company, direcionado para o público jovem, bem mais aberto e também mais esperto em relação aos argumentos convencionais da propaganda.
2. Foram investidos alguns milhares de dólares em pesquisas com o público-alvo para permitir execução dessa campanha.
3. O site http://www.sprite.com.br/index.jsp tem outras ferramentas de interação com o internauta, trabalhando o conceito as coisas como são, entretanto, ele não dá nenhuma pista da composição química do refrigerante, no caso, o que mais interessa como realmente é.
Enfim, não é fácil exercer a crítica nesse campo. Vai ver que é por isso que tem tanto publicitário em crise existencial.
Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos, nem percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis o que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme.
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Ate mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto a minha vida depende de suas existências...
A alguns deles não procuro, basta-me saber que existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Mas porque não os procuro com assiduidade, não posso dizer-lhes o quanto gosto deles.
Muitos não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos. Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não o declare, nem os procure.
E, às vezes, se os procuro, noto que não têm noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque fazem parte do mundo que, tremulamente, fui construindo e tornaram-se alicerces do meu encanto pela vida. Se um deles morrer, ficarei torto para um lado.
Se todos morressem, desabaria!
Por isso é que, sem que eles saibam, rezo pela vida deles e me envergonho porque sei que essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem-estar. E talvez fruto do meu egoísmo...
Por vezes mergulho em pensamentos sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer...
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca saibam que são meus amigos!
A GENTE NAO FAZ AMIGOS, RECONHECE-OS.
por Vinícius de Moraes às 10:11
18
Julho
2008
Sexta em Julho é sinônimo de férias para alguns, para passar a vadiagem com grande estilo aproveite a Sexta The Flash.
Encontro familiar é a tal de faca de dois legumes. Ao mesmo tempo em que vocë quer reviver histórias e emoções do passado, pouco antes dele acontecer, vocë fica se perguntando o que foi fazer ali. Como estão aquelas pessoas, aqueles rostos das fotos. Então quando você finalmente encontra, fica a estranheza em relação às rugas, mas a recontação de histórias rapidamente restabelece o elo perdido.
Então você começa a pensar que deveria ter feito isso a bem mais tempo. Não há tempo a perder quando a vida é curta e tão surpreendente.
P.S. Salvador é surpreendente. Até no clima. Tá chovendo todo dia.
Esse fim de semana abandonei as salas de cinema e fui em busca de algo mais denso pra assistir. Encontrei um filme nada convencional, mas não por causa de sua estrutura fílmica e sim por não se ter muitas notícias de longas finlandeses. Não me decepcionei. O drama Minha vida sem minhas mães (Äideistä parhain –Finlândia/Suécia - 2005) se encaixou perfeitamente no que eu procurava.
O filme relata a história do menino finlandês Eero que depois de perder o pai na Segunda Guerra Mundial vê sua vida virar de cabeça para baixo. Eero faz parte das 70 mil crianças que foram mandadas para a Suécia para tentar sobreviver, já que este país não estava em guerra. Os pais finlandeses, com medo de uma retaliação maior por parte dos russos, entregaram seus filhos para famílias suecas com a promessa de que com o fim da guerra as crianças seriam devolvidas.
E assim os pequenos finlandeses foram para um país diferente, com língua e cultura diferentes tentar fazer parte de uma família que não era sua. Para Eero a adaptação não foi nada fácil. Sua mãe adotiva esperava uma menina, de preferência ainda bem pequena, e fez de tudo para devolver Eero ao governo. Mas depois de saber que ele seria enviado a um orfanato preferiu continuar com o garoto.
Além da história triste do garoto Eero, Minha vida sem minhas mães mostra também a dor e a angústia de duas mães em tempos difíceis. A mãe biológica de Eero, Kristi Lahti, parece viver uma vida totalmente alheia ao filho enquanto este está na Suécia. Ela vai para Helsinque trabalhar no quartel general e começa a namorar um oficial alemão. Durante toda a trama, as mães se trocam correspondências e é através delas que a mãe adotiva de Eero, Signe, percebe que talvez Kristi não goste tanto do filho como ela gosta. Na verdade, o que Signe enxerga é que Kristi brinca com a vida do filho de acordo com a ocasião.
A direção de Klaus Härö também é ótima. Ele trabalha muito bem o vai-e-vem da trama que ora está no passado, ora está no presente. Sem contar que a fotografia também é belíssima, ela deixa um ar melancólico no filme, mas sem tirar a beleza das paisagens. Minha vida sem minhas mães é um filme triste. Mas a vida não é só felicidade. E só de saber que um dia 70 mil mães deram seus filhos para outras famílias nos faz refletir sobre nossas decisões.
Jovem rapaz, arrumado chega afobado ao balcão de check-in da companhia aérea:
- Eu gostaria de remarcar a passagem desse vôo das seis da manhã, que acabou de subir.
- Qual o motivo do senhor ter perdido o vôo?
- Ah, cara, o pneu do carro furou bem quando eu estava a caminho daqui.
Chega ao lado do rapaz arrumado, um rapaz descabelado, de chinelos e camiseta de pijama.
- E aí conseguiu?
O atendente conclui: - O senhor dormiu, né?
- Éééé. : P
Pois é, né? Tem motivo mais bocó pra perder um avião que dormir demais? Ainda mais quando a viagem é de férias. Ainda mais quando essas férias vão ser passadas em Salvador. Ainda, muito mais, quando você vai reencontrar a família e o pai que não vê há tantos séculos. Puuuts. É mico demais da conta, sô. Num dá pra chegar pro atendente e dizer: pô, cara. Minha mulher até pôs o celular pra despertar, mas a porcaria ficou sem bateria.
Eu mesma cheguei a pensar que pela tensão de sair de férias, iria acordar antes do relógio, como muitas vezes acontece, mas pensando bem, acordar antes das 4 da madruga, significa acordar no mínimo 3:59. Haja nervoso pra tanto sacrifício.
Fora o preju de ter que remarcar a passagem (custa uma granosa) fica a raiva de não ter feito isso ou aquilo, e é claro, a vontade de esganar a sua cara-metade, que também dormiu no ponto, legal.
Mas como minha cara metade também tava a fim de me esganar, resolvemos tudo com umas piadinhas seladas com abraços e beijos queridos e uma promessa: para amanhã, nossos celulares e parentes ficarão carregados e programados para nos acordar às 4, sem falta.
Hehehehe, liçãozinha pra vida: não é só salgadinho de festa que é melhor sobrar, do que faltar.
P.S.: Aguardem posts soteropolitanos.
por Marcia P. às 01:21
11
Julho
2008
Sexta preguiçosa no escritório, hora de se divertir na Sexta The Flash.
A proximidade com as Olimpíadas traz uma série de programas e reportagens de vários tipos e tamanhos. A China virou o centro cultural do mundo e cada detalhe sobre esse país é explorado. Não é diferente na indústria cinematográfica. A nova animação da Dreamworks, Kung Fu Panda, mistura a fauna daquele país (onde todos os personagens podem ser encontrados e comidos na culinária chinesa!!!) com elementos da famosa arte marcial.
O simpático Po (dublado por Lucio Mauro Filho na versão brasileira e por Jack Black na versão original) passa seus dias vendendo macarrão na vendinha de seu pai (um ganso!), mas sonha em ser um grande mestre em Kung Fu. O detalhe é que seu físico e o fato de nunca ter praticado a arte marcial deixam esse sonho um pouco distante.
Contudo, a ameaça de um antigo inimigo faz com que o Mestre Shifu precise escolher e treinar o novo Dragão Guerreiro que irá salvar a comunidade. E é na cerimônia de escolha do guerreiro que o Panda cai literalmente do céu e torna-se o salvador.
Kung Fu Panda faz parte da categoria de animações que inserem muito humor e ação. Além de conseguir constituir uma cena ou outra que trabalham os ideais do budismo, como a fé em si mesmo e a honestidade.
Lições a parte, as caras e bocas do Panda fazem você viver com ele suas angústias e frustrações. Além disso, as cores, a iluminação e a computação gráfica deixam o filme com um aspecto puramente oriental.
Kung Fu Panda é uma comédia tamanho família, despretensiosa e bem dirigida por Mark Osborne e John Stevenson. Ótima para se ver nas férias.
São raros os momentos em que realmente conseguimos enxergar o mundo a nossa volta, talvez os nossos olhos estejam acostumados com um mundo do show das imagens, um mundo que construímos e de certa forma acabou tornando-se uma venda para realidade, mas é uma venda confortável porque como diz o ditado o que os olhos não vêem...
No entanto, me parece que cada um de nós que se engana tem um limite, uma hora da verdade em que a vida fica descoberta e talvez por isso sentimos que ela assim fique desprotegida como se o manto que a escondesse fosse capaz de proteger e de guardar.
Engraçado porque fomos expulsos do paraíso justamente por provar da fruta do conhecimento, mas porque pagar um preço tão alto se realmente não vivemos no mundo da verdade?
Me faço esta pergunta toda vez que vejo a TV, uma propaganda ou leio um jornal.
A impressão que eu tenho é que saímos do paraíso da ignorância para viver na realidade das mentiras. A única saída que eu vejo é ser verdadeiro e é esse caminho que eu escolhi trilhar, ainda não sei aonde vou chegar, mas me sinto bem melhor.
Algumas apresentações simples e criativas podem divertir audiências bem mais exigentes, este é o caso deste video que usa a antiga técnica do fundo preto e bonecos manipulados. A manipulação e a interação do personagem é bastante interessante. Aproveite.
Falar de censura quando envolve questões morais e éticas não é nada fácil. Falar de censura com criatividade e bom humor é mais difícil ainda, mas o resultado é muito bom porque vai direto ao ponto aonde se quer chegar.
Só podia ter o dedinho do Fatboy Slim na parada. O clip (Toe Jam) faz parte do álbum de lançamento do novo projeto (Brighton Port Authority - 'The BPA') que será lançado digitalmente no dia 7 de julho.
Antes de começar tenho que admitir que sou fã incondicional dos desenhos da Disney e da Pixar. Quando assisto (ou re-assisto) alguma animação desses estúdios é como se eu voltasse a ser criança. Se bem que nos últimos anos as animações conquistaram um público bem mais velho.
Ontem, no cinema, dava para contar nos dedos quantas crianças assistiram Wall-E. e não é para menos. Os temas abordados no filme talvez não passem de mera diversão para os baixinhos. Mas, os adultos com certeza viram com outros olhos.
Wall-E é um robô sobrevivente. Sua função era limpar todo o lixo que o ser humano deixou na Terra antes de entrar na nave AXIOM. Enquanto os humanos esperavam o fim da limpeza no espaço, os robôs começaram a apresentar defeitos na Terra. Eles não agüentaram a gigantesca carga de trabalho. Até que restou apenas o simpático Wall-E.Wall-E continua sua rotina de trabalho apenas com a companhia de sua amiga barata.
Um belo dia, a vidinha do robô é sacudida. Um novo modelo de robô (Eva) pousa na Terra em busca de plantas vivas. E Encontra. A partir daí, Wall-E abandona a Terra e acompanha Eva de volta à nave AXIOM. Dentro da nave, as críticas ao estilo de vida da população humana são fantásticas. Mesmo de passando em 2700, as atitudes, ou a falta delas, não é muito diferente de agora.
Na AXIOM, há uma geração de sedentários obesos que possuem os ossos atrofiados pela falta de exercícios físicos. Eles passam o dia sentados nas cadeiras flutuantes e cada mínimo comentário que assistem nas telinhas e telonas soam como regras a serem seguidas. A essa altura, os humanos já não pensam, as máquinas fazem isso por eles. Contudo, existe o sonho distante de voltar a reabitar o planeta. Tudo muito controlado pela mega-empresa BNL.
Entre motim de robôs, humanos voltando a pensar e uma plantinha sobrevivendo em uma bota, Wall-E e Eva vivem uma paixão robótica e tentam salvar o destino do planeta.
Além do roteiro bem escrito e elaborado para tratar de um assunto polêmico atualmente, as animações beiram a perfeição. Nenhum detalhe foi esquecido, a iluminação que simula o entardecer é impecável.
Porém, foram outros dois detalhes que me chamaram mais atenção. Um deles são os créditos finais, uma história a parte que conta como foi a recolonização da Terra. O outro é o curta Presto que é rodado antes do filme: mais uma obra-prima da união Disney-Pixar. Abaixo tem um preview de Presto. Muito bom!
Estréia este fim de semana a nova animação dirigida por Andrew Staton, o roteirista de Toy Story 1 e 2, Vida de inseto e Monstros S.A.
Wall-E narra a história do planeta Terra sem humanos no ano 2700. A razão da ausência de homens é o fato de que ele transformou a Terra em um grande depósito de lixo ao longo de sua existência. Depois de dar origem ao caos, todos os habitantes fugiram para a nave Axiom. E de lá, esperam que a empresa Buynlarge consiga limpar o planeta novamente. A mega-empresa enviou milhares de robôs programados para coletar o lixo, contudo, elas não deram contam de tanto trabalho e restou apenas o pequeno Wall-E.
Wall – E é também o protagonista do filme e sua rotina diária é continuar a coletar todo o lixo da Terra.
Porém, a vidinha pacata do robô é dessetabilizada quando uma nova unidade operacional Pousa na Terra.
Ontem um colega de trabalho entrou pro clube do assaltados. Entre os sentimentos de raiva e impotência diante da indiferença da polícia, que se recusava a ir ao local onde os meliantes estavam escondidos, uma coisa boa - vejam só que bosta tirar uma coisa boa de um assalto. Na verdade, frase boa: Pior ainda que ser assaltado é ter que ficar aturando o ladrão te chamando de vagabundo e filho da puta, porque vc está com pouco dinheiro. A quantos exemplos podemos remeter esses segundos de sabedoria? Ao ex-prefeito Alberto Bejani, aumentanto continuamente o preço das passagens de ônibus para aumentar a sua caixinha, ou a Robert Mugabe, se lançando como candidato único a presidente, enquanto extermina a oposição do seu pais?
Aos dois, né? Tem tantos mais. Aposto que já pipocou um aí na sua cabeça.
O pensamento inútil do dia é:
Os psiquiatras dizem que uma em cada quatro pessoas tem alguma deficiência mental. Fique de olho em três dos seus amigos. Se eles parecerem normais, o retardado é você.