Quando fiquei grávida pela primeira vez, quase imediatamente quis que fosse menino. Toda vida me senti mais à vontade com os meninos. Na escola, desde as primeiras séries fazia trabalhos em grupos de meninos. Tendência que se manteve até a faculdade. Quando soube que teria um filho, cuidar de um menino parecia a que era única opção pra mim. Sei lá, nem cogitei ter uma menina. Na verdade, acho que tinha medo que essa competitividade que frequentemente marca a relação entre mulheres se instalasse entre mim e minha filha.
Quando engravidei a segunda vez também “sabia” que era menino de novo. E achei ótimo, pq afinal já tinha know how e me dava muito bem com meu primogênito. Como sempre falei pra todo mundo, adorava ser mãe de menino, das brincadeiras de “porrada”, da simplicidade de arrumá-los, patati, patata.
Enfim, quando engravidei pela terceira vez, antes mesmo de engravidar eu queria que fosse menina, mas como tinha tanto talento pra ser mãe de menino, pensava que talvez fosse meu destino ser mãe só de menino. Então ficava quieta, não dizia nada. Pensava: se eu estiver esperando um menino ele pode ficar triste se eu ficar falando que quero menina.
Quando veio a confirmação da menina, não acreditava. Sabe, bom demais pra ser verdade? Pois é, mas era. É verdade. Minha menina é linda, dengosa, chora forte e sorri bastante. E sem modéstia, estou até me saindo bem como mãe de menina. Apesar de dar mais trabalho pra limpar o cocô, apesar de ser mais demorado para montar os looks, o carinho é mais suave, o sono é mais calmo.
Parece bobagem, parece até que a gente está caducando, mas eu tenho me deliciado com essas diferenças e agora percebo que quando a gente está afim, não importa se é menino ou menina, a gente se diverte – e também sofre – sendo mãe dos dois.
É tão difícil compreender ou dimensionar a pressão da natureza, do inevitável, de um imprevisível acidente ou um de simples tropeção em nossas vidas.
As catástrofes causadas pelo terremoto no Japão e pelas enchentes do Rio de Janeiro revelam mais que a dimensão assustadora da força da natureza sobre nós. Revelam o quanto somos pequenos, frágeis e passageiros.
Nesse momento é fundamental sabermos que não estamos sozinhos, quando nos reconhecemos como partes conectadas nos reintegramos ao universo e sentimos toda a força Dele em nossas mãos é assim que se faz brotar de cada lágrima uma nova esperança.
Então, vamos começar o assunto. Essa d30 que vos escreve está grávida novamente, =D. Grávida pela terceira vez, pra ser mais específica. Neste momento, de 29 semanas, que correspondem ao sétimo mês de gestação, me proporcionando, portanto, uma “senhora” barriga. Senhora barriga que ainda, ainda, é bela de se ver, mas que já deixa o cotidiano um tanto quanto atrapalhado.
É gostosa essa sensação do bebê mexendo dentro de você. No comecinho é até mágica, divina, como se você fosse um ser dotado de capacidades sobrenaturais. Aí o tempo passa, os movimentos ficam mais freqüentes e aí tudo já fica mais normal, sabe? Hoje posso dizer que me sinto uma canguru, que a qualquer momento vou poder abrir o zíper da minha barriga e pegar minha nenê nos braços.
Pois é, é uma nenê. Rsrsrrs.
Mas de tudo que tenho vivenciado nessa reprodução é o embaraço numérico diante do três. “Três??? Mas já vai parar por aí, né?” vivem me acautelando. Me sinto quase uma aberração. Do mesmo jeito que deve se sentir quem não quer nenhum filho. “Nenhum??? Mas por que? Filho é uma benção...” Realmente é, mas pra quem QUER ter. E tem gente que quer ter um monte. Tem gente que quer só um. E tem gente que não quer nenhum. E não é essa diversidade que torna a vida realmente interessante?
Um sorvete, quando chega na metade da casquinha parece que evapora. Um pôr do sol, experimenta dar uma piscada e lá se foi a metade o sol, como é que pode ser tão rápido depois de passar um dia inteiro fritando nossas cabeças. Hehehe, até lembra a gente em final de expediente, ou não é exatamente às 18h que adquirimos aquela capacidade de simplesmente sumir sem deixar rastros?
É uma pressa explicável, até. Culpa dessa nossa necessidade de mudar de fase logo. Ao vislumbrarmos a porta do avião, o novo horizonte, o prato pronto, a gente acelera o passo, pisa mais fundo, fica com mais fome, enfim, nos jogamos na vontade de antecipar a nova experiência, a nova emoção, o novo sabor, mais uma novidade, finalmente.
O fim do ano tem disso, também, né? O tempo acelera. A gente acelera. As pessoas à nossa volta aceleram. Os dias parecem mais curtos para tantos compromissos e novidades para se ver, viver e comprar. As noites parecem insuficientes para compensar a exaustão desses dias tão corridos. A ansiedade parece contaminar toda humanidade.
Entónnn, que tal dar um tempinho nesse stress todo?
Segura a onda aí, só um cadin, e dá uma olhadinha nesse clip do Pato Fu. Tem até a letra procê cantar juntim, sem pressa.
P.S. A Fernanda Takai não está uma fofa nesse clip?
Sobre O TempoPato Fu Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei
Pra você correr macio
Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei
Pra você correr macio
Como zune um novo sedã
Tempo, tempo, tempo mano velho
Tempo, tempo, tempo mano velho
Vai, vai, vai, vai, vai, vai
Tempo amigo seja legal
Conto contigo pela madrugada
Só me derrube no final
Ah-ah-ah ah-ah
Ah-ah-ah ah-ah
Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei
Pra você correr macio
Como zune um novo sedã
Tempo, tempo, tempo mano velho
Tempo, tempo, tempo mano velho
Vai, vai, vai, vai, vai, vai
Tempo amigo seja legal
Conto contigo pela madrugada
Só me derrube no final... oh-oh... oh-oh ah..
Pão com manteiga e café com leite. Nenhum show, nem cinema, nem sorveteria, nem dona Eulália. Passeei na calçada da minha rua. Ah, sim, tive acesso um filme (The Social Network). Interessante pra quem deseja conhecer a história da criação do Facebook. Eu sempre acho interessante conhecer essas histórias, então, apesar de ter quase ter dormido (se bem que nesse momento gestancional eu não sou lá uma referência muito isenta em termos de sono), gostei. Apesar do Eduardo ser patrício, não acredito que ele é coitadin, judiação. Como eu diria ao Gabriel: bobeou, dançou, meu filho. Estranhei ninguém ter mencionado a concorrência do Orkut e gostei de ver como a empresa da tal geração X começou a ser gerida e gostei especialmente do processo seletivo dos estagiários. Eu iria curtirrr muuuito bartizibar de um dezzes, hic!
Passada a crise dos 30 anos, eis aqui mais um motivo para entrar em crise: a onda de gerações Baby Boomers, X, Y. Ultimamente não se fala em outra coisa. Os Baby Boomers, primeiros a crescerem com televisão, teriam sido os primeiros a viver a sua juventude, especialmente lá nos Estados Unidos e Europa. No Brasil e América Latina em geral, o efeito foi um tanto retardado e sufocado pelo conturbado período político que intercalou governos populistas e ditatoriais, mas nem por isso eles deixaram de produzir muita música boa, usar drogas, calça boca de sino e sair às ruas para dar voz a suas convicções ideológicas.
Depois deles vieram os “X” que seríamos nós, hoje D30, D40, que, pelo menos aqui na América Latina, viveu aquele desbunde com a liberdade recém adquirida. Roupas e make over nas cores e brilhos, menos na quantidade de pano, palavrões e putaria na música e nos filmes. Aí, veio a geração “Y” que cresceu já conectada à internet. Esse pessoal multimídia em pessoa. Que lê enquanto ouve música, essas coisas. Isso tudo que estou falando é superficial, hein, gente. Não tem nada de científico, apenas de “views” em outros sites e programas de TV.
Sabe esse negócio não deixa de me fazer sentir velha e vejo que muita gente também está se sentindo assim, como eu e por isso já nega a sua letra: “eu não sou X, eu vivo como um Y”. Então, vou falar aqui do que realmente vivi, vivo, como D30, dita geração X. Como menina bobinha, eu vivi a década de 80 sem entender direito o que tava acontecendo. Morria de medo de assistir Thriller, não entendia quando brigavam comigo apenas por pronunciar a palavra “maconha”, nem porque todo mundo chorou tanto quando o Tancredo morreu (no meu aniversário, por azar), e computadores eram equipamentos usados apenas na Nasa. Ah, sim, eu era viciada em televisão. Assistia desde que acordava até dormir. Sim, sonhei ser paquita e odiava as loiras, mas nunca tive a brilhante ideia de censurar a Xuxa por isso. Essa fase da minha vida foi um tédio sem sentido.
Quando chegou a década de 90 virei fã do New Kids On The Block, jurava que o Jordan era hetero, fiz curso de datilografia, me apossei da máquina de datilografar do meu pai, enfeitava a agenda, fiz amigos por correspondência (carta), e sim, não tinha como não ouvir a explosão do rock brasileiro. Quando entrei na faculdade a internet apareceu. Eu acessava muito pouco e era como uma experiência científica. Só lá por 98 comecei a ter acesso diário a um computador e assim me familiarizar com a revolução em processo.
Hoje sinto que não me “encaixo” em letra nenhuma. Mas não renego meu X. Não tenho a pretensão de viver como exatamente como um Y. Sério, até já tentei ler ouvindo música, mas pra entender alguma coisa do que eu to lendo, só desligando a música. Fazer o quê? Me resta levar a vida com essa “limitação”.
O que me faz sentir mais “antenada” são os viciantes blogs, que diariamente nos abastecem de bobagens muito mais interessantes que a televisão, pra qual hoje eu não tenho muita paciência. Só preciso tomar cuidado pra não deixar os livros de lado, porque bobaginhas são gostosas como pipoca, mas não tem lá a sustança que a gente precisa pra compor nosso alfabeto.
Não se enganem Ys. Preparem os lenços porque a hora da crise de vcs tá a caminho em banda larga. Vem aí, a geração Z.
Tudo bem eu sei que esse blog está totalmente parado, mas como nós temos mais de mil visitas por dia que chegam aqui via Google querendo saber como comer sua melhor amiga e links diversos, quero compartilhar como vocês o vídeo abaixo que mostra um pouco dos jovens e da sua juventude.
Com todo respeito que tenho, veramente, pela história de vida e pelo talento de Elza Soares, peço a Deus que não me deixe perder o senso como ela parece ter perdido. E alguém, ela mesma, poderá levantar e perguntar: quem és tu para opinares qualquer maxixe na vida de Elza? Como diria Takai, sou como os outros que não são ninguém, e ficam olhando os alguéns fotografados pelas lentes maquiavélicas das revistas de celebridades, como a Caras.
Se ela está se expondo ali, não deve estar se importando com o que vão dizer, e sabe que, com certeza, alguma coisa “vão dizer”.
Então deixa eu dizer logo, porque to com vontade. Depois de ver Elza na Caras, cá eu digo que tenho medo de ficar d50, d60, 70, 90, 100 e perder a noção:
Do que é plástica e do que é deformação.
Do que é relacionamento e do que é aproveitamento.
Depois dos 30 até quem sempre carregou a bandeira da “cara lavada” começa a repensar seus conceitos. Sabe como é, o sorriso começa a ficar mais profundo, a firmeza já não é a mesma dos 18 e o pior, as manchas do sol pipocam por todo o rosto. Especialmente se você mora em Cuiabá. É aí que você descobre no corretivo (depois do filtro solar) seu mais novo amigo inseparável.
E se a maquiagem serve pra esconder defeitinhos, porque não começar uma relação mais intensa com ela? Aos poucos descobrir a beleza de um degradê de sombras, as desventuras de se passar um delineador, o queixo caído de quem te viu antes e te vê depois de uma produção bacana e a importância de um demaquilante porreta pra não se transformar em um panda no dia seguinte.
Em meio a essas descobertas se multiplicam os tutoriais de make e cabelo na internet. Vic Ceridono e Julia Petit são as estrelas que guiam milhares de internautas pelos caminhos das produções e dos coques das famosas. Há que se tomar cuidado para não entrar na neura de ter todas as marcas carésimas que elas costumam nos apresentar, especialmente se você for uma iniciante. Por outro lado, é um exercício de criatividade e auto-estima experimentar novas caras, bocas e cabelos.
Algumas dicas para quem está entrando nesse mundo:
- Se borrar, não chore, não grite, não diga que nunca mais vai se maquiar. Respire fundo e use o infalível cotonete com o seu super amigos demaquilante e corretivo, ou até uma babinha mesmo, já serve.
- Comece usando o que você tem em casa. Conforme você for ganhando habilidade e descobrindo o que te cai melhor, aí você vai comprando outras coisinhas, assim aos poucos.
- Coragem, coragem! Comece a fazer do make uma coisa mais cotidiana na sua vida. Vai ao banco, passa um rimel. Vai ao shopping, põe um blush. Se for a um bar, já dá pra caprichar nos olhos. No início é trabalhoso, mas com o tempo você se produz em 5 minutos.
Que dia você usa para começar uma dieta? Uma academia? Uma nova rotina? Um novo trabalho? Ééé, na segundona.
Embora difamada por alguns como o dia da ressaca, da preguiça e do bode pelo fim do fim-de-semana, a segunda-feira é “o dia”. Aquele dia “D” que a imensa maioria dos mortais escolhe para pôr em prática a sonhada mudança na mesmice da sua zona de conforto, ou seria desconforto? Afinal, a mudança exige uma vontade de reordenar o lugar das coisas. Se estivessem certas, não precisariam de mudanças, não é?
????
Anyway, voltando à segunda-feira, imagine quantas energias e mentalizações este dia recebe graças ao insaciável desejo de mudança do ser humano. Ela é a pequena largada semanal, a chance que recebemos a cada 7 dias para colocar em prática uma promessa que seja, das dezenas que fizemos na virada de ano.
Hoje, 17 de maio é segunda-feira. Daqui para o final do ano são mais 32 chances de ficar em forma, parar de fumar, fazer exercícios, praticar uma religião, aprender a dirigir, brincar com os filhos, fazer terapia, se reconciliar com o irmão, começar um curso, terminar um curso, enfim, dar um jeito na vida, que não está agradando do jeito que está.
De minha parte, pela enésima/entésima vez, também estou lançando mão da segunda-feira para aplicar várias mudancinhas na minha vida, que se levadas adiante, provocarão uma mudançona na minha vida. Legal, né?
Resta saber a quantas segundas-feiras essa atitude vai durar.
P.S.: Na boa e bem aventurada vontade que hora impera neste ser, entre as cinco outras promessas de segunda, também se junta o compromisso de atualizar diariamente este D30. Torçam por mim. : D
Mais de 20 mil educadores visitaram a Interdidática – Exposição Internacional de Sistemas e Soluções em Tecnologia Educacional, realizada de 28 a 30 de abril de 2010, no Palácio das Convenções do Anhembi, em São Paulo.
Fui um dos conferencistas na área de ensino superior do Grupo Kroton IUNI, participei do Seminário Internacional Brasil-Europa sobre Qualidade e Acreditação do Sistema de E-Learning no Ensino Superior. Confira mais um pouco no vídeo abaixo:
A estimativa é que no Brasil exista aproximadamente 1.000 pessoas com a síndrome. No entanto apenas 11 casos forar diagnosticados no país, ou seja, apenas 1% dos casos existentes.
Nosso principal objetivo é dar auxílio e conforto aos portadores da síndrome, a seus familiares e aos profissionais da área da saúde do Brasil, com informações sobre essa patologia, reunindo forças para conquistarmos juntos um melhor tratamento para essas pessoas e fomentar a criação do Plano Nacional para Doenças Raras.
Lá colocaremos artigos médicos, reportagens, depoimentos, notícias, tudo que possa contribuir para o tratamento e bem estar das pessoas com a síndrome. Se cadastrando no site, os interessados poderão participar da comunidade exclusiva do site, que também é ligada ao Facebook.
Participe, informe-se e multiplique essas informações. Quanto mais as pessoas e profissionais tiverem acesso a essas informações, menor será o tempo de diagnóstico e menor será o tempo de internação.
Um pecado capital? Já foi, ou apenas foi. Agora a Ira é também um pecado ecológico.
Sentir ira de algo ou ALGUÉM é impiedosamente cruel com a natureza. Ora, pois, duvidas?
Pense então em quantos papéis com frente e verso pronto pra serem usados você já amassou e rasgou num ímpeto de ira só por que na hora não tinha idéia do que escrever nos benditos? E quanto algodão extra vc já gastou tirando a maquiagem, enquanto remoía com ódio a patética festa onde você foi. Ou quantos pratos, vasos, celulares e outras cositas que tiveram o azar de estar a sua frente naquele momento em que vc precisava exasperar a sua cólera destroçando algo que não fosse vivo. Coisas que foram para o lixo. Pior ainda se foram para o lixo errado, como as baterias de celular. Sua ira pode ser responsável pela poluição irreparável de um manancial de águas imenso.
Que horror. Que pessoa abjeta, egoísta, inconsequente você é! Nunca pensou nas tragédias ecológicas que um piti seu poderia causar? Hein, hein?
Afff, só de pensar que daqui a alguns anos meus filhinhos não vão ter um rio onde nadar, aaaaaaaaahhhhh, vai me subindo uma coisa, uma raiva, um ódio, grrrrrrrrrrrrrrrrr!
É um mutante que entra em casa sem sujar o chão? NÃÃÃÃO.
É o comercial novo da New Balance "Feet on Head" - Pense na sua corrida. Não nos seus pés - finaliza o reclame.
Quando eu era criança, assim d10, tinha uma empregada que gritava quando eu e meus irmãos voltávamos suados da escola "PONHA OS PÉS NA CABEÇA, EU JÁ LIMPEI A CASA TODA!!!". Essa é a realização do sonho dela.
As experiências que nos fazem repensar o sentido da vida, com mais profundidade e impacto, costumam ser digamos, intensa, profunda e sofregamente dolorosas. Uma dor tão intensa que chega a ser inacreditável se não a sentimos. Anyway, acabamos sentindo, mais dia, menos dia.
Eu espero por mais dias até que sinta novamente. Então, Marcelo Serpa indicou no Twitter esse vídeo aí: “animacão do Rick Thiele e Mario Ucci, brasileiros em Londres para a Olgivy de SP”.
Da música à iluminação você sente o tumor crescer. Eu, hein?
DENTRO DOS CORREDORES ILUMINADOS E CLIMATIZADOS DE UM SHOPPING A GENTE PENSA ESTAR PROTEGIDO DE TUDO O QUE É FEIO, FEDIDO E - ADMITA - POBRE.
MAS SHOPPING TAMBÉM TEM ROUBO, TEM SEQUESTRO E COLIFORMES FECAIS. ACREDITE, SHOPPING TAMBÉM É SUJEIRA.
OLHAÍ, UM BICHO ESCROTO SOLTO NO MÁRMORE DA PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO DO PANTANAL SHOPPING. E AQUI NÃO TÔ DETONANDO EXCLUSIVAMENTE O PANTANAL. NÃO SE ENGANE. SE TEM LÁ, DEVE TER NOS OUTROS TAMBÉM.
EM RELAÇÃO AO VÍDEO, VAMOS LÁ, É ENGRAÇADO.
ENGRAÇADO VER O APAVORAMENTO DAS PESSOAS.
NÃO QUE EU NÃO TENHA MEDO DE RATOS. NA REAL, TENHO UM INEXPLICÁVEL PAVOR. MAS OLHANDO ASSIM TÃO DE LONGE, É DIFÍCIL NÃO ACHAR ENGRAÇADO A DESPROPORÇÃO DE PESSOAS TÃO GRANDES COM MEDO DE UM SER TÃO PEQUENO.
ATÉ CONSEGUIRMOS ENXERGÁ-LO MUITA GENTE APAVORADA DEU SEUS GRITINHOS. DAÍ ELE SAI E ENTRE OS PULINHOS DOS MEDROSOS E PISÕES DOS SÁDICOS O RATO (IA CHAMAR DE RATINHO, MAS TENTO MANTER A IMPARCIALIDADE) TENTA FUGIR ATÉ SER PISOTEADO POR MUITOS PÉS, QUE DEVEM TER SE ACHADO BASTANTE VALENTES.
PRA FECHAR A COMÉDIA, ALÉM DA RISADA PUERIL DA LADY, ENTRA O SEGURANÇA – QUE TAL COMO NOS FILMES – CHEGA NA HORA QUE O SALVAMENTO ACABOU, SÓ PRA INFORMAR DETETIVAMENTE PELO RÁDIO QUE O TUMULTO ESTÁ UNDER CONTROL.
HAHAHAHA.
ADOREI.
P.S. A LETRA IRRITANTEMENTE MAIÚSCULA É UMA HOMENAGEM AO DIA DO CAPS LOCK. ACREDITA?
Quando a gente é criança, criancinha assim, a gente tem essa mania de fazer o que minha mãe chamaria de "macacada" com tudo. Por que não testar o equilíbrio andando por aqueles meios fios sem calçada? Por que simplesmente andar se você pode saltar e andar ao mesmo tempo? Por que só os super heróis sobem pelas paredes? O que acontece se a gente tentar andar usando uma cadeira? Bom, geralmente a gente tropeça, cai, quebra uns móveis e as vezes até uns ossos. Aí a gente fica medroso e temeroso e chegando aos 30, se a gente conseguir subir uma escadaria sem perder o fôlego, já vai ser considerado um atleta.
Massss se você for teimoso e corajoso que nem o cara do vídeo, cara, você vai ser muuuuuito legal. E ainda vai se divertir muito.
Com vocês The coolest guy in the world. Dica do Fabio.
D30mente falando, acho que uma coisa que eu penso muito, agora na terceira década de vida é em como serei/ estarei/ pensarei nas futuras décadas. Especialmente lá pela sexta, sétima, oitava, nona e décima década, se Deus quiser.
Além de ficar toda capenga e enrugada, um dos medos que eu tenho é de ficar pra trás, desatualizada, como aquelas pessoas que só acham que música boa é aquela que elas ouviam na juventude.
Daí eu fico tentando me atualizar, saber o que ta fazendo sucesso agora. Mas é uma tarefa quase impossível diante do escasso tempo que não sobra na rotina D30 de trabalho, freela, marido, filhos, amigos, cachorro, gatos, Orkut, Facebook, Twitter e blogs pra atualizar.
Well, rotina maluca a parte, um bom termômetro pra saber da sua atualidade musical é o VMB. Tem um bocado de banda que, se eu um dia escutei a música, sinceramente, não me lembro. Mas to feliz por conhecer mais da metade, hehehe. Não estou tão por fora assim.
Hagora, se você quer se sentir, como diria minha amiga Marciley, “mais por fora que bunda de índio” você pode baixar os Phodecasts do site da Erika Palomino. Sempre tem novidades em música eletrônica – eles estão sempre na frente, mesmo quando tocam uns olds. E, de vez em quando, pra gente se sentir do mesmo planeta, eles dão o ar da graça de um clássico da Madonna.
Ah, mas tudo isso eu comecei a escrever por causa desse lançamento delicioso da Adriana Calcanhoto que o Noblat – atualizadíssimo com seus brancos cabelos – que eu quero muito partilhar você. Enjoy.
Quem vê a imagem da panda no posto abaixo não é capaz de imaginar que esta doce panda possui o mais letal ataque da natureza e olha que eu não estou falando do golpe do dedinho mindinho que derrotou o terrível Tai Lung.
O sistema é tão bruto que eu nem gosto de lembrar do banho de óleo fervente ou do ataque das mangas assassinas. Eu já até bebi Q'Boa. A esta altura vocês já perceberam que a panda abaixo não é o meu bichinho de estimação e sim a minha esposa a quem tenho toda estima e respeito.
Afinal é ela quem manda lá em casa e se Maquiavel falava que é melhor um governante ser temido do que ser amado, imagine a minha condição de subserviência já que eu amo esta Rainha Panda com toda força que o amor pode ter e a temo até em meu último fio de cabelo.
Estou consciente que serei severamente punido por este post, por isso se vocês não me verem por aqui nos próximos dias não temam nem se assustem porque a minha lealdade é maior do que o meu medo.
Que bicho é esse? Essa pança... essas olheiras... Será um Panda?
Não, apenas mais uma D30, mãe de dois filhos, às voltas com a balança que insiste em ficar estacionada nos 76 quilos. Estou com o peso que tinha aos nove meses de gravidez. O guri já está com dez meses, dez quilos a mais, e eu continuo UDA. BarrigUDA, bundUDA, cadeirUDA, coxUDA, peitUDA, braçUDA.
Mas tenho que manter a fé. Já diziam que o primeiro passo pra emagrecer é parar de engordar. Meu medo é estacionar mesmo nesse peso. Vou ter que jogar ¾ do meu guarda-roupa fora. E aquelas roupas q eu nunca usei?
Ahhhhh!
Enquanto isso vou me escondendo como posso dos amigos, embora acabe os encontrando, volta e meia. Todos muito queridos e gentis, apesar do olhar atônito que abrem quando enxergam minha pessoa, não mencionam palavra acerca da minha fase amorfa.
Eu, é claro me sinto imensamente agradecida por tanta gentileza. É como se eles soubessem que eu iria cortar os pulsos se alguém falasse alguma coisa.
Hehehehe, brincadeirinha. Mas, por favor, continuem calados, por via das dúvidas.
Meu espelho já é suficientemente cruel comigo.
O que fazer? O que fazer?
Dieta de Shangri-la não deu certo, nem da proteína, nem da sopa.
Não penso em virar anoréxica, pois adoro me deleitar com o prazer de uma refeição deliciosa.
Também não quero ficar doidona com barbitúricos. Tenho duas crianças que pretendo encaminhar pra vida adulta, mentalmente sãs.
Reeducação alimentar e exercícios? Parece bom. Só falta aquela pontinha de força de vontade. Pois é, eu tenho fraca vontade de suar e me privar de coisas gostosas.
Me aceitar nesse peso, também não está nas minhas ambições.
Ah, dileminha contemporâneo...
Acho que eu vou assistir um filme e pensar nisso amanhã.
Sei que ando sumido, mas já que o assunto é Trailer ai vai um que justifica a minha ausência e mostra parte do trabalho que eu venho realizando no IUNI educacional.
Divirtam-se!
Cadê os colunistas? Não posso sumir um pouquinho q esse blog fica as moscas?
Bom, pra vc q quer algum conteúdo, olhaí q legal o trailer teaser que veio, foi tirado e agora colocado de novo.
Já assisti o primeiro filme algumas vezes com meu pequeno e espero poder levá-lo pra assistir the next. Pra isso preciso ver mais trailers e conferir a crítica pra ver se essa versão não está medonha demais.
O vestido azul da Alice é lindo e renova com bom gosto a clássica versão com avental. Ele não encolhe com ela, e achei isso super legal também. Não tive medo do gato. Mas gostei. Não iria gostar se ele fosse horripilante. E o visual de Depp q na foto parece um tanto drag, dentro do filme me pareceu perfeito.
Tenho uma coisa boa para dizer. O mundo tem amigos onde menos você imagina ou espera.
Quando vc realmente, desesperadamente precisar, um amigo aparece para te dar a mão.
Uma pessoa com quem vc nem achava que tivesse afinidade, é uma pessoa que vai fazer por você mais do que vc jamais esperou daquele mais fiel companheiro.
Aos amigos que estão perto ou estão longe, mas sempre próximos mesmo que a gente não saiba, um presente de amigo.
Ah, esse nome é tudo, né? Cat Power. Adorei desde o primeiro momento que vi. Parece super-heroína de gibi, de gibi, gente. D30 pra lá de talentosa, faz show tomorrow (18/07) aí em São Paulo, 22h, no Via Funchal. Eu até queria ir, mas não deu pra reservar o jatinho. Entón, vamos curtir um pouquinho aq.
Gabriel e Tiago Primo, Gabriel e Tiago Primo, esses nomes... não me são estranhos... ahhhhh, claro, são os nomes dos meu rebentos, Gabriel e Tiago, hehehehehe. Olha só, demorei pra ligar os nomes às pessoas, mas enfim. Fora a belíssima coincidencia, achei super ousada a iniciativa.
Tem uns dois dias que tá todo mundo comentando, eu até pensei em não comentar, mas gente, com esses nomes, não dá pra não comentar e admirar. Os rapazes abriram mão do puxadinho e instalaram cama, rede e sofá a céu aberto.
Aproveitaram o fato de estarmos na estação que chove menos. Por outro lado nos dias de frio não deve ser fácil ficar nessa esquina da Gonçalves Lêdo com Luís de Camoes, no centro do RJ. Bom, só subir da cama pro sofá já deve significar um belo gasto calórico.
Boa idéia pros lofts com seus pés direitos enormes.
Essa é boa. Os comerciantes da Oscar Freire estão distribuindo vale valor (esmola) pros seus clientes distribuírem pros pedintes. Mas pra desfrutar do vale da Oscar Freire, que vale um acolchoado, ou um pão com "mortandela", o pedinte tem que gastar umas calorias percorrendo 15km até o Brás. Vc pode conferir detalhes infames aqui.
Esse pessoalzinho nunca ouviu Titãs? Acha que a galera só quer comer e dormir... Melhor ainda a entrevista. A dona Rosangela Lyra passa um óleo de peroba e diz que os pedintes não incomodam os comerciantes, mas sim as pessoas, que por sua vez não resolvem a situação dos pedintes dando esmola.
Bom, dona Rosangela, eu como pessoa que sou, não tão cheia da grana pra comprar na sua loja, mas pessoa, me incomodo pra caramba com pedintes e mendigos. Me sinto culpada cada vez que vejo um maltrapilho dormindo sobre um papelão na rua. Me sinto intimidada quando alguém com jeito de que não toma banho há mais de uma semana se lança sobre a janela do meu carro pedindo um trocado. Mas não vou me sentir menos culpada ou intimidada dando um papelzinho pra ele sumir da minha vista.
Pois é, tirar o pedinte do nosso campo de visão não é resolver a situação. Pode ser, no máximo, esconder. Mas acho que isso a senhora já sabe, né?
Há quase dez anos atrás, logo depois do réveillon de 2000, eu e um grupo de amigos, muito amigos mesmo, marcamos um encontro em Paris. Na época, nós D20 lançamos esse encontro lá longe, projetando uma vida de muito sucesso profissional, com grana suficiente pra estourar uma champagne na Champs Elysées.
Bobinhos, ainda não contávamos com a roda das responsabilidades que acabam deixando um encontro entre amigos lá no finalzinho da lista de prioridades de compromissos urgentes, urgentíssimos a serem colocados em dia. Ali bem pertinho da atualização do blog, do sono, da dieta e dos exercícios físicos.
Não que eu já tenha desistido de comparecer ao meu decálogo compromisso. Imagina. E tenho certeza que meus bons amigos também não desistiram. Imagino, apenas que, assim como eu, eles não sabem muito bem como isso tudo vai se concretizar.
Até lá, fico contente em saber que os franceses começam a se esforçar para serem mais simpáticos com seus turistas. Acreditem, a crise deu uma abaladinha no turismo por lá.
E pra disfarçar o deslumbramento quando chegar na Champs Elysées vou passeando virtualmente por lá aqui, nesse site especialmente feito pra divulgar a mítica Avenida.
Entónn, também em comemorración ao 14 de julho que marca a Queda da Bastilha, vamos dar um passeio pela Champs?
Dá uma certa desorientação até vc pegar o jeito certo de mexer a seta pra ir pra lá e pra cá.
Dá uma certa frustração pois o programinha não vai parar embaixo do arco do triunfo como eu queria.
Dá uma sensação de esquisitice, pois as pessoas ficam olhando pra câmera que fez as fotos que tornam possível esse “passeio” e ao mesmo tempo dá a impressão que elas estão olhando é pra gente, entende?
D30 que é D30 lembra do New Kids On The Block, ou NKOTB, sigla que adotaram desde que decidiram que já não eram "kids". Quem teve o VHS Step by Step (eu tenho, mas acho q nem funciona mais) vai lembrar que que um dos destaques era a música I'll be there, de Michael Jackson, interpretada por Joe e Danny em um show. Logo depois da morte de MJ o grupo fez um tributo emocionado interpretando de novo o sucesso. Pra quem não conheceu o sucesso direto na voz de MJ, dá pra viajar até os anos 90.
P.S. Sei que esse post tá atrasadérrimo, mas como ele já estava pronto, e vale pela lembrança, coloquei mesmo assim.
Nesse processo de retomada do D30 acho q devemos uma satisfação à galera q um dia used to acessar esse blog, caso, alguém por ventura volte a circular por aq. Bom, quem acompanhava o D30 já tinha percebido pelos mtos posts inspirados pela minha barrigudice que eu estava grávida. Depois começaram a surgir uns posts que eram mais uns desabafos, muitas vezes, desesperados.
Pois bem, dia 2 de outubro de 2008 meu segundo rebento veio ao mundo, em um parto normal bem sucedido. Porém, ao contrário do que todas as ultrassons, exames, e o próprio trabalho de parto mostraram, meu bebê não respirou perfeitamente depois que nasceu. Foi imediatamente encaminhado a UTI e, a partir daí, começou o seu calvário na luta para respirar sem auxílio de aparelhos.
Meu bebê não se encaixava em qualquer padrão conhecido pelos médicos. Aparentemente e até clinicamente, ele era um bebê completamente normal. Nos seus exames nada justificava o fato dele parar de respirar quando dormia. O tempo ia passando, nós passamos por UTI’s de 3 hospitais diferentes, enquanto ele era submetido a dezenas de exames tão diversos e invasivos que, a não ser q já tenha passado por isso, vc não imagina.
Depois de 3 meses de uma incógnita sem fim apareceu hipótese da Sindrome de Ondine, ou Síndrome da Hipoventilação Central Congênita, tratada em inglês como CCHS (Congenital Central Hipoventilation Syndrome). Uma mutação no gene PHOX2B que tem como principal sintoma a apneia no sono.
Recolhido o sangue para determinar ou não a síndrome, agüentamos mais dois meses de burocracia do seguro saúde para irmos para casa. Aos cinco meses Tiago Davi, meu bebê, veio para casa, com os equipamentos que ele ainda hj ele usa para ajudá-lo a respirar.
Não dá pra dizer ainda que já estamos habituaaaados a ter em casas técnicas de enfermagem 24h, fisioterapeutas duas vezes ao dia, medico pelo menos 1 vez por semana, etc. Mas enfim, já estamos curtindo muito ter nosso guri em casa e até conseguimos voltar a trabalhar e a pensar nas coisas da vida D30.
Pois é, olha só. Achei q depois q o pior passasse, eu tenho fé que já passou, eu viraria uma D60. Sabe como é, mtas lágrimas, risadas, supresas e experiências nunca antes enfrentadas. Mas a verdade é que as idiossincrasias – hehehe, sempre quis usar essa palavra – as idiossincrasias D30 continuam a existir, assim que vc tem uma calmaria suficiente pra dar-lhes atenção. E então, voltemos à ativa.
D30’s se ainda tens algo a partilhar com este humilde espaço, reuni-vos e mandai-nos sugestões, artigos e opiniões. Esse blog é nosso.
Pra quem quiser conhecer um tiquin essa coisa goducha, risonha, gostosa e iluminada que é Tiago Davi acesse aqui. Sobre a síndrome estamos trabalhando em um site especializado em portuga, mas vc já pode googlar a respeito. Sobre meu primeiro rebento, ele também é iluminado e já foi postado por aq como Gabriel Sambador.
Quando eu era criancinha ficava com medo quando passava o clipe Thriller de Michael Jackson, mas fiquei bem mais assustado ao ver a versão do cinema indiano de Thriller.
Os vampiros do filme de Bollywood me parecem mais engraçados, também liderados pelo SUPERSTAR cantor, ator e dançarino Chriu so podia dar em Golimar.
A morte é uma forma de você lembrar de alguém que tava meio esquecido, naquele arquivo de lembranças pouco acessadas. Acho que meu último contato com MJ tinha sido um vídeo sobre um presídio das Filipinas onde os detentos pra fugir da ociosidade aprenderam e encenaram os passos de Thriller.
(Aqui no Brasil os presos não conseguiriam ensaiar os passos, estão muito ocupados controlando o crime organizado através de celulares.)
Da aquele tantinho de vergonha de correr pra assistir os vídeos depois de tanto tempo sem ver nada dele. Mas esse do Michael pagando de tiete pra James Brown. Visivelmente emocionado, vale a pena.
Faltava tempo e dinheiro para pagar a fatura de hospedagem do site. Infelizmente não concordamos com as maneiras existentes de ganhar dinheiro com o site (Google AdWords por exemplo) e tirar proveito econômico das mais de mil visitas diárias.
Não sabemos o rumo certo que daremos aos nossos navegantes e também não temos uma definição exata do que é o novo D30 e quantos colunistas irão continuar conosco. A única coisa que sabemos é que NAVEGAR É PRECISO e que temos um desejo do tamanho do mar de revelar o que impreciso, humano e parcial.
Impreciso no sentido de incerto e não de desnecessário. Afinal para que serve objetivamente a Internet?
Para ver o Orkut da Juliana Paes, o vídeo da Deborah Seco toda molhada no youtube,
fazer download de fotos da Juliana Knust, de jogos, musicas Amy Winehouse e Britney Spears, ler jornais, comprar uma geladeira e fazer sexo.
Sexo na Internet hoje é normal, mas há uns meses atrás eu teria que explicar como se faz ou com quem se faz. É paradoxal que a maior pulsão do ser humano possa ser feita através de uma máquina. Porque a Internet serve objetivamente para conectar pessoas e não máquinas. Ao perceber isso é possível até FAZER SEXO COM AMOR pela Internet.
Em todas as contas que eu fiz
Só agora entendi a violência da divisão.
A força na faca cortando a maçã ao meio
Fruta e conhecimento se acabam em desejo e proibição.
O que eu posso fazer?
Se eu não te esperar
Me DES-Espero
Nado nesse oceano.
Coloco cada gota para fora,
Esperando você chegar.
Para ser inteiro.
Para ser inteiro seu.
Ícone do cine-porrada dos 80/90, o grande dragão branco tomou na cabeça. Jean-Claude Van Damme está desempregado, perdeu na Justiça a guarda da filha, cheirou seus milhões e não tem mais um centavo no banco. De volta a Bruxelas, o carateca belga se enfia em um assalto a uma agência do correio.
Com grandes doses de realidade e algumas pitadas de ficção, esse é o plot de “J.C.V.D.”, sem dúvida o melhor filme da carreira do moço. Ok, eu sei, isso não é muito difícil. Mas Van Damme caiu na real, percebeu que seu tempo passou e aceitou estrelar e co-produzir essa comédia em que esculhamba a si mesmo, um projeto do jovem diretor Mabrouk El Mechri.
A primeira cena dá o tom da comédia.Como numa daquelas intermináveis partidas de “Double Dragon” , Van Damme arrebenta uns 50 inimigos em seu caminho para resgatar a jovem donzela, até que o surge o vilão final, o cenário cai, e o diretor grita: “Corta!”. E o nosso herói esbaforido reclama com o cineasta chinês: “Assim não dá. Eu tenho 47 anos. Não consigo mais fazer tudo em um único plano-seqüência”.
Se as pessoas respeitassem o limite de velocidade das ruas e avenidas, não precisaríamos de quebra-molas. Se não existissem quebra-molas as ambulâncias poderiam andar mais rápido e - o mais importante - com muito menos impacto.
Parece, para quem está de fora, que as ambulâncias já são suficientemente privilegiadas por poderem atravessar sinais fechados e terem a preferência nos cruzamentos. Bem, para quem está lá dentro as coisas são mais angustiantes. Os carros não abrem caminho tão facilmente. Os motoristas ficam mal humorados, como se pensassem: "lá vem esses aventureiros com sirene ligada só pra abrir caminho no engarrafamento". E aí eles NÃO abrem caminho.
Já não chega o aperto de ter que passar por cinquenta quebra-molas no percurso? Cada quebra-mola uma freada, uma lombada, uma re-aceleração. Afff. Dá um frio na barriga só de lembrar. Meu bebê já passou por essa aventura duas vezes - da primeira para a transferência. Dessa pra uma ressonância. Nas duas estava entubado.
Mensagem do dia: não deixe que a fragilidade da vida pague por aventureiros que usam sirene. Quando vir uma ambulância chegando, abra caminho. : )
Todos os dias, quando acordo, não tenho mais o tempo que passou.
Mas temos muito tempo. Temos todo tempo do mundo.
Todos os dias, antes de dormir, lembro e esqueço como foi o dia.
Sempre em frente. Não temos tempo a perder.
Nosso suor sagrado é bem mais belo que esse sangue amargo. E tão sério. E selvagem.
Engraçado isso de você não ouvir uma música há séculos e de repente ela surgir e ficar tocando na sua cabeça. Essa surgiu agora nessa tempestade, que já está e não que está vindo, como na música. Muito prolixa? Ah, deixa disso. Com o tempo, infelizmente eu posso agora te dizer, você vai perceber que existem coisas muito mais prolixas na vida.
Essa canção me toca especialmente nos fins de semana, em que o tratamento do Tiago parece ficar em pause e nós parecemos ficar em transe, contando as horas para que a segunda-feira chegue e a investigação recomece. Hoje vi meu lindo 3 vezes. Está mais lindo e mais grande. Meu bebê está compridinho e eu não vejo a hora de ficar com ele pra lá e pra cá nos braços.
Olho para os montes e pergunto: "De onde virá o meu socorro?" O meu socorro vem do Senhor Deus, que fez o céu e a terra.
Ele, o seu protetor, está sempre alerta e não deixará que você caia. O protetor do povo de Israel nunca dorme, nem cochila.
O Senhor guardará você; ele está sempre ao seu lado para protegê-lo. O sol não lhe fará mal de dia, nem a lua, de noite.
O Senhor guardará você de todo perigo; Ele protegerá a sua vida. Ele o guardará quando você for e quando voltar, agora e sempre.
Há 40 semanas e 50 dias espero um bebê. Há 50 dias já conheço seu rosto, seu cheiro, seu choro e seu sorriso. Algumas vezes senti também seu peso em meus braços. Muitas vezes olhei seus olhos e senti o seu olhar firme e atento à essa voz que ele já conhecia há 40 semanas. Não sei o que dizer mais. Agora que já conheço o que é um vale de lágrimas luto minuto a minuto para não me afogar nele. A vida sabe ser muito dura com as pessoas. Ela nos surpreende de formas inimagináveis. A gente fica assim se perguntando o porquê, sabendo que de fato nunca vai saber responder. E é aí que a vida nos surpreende de novo.
Então, pra que perder tempo perguntando? Vamos lutando. Enquanto houver fôlego estaremos de pé. Estaremos caminhando, sempre pra frente.
Dar aula não é uma tarefa fácil, dar aula para um público que nasceu na era da Internet e um desafio.
A maioria dos comentários é que é difícil competir com o grafismo e a interatividade dos computadores, a liberdade e as possibilidades da Internet e a imersão na terceira dimensão dos games.
Acho que a melhor saída é ao invés de competir com as novas tecnologias é fazer uso delas para dar aula.
Mas lembre-se de que isso não é uma fórmula mágica para uma aula legal.
Acho que a queda da modelo deu mais bafafá que a queda da bolsa e a revelação que veio a tona com crise financeira, a ineficiência do sistema capitalista que pregava a mão invisível e a auto-regulamentação do mercado passam pela vergonhosa situação de se socorrer nos cofres do Estado.
Que sistema é esse?
É um sistema que prioriza o plantio de grãos para alimentar máquinas ao invés dos homens. Para alimentar as máquinas não respeita o meio-ambiente, derruba florestas e aquece o planeta inteiro ameaçando a continuidade da vida humana e de gerações futuras.
Será que as máquinas já venceram? Será que nós perdemos a guerra e nem se quer percebemos o início das batalhas?
A queda da modelo pode representar a queda de toda raça humana.
Se você leu o post abaixo viu o resultado do que é que dá não checar a fonte e publicar sugestões que chegam por e-mail.
Pior é esse post ai de cima que foi pautado pela grande mídia. É muito mais do que a hipótese do agenda setting com o controle de noticias é o controle sobre a produção e reprodução do pensamento humano.
O leitor do D30, Sérgio Ribeiro (Dilan), nos mandou uma correção sobre a autoria do texto publicado no dia do amigo, o texto não é do Vinicius de Moraes. Na verdade é uma bricolagem em cima do texto de Paulo Sant'Ana, cronista do jornal Zero Hora.
Nada contra blogueiros afinal de contas sou um. Mas fico imaginando a cena, o cara acabou de casar com a Sandy, vai para a noite de núpcias senta na cama e diz:
– Amor quero fazer uma loucura.
– Fala, fala bem, vamos fazer, vamos. O que? O que?
– Vou atualizar meu blog.
– :o| ?
O cara ainda posta "Foi a noite mais incrível da minha vida! A festa estava perfeita. Para qualquer lado que olhava, só tinha gente legal”. Presta atenção rapaz festa boa é festa que vem depois da festa.
Eu tive que fazer este post. Dá prá acreditar? O cara interrompeu a noite de núpcias para escrever no Blog?!?: "Foi a noite mais incrível da minha vida! A festa estava perfeita. Para qualquer lado que olhava, só tinha gente legal”. O manezão acabou de se casar com a Sandy e a parte mais incrível da noite é a “festa perfeita”, cheia de “gente legal”. Então ta bom, né... cada um com seu cada um...
Só de raiva, não publico a foto da Sandy. Prefiro a Jessica Alba. Isso sim é que é festa legal...
É verdade. O tempo está muito bom em Cuiabá. Mas este post é apenas para justificar meu retorno, depois de um loooonnngo e proveitoso aprendizado em Salvador. A foto acima? Jessica Alba, meu tipo preferido de mulher
Lembro como em um filme do momento em que fiquei sabendo da explosão das torres gêmeas. Na verda muito mal fiquei sabendo, porque a minha chefe entrou na sala alarmando que tinham explodido o "playcenter" (sic). Ela ligou a TV no escritório, então pensei que o negócio deveria ser sério mesmo pra ela estar dando essa colher de chá de ver o noticiário em pleno expediente. Finalmente tomei conhecimento que o center não era o "Play", mas o World Trade, que até então eu também não conhecia.
O que deu pra sentir na hora foi a incredulidade e o medo do início de uma nova guerra, em proporções mundiais. Desde o fim da Guerra Fria acho que o mundo não tinha mais experimentado esse medo. Sete anos se passaram, o medo amainou, mas a guerra continua. Contra a corrente, contra o orçamento, a favor apenas dessa contínua necessidade de inimigos que os Estados Unidos têm, não sei se pra terem filmes pra rodar, ou votos pra conquistar.
Aqui, um olhar interessante sobre a tragédia. O The New York Times publicou umas série de imagens com o antes e depois das torres. Pra quem quiser matar a saudade : P das ditas, também tem o primeiro filme Homem Aranha, onde ele se diverte com as suas teias entre as torres.
A primeira foto é de 1978 e a segunda de 2008. A mesma vista com a Capela de Saint Paul à esquerda. Confira outras fotos no site.
O argentino Fabian Spíndola, atacante do Real Salt Lake é um cara que mamãe chamaria de "cagado de urubu". O cara marcou um gol, comemorou e "pá" - quebrou a perna. Mas para ele alcançar o mérito "cagado de urubu" o juiz ter anulado o gol por impedimento e o time adversário ter marcado um gol válido logo em seguida foi assim uma conjunção fecal. Pra esculachar mais só a comemoração do adversário, com pirueta e sem quebrar a perna.
O filme sobre os Índios de Mato Grosso do Sul conquistou o público italiano no Festival de Cinema de Venezia.BirdWatchers - a terra dos homens vermelhos” registra a maneira sistemática como os índios brasileiros estão deixando de ser índios.
Se a coisa continuar do jeito que está, daqui a alguns dias vai ser só no cinema mesmo.
Bem se você está lendo esse post quer dizer que o mundo ainda não acabou, ou pelo menos parte dele.
Hoje entrou em funcionamento o LHC - Large Hadron Collider, um acelerador de partículas gigante, considerado pelo cientista da física o maior invento da história da humanidade e que vai tentar recriar o Big Bang.
É tem gente que acha Deus mesmo, pelo menos a gente já sabe que para tentar criar um universo custa a bagatela de 3 bilhões de euros.
Não sei se são os hormônios, não sei se é a barriga, não sei se é a maldita trilha, ou se é o abraço novelistico. Pode ser também a fofuchice do leão... ah, leão??? Que leão, que nada. Isso aí é um gatinho gigante que querem chamar de leão. Snif, snif. Que coisa linda... Buááááááááááááá.
Dica do Carlão Redator Genial: uma eleição dos slogans mais criativos e corajosos da campanha eleitoral de 2008. Com certeza você também deve ter os seus eleitos. Mande pro D30 que a gente publica sem dó, nem piedade de quem vai ler, heheheheh.
9º lugar - Guilherme Bouças, com o slogan: 'Chega de malas, vote em Bouças.'
8º lugar - Grito de guerra do candidato Lingüiça, lá de Cotia (SP). 'Lingüiça Neles!'
7º lugar - Em Descalvado (AL), tem um candidata chamada Dinha cujo slogan é: 'Tudo Pela Dinha.'
6º lugar - Em Carmo do Rio Claro, tem um candidato chamado Gê. 'Não vote em A, nem em B, nem em C; na hora H, vote em Gê.'
5º lugar - Em Hidrolândia (GO), tem um candidato chamado Pé. 'Não vote sentado, vote em Pé.'
4º lugar - E em Piraí do Sul tem um gay chamado Lady Zu. 'Aquele que dá o que promete.'
3º lugar - A cearense chamada Debora Soft, stripper e estrela de show de sexo explícito. Slogan: 'Vote com prazer!'
2º lugar - Candidato a prefeito de Aracati (CE): 'Com a minha fé e as fezes de vocês, vou ganhar a eleição.'
1º lugar - Em Mogi das Cruzes (SP), tem um candidato chamado Defunto: 'Vote em Defunto, porque político bom é político morto!'
Em tempo de eleição, o que não falta são candidatos perdidos. Aqui cabe muitíssimo bem a expressão mais perdidos que cego em tiroteio. Em meio a disputa pelo maior quinhão na câmara de vereadores, os partidos lançam o maior número possível e imaginável de candidatos sem o mínimo preparo e sem a menor noção do que estão fazendo e do que irão fazer caso acabem sendo eleitos.
Tem ainda os sem noção, mesmo, em essência. Mesmo que saibam o q vão fazer, esses são seres acima – ou seria abaixo??? – da noção.
Estes são as grandes estrelas do festival de micos do horário eleitoral gratuito, que merece até ser estudo: Qual a contribuição cultural desse espaço que proporciona aos sem noção do Brasil público e voz para as suas manifestações criativas?
A problemática proposta parte da dica do Alexandre Arata: O Lost Candidato De Leon. Confiram e ruminem.
Na primeira gravidez estava encantada com as lojas de bebes e suas decorações combinadinhas, cheias de biscuit. Nessa viagem tenho achado essas decorações muito chatas e iguaizinhas umas às outras. Agora que o quarto vai ser dividido entre dois rapazes inteligentes e de muito bom gosto, tenho revirado a net em busca de umas idéias mais interessantes e menos bobocas.
Aqui tem umas inspirações bacanas, dos blogs Lá em casa e De(couer)ação também bacanas com outras idéias legais pra outros momentos e ambientes também. Vale a pena.
Ainda teremos que prestar contas para Gabriel do mico nacional Gabrielzinho de Cuiabá, narrado por Cid Moreira. Mas esse último das férias está impagável. Eu mesma confesso que na hora que tava pondo o cabeção lá naquela fantasia de baiana, estava me sentindo bem ridícula, mas o clima turista que não pode perder nada tava mais forte. Agora, vendo o resultado da foto, tenho que segurar as risadas pra barriga não estourar. Reparem que Gabriel tem sua parcela de culpa. Nesse dia ele deu várias birras, mas na hora da foto micosa, sacou até um sorrisinho. Ficou lindo de capoerista, não?
Ah, os devidos créditos: Gabriel Rasta, braços de Emanuel xugulando Biel, Marcia de turbante micoso, Tiago logo atrás do saiote da baiana tentando salvar mamãe desse king kong. Ao fundo a Igreja de São Francisco na Praia do FortE.
Olha, eu to começando a desconfiar que eu também vou poder votar na eleição para presidente dos Estados Unidos, de tanto que a Globo tem puxado o saco do cara. Não bastasse a ampla cobertura no JN, o Jornal da Globo mostrou ao vivo, isso mesmo, ao vivo, o mega, super, ultra, master, show discurso de Obama, em um mega, super, ultra estádio de Denver lotado, com direito a comentários de Waack e Pelajo sobre a evolução da postura de estadista de Barack.
Tá bom que ele é o primeiro negro com chance de ser o todo-poderoso do mundo; que ele tá jogando charme pro Brasil prometendo comprar nossos biocombustíveis; mas olha, a tendenciosidade da cobertura já tá pra lá de escancarada.
35 semanas de gravidez e as pessoas me olham como se eu fosse uma elefanta. Mal acreditam que ainda tem um mês inteirinho pro barrigón crescer. Eu tenho que confessar que eu também. A falta de fôlego, a dor nas costas, os refluxos gástricos, e a mobilidade bem elefanta mesmo, tudo isso tem mais quatro semanas pra me fazer companhia. Sem falar no ritual de besuntar a barriga, de manhã e de noite. A pele está esticadérrima, que dói.
Vagabundeando pela net, ora procurando bobajadas sobre bebês, encontrei a notícia dos sétuplos que nasceram no Egito. 3 meninas e 4 meninos, pesando entre 1 e 1,8k. Realiza: são pelo menos 8 quilos na barriga. A heroína, de 27, aparentava bem mais. Agora imagine o tamanho da barriga dessa mulher. Como deveria ser comer? Os órgãos dela deviam estar um pastel só. Imagina andar, levantar de uma cadeira, da cama. Eu imagino tudo o que eu sinto, vezes sete e imagino a saúde dessa mulher.
Essa guerreira conta com minha admiração eterna. E que Deus, o marido e o governo - que já prometeu - também a ajudem a dar conta desse recadão.
As mulheres quando saem se abarrotam de maquiagem, lembrando que nós homens nem sempre estamos atentos a este trabalho artistico que pode esconder a verdadeira face da donzela indefesa, por isso muito cuidado ao encontrar e sair com alguém a noite pois você pode ser surpreendido no outro dia. Então para completar utilize sempre essa frase idiota:
Se parece bom de mais pra ser verdade, é porquê realmente não é.
Hoje descobri como um corintiano se sente. O sentimento veio após ver a seleção brasileira de futebol levar três a zero da Argentina na semifinal das Olimpíadas Pequim 2008.
É uma mistura de sofrimento, desespero, raiva e vergonha. Ainda bem que olimpíadas só têm de quatro em quatro anos, já o campeonato brasileiro é anual. Putz! coitado dos corintianos.
Sabe aquelas coisas que você fica com vergonha de assisti na TV?
Este vídeo é um exemplo clássico, o candidato a prefeitura de Curitiba Lauro Rodrigues do PT do B da um show no debate da TV bandeirantes e cria uma peça publicitária para marqueteiros políticos venderem seus serviços.
por Alceu Batista às 12:19
A HISTÓRIA MUNDIAL É A HISTÓRIA DA BARBÁRIE BRANCA
Tenho pressentimento de que estamos diante do que dizia Mao Tse Tung: Voou modificá-lo ligeiramente: "O ocidente é um Tigre de Papel... É de Papel, mas é um Tigre..." ("Livro Vermelho" de Mao)
Não sou um defensor de qualquer crueldade, totalitarismo. Conheço a China, e chorei na abertura dos jogos olímpicos, como quem tem o coração nas mãos. Convivem com a crueldade dimensões inimagináveis de ternura e de grandeza milenar e que os jogos também não conseguiram ocultar. em grande parte devemos considerar que as dimensões contraditórias da China não se explicam por ela mesma, mas é fruto da mesma violência sem limites da prepotência do ocidente.
É necessário olhar a China não pelo Estado da China, mas pelos chineses que aplaudem os EUA, o Japão, a China de Formosa, coisas que não são orquestradas. Quando na Nicarágua, vindo num avião repleto de americanos empresários, tive de agüentar a linearidade e a falta de ternura e o preconceito contra o povo nicaragüense...
Tomando um refresco de Pitalla numa banquinha de Manágua, eu dizia de minha revolta contra os americanos pelo que faziam a Nicarágua. Um menino maltrapilho, com menos de doze anos com certeza, cortou-me com dureza: "A opressão a Nicarágua não vem do povo americano, vem do governo dos Estados Unidos!" Aprendi a lição com este professor que certamente via o que eu não enxergava, que havia talvez um milhar de jovens e pessoas do Estados Unidos como voluntários em todas as frentes de Nicarágua, em que se articulavam com os russos, para defesa, sobrevivência e defesa a autonomia daquele mesmo povo: eles não eram Regan!
Cada riso de Chinês e criança, cada lágrima de vitória, nessa olimpíada, ainda que tenha custado, pelo que se sabe, dois anos de isolamento dos atletas, explicam-se em grande parte pela profundidade da raiva do Estado, mas também da excelente memória do povo chinês pelas mais de cem mil mortes a fome, quando o ocidente destruiu as plantações de arroz, dizimou rebanhos, e envenenaram a água.
Tenho um enorme respeito por Mao Tse Tung: levantou a China dizendo: "Vem para junto dos que se recusam a ser escravos!" Aprendi dialética marxista com ele no "Livro Vermelho".Sobretudo num capítulo que precisa de novo ser lido: "Método correto para tratar as contradições no meio do povo", bem mais honesto que os tratados sobre sincretismo da cultura popular, e sobretudo, pedagógico porque não escondia sob uma ciência totalitária e pretensamente inerrante os interesses políticos.
Está escrito por Mao Tse Tung, lá, não apenas que o "materialismo histórico dialético é verdadeiro porque serve para os interesses do proletariado". Fica muito claro que sua verdade reside no que ele pode servir como ferramenta no libertação popular. Mas também que dedica dois capítulos quase freireanos para dizer a condição de servidor de cada pessoa no exército vermelho para não oprimir a sabedoria que se encontrava no meio do povo, junto às vezes com contradições.
Não ignoro que a Revolução Cultural foi sanguinária, não nos seus começos, mas desenvolveu um pragmatismo próprio de todos os regimes em que os Estado sempre passa a ter razão, e que destitui para uma minoria o exercício soberano do poder.
A velha Rosa de Luxemburgo tinha toda a razão quando denunciava o totalitarismo em curso: "Hoje o partido substitui o povo, amanhã o politburo, depois da manhã o comitê central e depois o ditador!" Ela sabia o que estava dizendo. Assim o exército popular vermelho do seu trato educativo é pela concentração do poder do estado, embrutecido, e se voltou ao massacre sistemático das grandes lideranças populares: um hiato entristecedor.
Qual a lógica? A mesma do ocidente iluminista: o povo é burro, são os intelectuais que sabem da verdade, do correto... De alguma maneira estava - e Rosa o indigita - em Lenin: quando se partia da impossibilidade dos operários vencerem a luta contra o imperialismo, porque se esvaíam nas máquinas. Isso que mais tarde, de maneira irônica, Jose de Souza Martins chamava de "inseminação artificial de classe": quem traria aos operários e trabalhadores a consciênia era a burguesia.
Tão bem caracterizado pelo anarquista espanhol: "O discreto charme da burguesia!" que pretende politizar e qualificar as iniciativa operárias e camponesas!
Pois, vem, quero considerar duas coisas, entretanto. Por que se exalta Cuba com tanta simpatia - que se deve me parece! - estive lá, num curtíssimo período pesquisando a educação escolar a partir do ministério e das unidades de formação de professores - discordei em muito do que vi, mas me encantaram algumas dimensões do que se obtinha, mas sempre reconheci os limites de sua democracia que me incomodavam - que não foi menos sangrenta, nem menos violenta do que chinesa, proporcionalmente. Os processos de violência - todos eles - têm poucos limites.
A violência tem uma falha, se autogere, e depois torna-se mania religiosa,e o pior: se diviniza e diviniza aos que a praticam com zelo! Esse foi o caminho da revolução francesa, da russa, da cubana, da chinesa, mas também do fascismo italiano, espanhol, alemão!.
Violência é violência! Não desculpa ninguém, ainda que existam teorias de legitimação e apropriação dela para fins humanitários e de integração social, ou até de afirmação da autonomia e emancipação individual e coletivas: são truques da barbárie!
Não sou pacifista, que se deva aceitar a injustiça calado ou silenciosamente. Há que, no mínimo, nominá-la: para que ela não nos confunda. Levantar a serpente no deserto, e responsabilizá-la pela opressão de toda a vida. Mas, digo a você e para todos os que quiserem ler este texto, me dói que se possa - e este texto o faz! - subscrever de forma racista e etnocêntrica o pretenso prazer sanguinário ou de crueldade chinesas! Quem tem telhado de vidro como tem a cultura branca que se quer legitimar como raça, e desqualificar em nome da branquidade os amarelos, negros... pode estar cometendo um engano perverso.
Nós somos os monstros! A história mundial é a história da barbárie branca! A desumanidade não é uma natureza: é uma relação! Relação pretensamente assimétrica de superioridade, de hegemonia, de desconstrução das outreidades, de negação das diferenças para institucionalizá-las... sejam elas amarelas, negras, pardas...
Irrita-me essa coisa chamada Globo - sucursal da Canal da matriz, - tentando, permanentemente usar, a Bolívia, a Venezuela, Cuba e a China, alardeando-se como dona e promotora da liberdade e dos Direitos humanos, enquanto presta serviço aos interesses do Estado Americano que a patrocina.
As olimpíadas, está aí e serve para não nos enganar que não são uma competição de arte e esporte, é um Estado de Guerra: uma guerra de movimentos - que o governo Chinês, longe ser ingênuo, se preparou há anos para enfrentar, e está procurando ganhar pontos decisivos, na mídia, os esportes, na cultura, na economia. Não se pode, todavia tirar cenas da china, que poderiam em grande parte serem colhidas no Brasil, como estratégia de nivelamento linear da cultura chinesa, que é cultura da humanidade, para dizer da sua inhumanidade. Isso é mentira!
Não ficou para mim, na apresentação das Olimpíadas, a impressão ruim de sua apresentação. Fiquei emocionadíssimo porque tinha toda a sensação de saber que apesar de tudo a China continuava em profundidade sendo a China. Comentei em casa, a diferença talvez nos socialismos, nos quais grassaram uma estética grotesca e meramente embrutecida como "arte" da guerra, a China permanece sendo a China das tradições populares mais profundas com apelo às tradições taoistas, a espiritualidade e à estética da profundidade, que tem sobrevivido ao terror e ao massacre.
O grande sonho de todos nós é que se faça uma grande aliança entre ocidente e oriente, que se complementem dimensões da humanidade de lá e da daqui, da arte daqui e de lá, da força e malícia de lá e daqui, da beleza das crianças daqui e de lá, da profundidade dos velhos de lá e daqui, e possamos criar um mundo novo, onde a gente possa solidarizar-se nas alegrias de uma só raça, uma só nação, um só povo na diversidade como em Pentecostes, cada um falando sua própria língua e sendo entendido por todos.
De repente fiquei até com medo deles aderirem ao style, já que o Rambo pode vender o gol defendendo a Gisele Bündchen de uma ataque de ninjas. O que muda mesmo é só o cachê dos atores e a verba de produção.
O pessoal da publicidade tá meio fraquinho de idéias, no casso do He-Man tem que ter muita criatividade mesmo, ele até parece mais com She-Ra do que com He-Man. A única coisa que dava para salvar num roteiro é o cachorro vira lata.
No caso do Gol. Só com a Gisele eu imaginei fazer coisa mais interessante.
A volta da viagem foi uma apavoração. Não pela viagem em si, que graças a Deus foi tranqüila – tirando de lado sempre, os pitis do Gabriel – mas pelo espanto geral com o tamanho do meu barrigón.
Bom, pequena eu sabia que a barriga não tava mesmo por algumas razões:
1. pelo remelexo de pata que meu andar tem apresentado;
2. pela necessidade da ajuda de um guindaste pra me levantar toda vez que eu invento de sentar ou deitar no chão;
3. pelas azias e refluxos intermináveis toda vez que como qualquer coisa;
4. pelo fato de certas pessoas sem muita noção do perigo, começarem a me chamar, carinhosamente, de jubartezinha.
Mas a língua do povo, sabe como é que é, põe qualquer um doidin. Cheguei em Cuiabá e começaram a me perguntar se as minhas contas estavam certas, se eu tava carregando dois, tamanho era o exagero da minha pança.
Que é isso, gente? Será que o bebê vai nascer semana que vem e não tem nada pronto???
Bom, fui ao médico e ele disse que de fato minha barriga está meio centímetro acima da média, então, povo, normalésima. Feliz e desencanada, agora volto a me preocupar apenas com a repaginada do quarto dos meninos. Ahhh, tenho que admitir que essa parte fútil da gestação é uma delícia.
Na faculdade nos encantamos pela coragem de Toscani, principalmente ao lermos sua obra A Publicidade é um Cadáver que nos Sorri. Certamente ele não é um homem de meias medidas, mas isso tem consequências, especialmente quando se trabalha com o dinheiro "dos outros", no caso dos anunciantes. Os anunciantes querem vender e nesse sistema, o questionamento passa longe dos seus objetivos.
Entretanto, dependendo do posicionamento da marca, é possível seguir por caminhos mais ousados, como é o caso do refrigerante Sprite Zero. O slogan: "As coisas como são" revela o posicionamento de tratar as coisas de forma direta e sincera, ao invés de inserir o produto no mundo e situações ideais como normalmente as campanhas publicitárias costumam fazer.
1. Sprite Zero é uma marca The Coca-Cola Company, direcionado para o público jovem, bem mais aberto e também mais esperto em relação aos argumentos convencionais da propaganda.
2. Foram investidos alguns milhares de dólares em pesquisas com o público-alvo para permitir execução dessa campanha.
3. O site http://www.sprite.com.br/index.jsp tem outras ferramentas de interação com o internauta, trabalhando o conceito as coisas como são, entretanto, ele não dá nenhuma pista da composição química do refrigerante, no caso, o que mais interessa como realmente é.
Enfim, não é fácil exercer a crítica nesse campo. Vai ver que é por isso que tem tanto publicitário em crise existencial.
Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos, nem percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis o que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme.
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Ate mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto a minha vida depende de suas existências...
A alguns deles não procuro, basta-me saber que existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Mas porque não os procuro com assiduidade, não posso dizer-lhes o quanto gosto deles.
Muitos não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos. Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não o declare, nem os procure.
E, às vezes, se os procuro, noto que não têm noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque fazem parte do mundo que, tremulamente, fui construindo e tornaram-se alicerces do meu encanto pela vida. Se um deles morrer, ficarei torto para um lado.
Se todos morressem, desabaria!
Por isso é que, sem que eles saibam, rezo pela vida deles e me envergonho porque sei que essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem-estar. E talvez fruto do meu egoísmo...
Por vezes mergulho em pensamentos sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer...
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca saibam que são meus amigos!
A GENTE NAO FAZ AMIGOS, RECONHECE-OS.
por Vinícius de Moraes às 10:11
18
Julho
2008
Sexta em Julho é sinônimo de férias para alguns, para passar a vadiagem com grande estilo aproveite a Sexta The Flash.
Encontro familiar é a tal de faca de dois legumes. Ao mesmo tempo em que vocë quer reviver histórias e emoções do passado, pouco antes dele acontecer, vocë fica se perguntando o que foi fazer ali. Como estão aquelas pessoas, aqueles rostos das fotos. Então quando você finalmente encontra, fica a estranheza em relação às rugas, mas a recontação de histórias rapidamente restabelece o elo perdido.
Então você começa a pensar que deveria ter feito isso a bem mais tempo. Não há tempo a perder quando a vida é curta e tão surpreendente.
P.S. Salvador é surpreendente. Até no clima. Tá chovendo todo dia.
Esse fim de semana abandonei as salas de cinema e fui em busca de algo mais denso pra assistir. Encontrei um filme nada convencional, mas não por causa de sua estrutura fílmica e sim por não se ter muitas notícias de longas finlandeses. Não me decepcionei. O drama Minha vida sem minhas mães (Äideistä parhain –Finlândia/Suécia - 2005) se encaixou perfeitamente no que eu procurava.
O filme relata a história do menino finlandês Eero que depois de perder o pai na Segunda Guerra Mundial vê sua vida virar de cabeça para baixo. Eero faz parte das 70 mil crianças que foram mandadas para a Suécia para tentar sobreviver, já que este país não estava em guerra. Os pais finlandeses, com medo de uma retaliação maior por parte dos russos, entregaram seus filhos para famílias suecas com a promessa de que com o fim da guerra as crianças seriam devolvidas.
E assim os pequenos finlandeses foram para um país diferente, com língua e cultura diferentes tentar fazer parte de uma família que não era sua. Para Eero a adaptação não foi nada fácil. Sua mãe adotiva esperava uma menina, de preferência ainda bem pequena, e fez de tudo para devolver Eero ao governo. Mas depois de saber que ele seria enviado a um orfanato preferiu continuar com o garoto.
Além da história triste do garoto Eero, Minha vida sem minhas mães mostra também a dor e a angústia de duas mães em tempos difíceis. A mãe biológica de Eero, Kristi Lahti, parece viver uma vida totalmente alheia ao filho enquanto este está na Suécia. Ela vai para Helsinque trabalhar no quartel general e começa a namorar um oficial alemão. Durante toda a trama, as mães se trocam correspondências e é através delas que a mãe adotiva de Eero, Signe, percebe que talvez Kristi não goste tanto do filho como ela gosta. Na verdade, o que Signe enxerga é que Kristi brinca com a vida do filho de acordo com a ocasião.
A direção de Klaus Härö também é ótima. Ele trabalha muito bem o vai-e-vem da trama que ora está no passado, ora está no presente. Sem contar que a fotografia também é belíssima, ela deixa um ar melancólico no filme, mas sem tirar a beleza das paisagens. Minha vida sem minhas mães é um filme triste. Mas a vida não é só felicidade. E só de saber que um dia 70 mil mães deram seus filhos para outras famílias nos faz refletir sobre nossas decisões.
Jovem rapaz, arrumado chega afobado ao balcão de check-in da companhia aérea:
- Eu gostaria de remarcar a passagem desse vôo das seis da manhã, que acabou de subir.
- Qual o motivo do senhor ter perdido o vôo?
- Ah, cara, o pneu do carro furou bem quando eu estava a caminho daqui.
Chega ao lado do rapaz arrumado, um rapaz descabelado, de chinelos e camiseta de pijama.
- E aí conseguiu?
O atendente conclui: - O senhor dormiu, né?
- Éééé. : P
Pois é, né? Tem motivo mais bocó pra perder um avião que dormir demais? Ainda mais quando a viagem é de férias. Ainda mais quando essas férias vão ser passadas em Salvador. Ainda, muito mais, quando você vai reencontrar a família e o pai que não vê há tantos séculos. Puuuts. É mico demais da conta, sô. Num dá pra chegar pro atendente e dizer: pô, cara. Minha mulher até pôs o celular pra despertar, mas a porcaria ficou sem bateria.
Eu mesma cheguei a pensar que pela tensão de sair de férias, iria acordar antes do relógio, como muitas vezes acontece, mas pensando bem, acordar antes das 4 da madruga, significa acordar no mínimo 3:59. Haja nervoso pra tanto sacrifício.
Fora o preju de ter que remarcar a passagem (custa uma granosa) fica a raiva de não ter feito isso ou aquilo, e é claro, a vontade de esganar a sua cara-metade, que também dormiu no ponto, legal.
Mas como minha cara metade também tava a fim de me esganar, resolvemos tudo com umas piadinhas seladas com abraços e beijos queridos e uma promessa: para amanhã, nossos celulares e parentes ficarão carregados e programados para nos acordar às 4, sem falta.
Hehehehe, liçãozinha pra vida: não é só salgadinho de festa que é melhor sobrar, do que faltar.
P.S.: Aguardem posts soteropolitanos.
por Marcia P. às 01:21
11
Julho
2008
Sexta preguiçosa no escritório, hora de se divertir na Sexta The Flash.
A proximidade com as Olimpíadas traz uma série de programas e reportagens de vários tipos e tamanhos. A China virou o centro cultural do mundo e cada detalhe sobre esse país é explorado. Não é diferente na indústria cinematográfica. A nova animação da Dreamworks, Kung Fu Panda, mistura a fauna daquele país (onde todos os personagens podem ser encontrados e comidos na culinária chinesa!!!) com elementos da famosa arte marcial.
O simpático Po (dublado por Lucio Mauro Filho na versão brasileira e por Jack Black na versão original) passa seus dias vendendo macarrão na vendinha de seu pai (um ganso!), mas sonha em ser um grande mestre em Kung Fu. O detalhe é que seu físico e o fato de nunca ter praticado a arte marcial deixam esse sonho um pouco distante.
Contudo, a ameaça de um antigo inimigo faz com que o Mestre Shifu precise escolher e treinar o novo Dragão Guerreiro que irá salvar a comunidade. E é na cerimônia de escolha do guerreiro que o Panda cai literalmente do céu e torna-se o salvador.
Kung Fu Panda faz parte da categoria de animações que inserem muito humor e ação. Além de conseguir constituir uma cena ou outra que trabalham os ideais do budismo, como a fé em si mesmo e a honestidade.
Lições a parte, as caras e bocas do Panda fazem você viver com ele suas angústias e frustrações. Além disso, as cores, a iluminação e a computação gráfica deixam o filme com um aspecto puramente oriental.
Kung Fu Panda é uma comédia tamanho família, despretensiosa e bem dirigida por Mark Osborne e John Stevenson. Ótima para se ver nas férias.
São raros os momentos em que realmente conseguimos enxergar o mundo a nossa volta, talvez os nossos olhos estejam acostumados com um mundo do show das imagens, um mundo que construímos e de certa forma acabou tornando-se uma venda para realidade, mas é uma venda confortável porque como diz o ditado o que os olhos não vêem...
No entanto, me parece que cada um de nós que se engana tem um limite, uma hora da verdade em que a vida fica descoberta e talvez por isso sentimos que ela assim fique desprotegida como se o manto que a escondesse fosse capaz de proteger e de guardar.
Engraçado porque fomos expulsos do paraíso justamente por provar da fruta do conhecimento, mas porque pagar um preço tão alto se realmente não vivemos no mundo da verdade?
Me faço esta pergunta toda vez que vejo a TV, uma propaganda ou leio um jornal.
A impressão que eu tenho é que saímos do paraíso da ignorância para viver na realidade das mentiras. A única saída que eu vejo é ser verdadeiro e é esse caminho que eu escolhi trilhar, ainda não sei aonde vou chegar, mas me sinto bem melhor.
Algumas apresentações simples e criativas podem divertir audiências bem mais exigentes, este é o caso deste video que usa a antiga técnica do fundo preto e bonecos manipulados. A manipulação e a interação do personagem é bastante interessante. Aproveite.
Falar de censura quando envolve questões morais e éticas não é nada fácil. Falar de censura com criatividade e bom humor é mais difícil ainda, mas o resultado é muito bom porque vai direto ao ponto aonde se quer chegar.
Só podia ter o dedinho do Fatboy Slim na parada. O clip (Toe Jam) faz parte do álbum de lançamento do novo projeto (Brighton Port Authority - 'The BPA') que será lançado digitalmente no dia 7 de julho.
Antes de começar tenho que admitir que sou fã incondicional dos desenhos da Disney e da Pixar. Quando assisto (ou re-assisto) alguma animação desses estúdios é como se eu voltasse a ser criança. Se bem que nos últimos anos as animações conquistaram um público bem mais velho.
Ontem, no cinema, dava para contar nos dedos quantas crianças assistiram Wall-E. e não é para menos. Os temas abordados no filme talvez não passem de mera diversão para os baixinhos. Mas, os adultos com certeza viram com outros olhos.
Wall-E é um robô sobrevivente. Sua função era limpar todo o lixo que o ser humano deixou na Terra antes de entrar na nave AXIOM. Enquanto os humanos esperavam o fim da limpeza no espaço, os robôs começaram a apresentar defeitos na Terra. Eles não agüentaram a gigantesca carga de trabalho. Até que restou apenas o simpático Wall-E.Wall-E continua sua rotina de trabalho apenas com a companhia de sua amiga barata.
Um belo dia, a vidinha do robô é sacudida. Um novo modelo de robô (Eva) pousa na Terra em busca de plantas vivas. E Encontra. A partir daí, Wall-E abandona a Terra e acompanha Eva de volta à nave AXIOM. Dentro da nave, as críticas ao estilo de vida da população humana são fantásticas. Mesmo de passando em 2700, as atitudes, ou a falta delas, não é muito diferente de agora.
Na AXIOM, há uma geração de sedentários obesos que possuem os ossos atrofiados pela falta de exercícios físicos. Eles passam o dia sentados nas cadeiras flutuantes e cada mínimo comentário que assistem nas telinhas e telonas soam como regras a serem seguidas. A essa altura, os humanos já não pensam, as máquinas fazem isso por eles. Contudo, existe o sonho distante de voltar a reabitar o planeta. Tudo muito controlado pela mega-empresa BNL.
Entre motim de robôs, humanos voltando a pensar e uma plantinha sobrevivendo em uma bota, Wall-E e Eva vivem uma paixão robótica e tentam salvar o destino do planeta.
Além do roteiro bem escrito e elaborado para tratar de um assunto polêmico atualmente, as animações beiram a perfeição. Nenhum detalhe foi esquecido, a iluminação que simula o entardecer é impecável.
Porém, foram outros dois detalhes que me chamaram mais atenção. Um deles são os créditos finais, uma história a parte que conta como foi a recolonização da Terra. O outro é o curta Presto que é rodado antes do filme: mais uma obra-prima da união Disney-Pixar. Abaixo tem um preview de Presto. Muito bom!
Estréia este fim de semana a nova animação dirigida por Andrew Staton, o roteirista de Toy Story 1 e 2, Vida de inseto e Monstros S.A.
Wall-E narra a história do planeta Terra sem humanos no ano 2700. A razão da ausência de homens é o fato de que ele transformou a Terra em um grande depósito de lixo ao longo de sua existência. Depois de dar origem ao caos, todos os habitantes fugiram para a nave Axiom. E de lá, esperam que a empresa Buynlarge consiga limpar o planeta novamente. A mega-empresa enviou milhares de robôs programados para coletar o lixo, contudo, elas não deram contam de tanto trabalho e restou apenas o pequeno Wall-E.
Wall – E é também o protagonista do filme e sua rotina diária é continuar a coletar todo o lixo da Terra.
Porém, a vidinha pacata do robô é dessetabilizada quando uma nova unidade operacional Pousa na Terra.
Ontem um colega de trabalho entrou pro clube do assaltados. Entre os sentimentos de raiva e impotência diante da indiferença da polícia, que se recusava a ir ao local onde os meliantes estavam escondidos, uma coisa boa - vejam só que bosta tirar uma coisa boa de um assalto. Na verdade, frase boa: Pior ainda que ser assaltado é ter que ficar aturando o ladrão te chamando de vagabundo e filho da puta, porque vc está com pouco dinheiro. A quantos exemplos podemos remeter esses segundos de sabedoria? Ao ex-prefeito Alberto Bejani, aumentanto continuamente o preço das passagens de ônibus para aumentar a sua caixinha, ou a Robert Mugabe, se lançando como candidato único a presidente, enquanto extermina a oposição do seu pais?
Aos dois, né? Tem tantos mais. Aposto que já pipocou um aí na sua cabeça.
O pensamento inútil do dia é:
Os psiquiatras dizem que uma em cada quatro pessoas tem alguma deficiência mental. Fique de olho em três dos seus amigos. Se eles parecerem normais, o retardado é você.
Sei que este não é um site sobre videogames, mas não poderia deixar de dar a notícia do próximo lançamento da CAPCOM o novo Street Fighter agora na sua quarta versao, fora os crossovers com os herois da MARVEL.
Os d30s de plantão com certeza conhecem Street Fihter,que há muito fizeram parte da sua infância ou adolescência. Rever os antigos personagens totalmente remodelados nos traz a mesma sensação das primeiras versões. Ryu, Ken, Dhalsim e toda a turma de lutadores estão presente e a vontade de experimentar o jogo é desesperadora. Os gráficos estão fantásticos, o jogo sairá para Playstation 3, Xbox 360, Arcade e PC. O clássico dos jogos de luta está de volta.
Street Fighter 4 está previsto para o final deste ano.
Para quem não conhece os jogos da série, veja os vídeos abaixo , e não esqueça de ver o último do novo Street Fighter 4.
O curta Vida Blue é originalíssimo. Vencedor do Expocom Sul deste ano, mostra o trabalho bem feito do futuro jornalista Tiago Franz e de seu irmão Ismael. Os desenhos, que na verdade são o cenário em si, foram feitos especialmente para o curta e incorporam muito bem a vida do personagem (feito em massa de modelar). A trilha também foi gravada pelos dois irmãos. Bom, não vou ficar contando a história. Assista você mesmo. Vale a pena.
Final de semana fraquíssimo em lançamentos. Pelo menos em Cuiabá. O novo filme do ex-trapalhão Didi Mocó, O guerreiro Didi e a ninja Lili, é a grande estréia. É o filme perfeito para quem tem filhos pequenos e quer levá-los ao cinema.
Para os mais adultos as sessões se dividem entre comédia e ação. O incrível Hulk e As crônicas de Nárnia ainda estão estão em cartaz, e são estes filmes que eu recomendo.
Mas quem gosta de uma comédia romântica água com açucar, Jogo de amor em Las Vegas e O melhor amigo da noiva são as sugestões.
Infelizmente, nada de super lançamentos, com diretores fantásticos e roteiros bem escritos. Quem sabe no próximo fim de semana.
por Elaine Andrade às 13:57
20
Junho
2008
A Sexta The Flash, vem para distrair sua sexta-feira.
A sinopse indicava que era um suspense, mas poderia muito bem ter sido rotulado como comédia. Eu, pelo menos, nunca tinha visto o público gargalhar assistindo ao “thriller do ano”.
Apresento a vocês Fim dos tempos (The Happening), dirigido por M. Night Shyamalan (A Vila e Dama n’água). Apesar de ter um bom ator no papel principal (Mark Wahlberg), o filme não convence em nenhum momento que você deve assisti-lo com medo dos acontecimentos.
A história é simples: um belo dia a natureza resolve se revoltar contra a humanidade. E sem aviso prévio. Os soldados são as plantas que liberam uma toxina fatal. O efeito é um tanto quanto trash: quem é atingido por essa toxina tem o desejo incontrolável de se matar. E realmente o faz das maneiras mais hilárias. Há um tratador de leões no zoológico que deixa os animais o comerem. Há outro que bate o carro contra uma árvore. E há ainda um senhor que liga o cortador de grama e deixa o equipamento passar por cima dele.
No centro do ataque está o professor Elliot (Wahlberg) e sua esposa Alma (Zooey Deschanel). Eles vivem uma crise no casamento e precisam confiar um no outro para escapar do ataque.
O roteiro é cheio de erros, as cenas não deixam você nem com medo e muito menos apreensivo em relação a natureza e os sustos são previsíveis. Sem contar que é um tanto quanto forçado. Imagine só, as plantas, de todos os tipos, tamanhos e cores, se aliam ao vento para espalhar a toxina e acabar com a humanidade.
Resumindo, as cenas de ação se resumem aos personagens fugindo do vento numa tarde ensolarada. Shyamalan tentou unir o assunto do momento com um filme de suspense. Além de tentar trazer ao filme a discussão "ciência versus fé", já que os acontecimentos não têm uma explicação lógica baseada na ciência.
O final do filme relembra muito bem as novelas globais. A mocinha e o mocinho estão vivos e vão ter um bebê. O filme sobre uma catástrofe natural virou uma catástrofe de filme. Shyamalan poderia ter dormido sem essa.
A única coisa legal de gente chata é quando elas brigam, mas no caso do Repórter Britto Júnior é constrangedor. O Cara é tão chato, mas tão chato que até brigando é chato.
Como o próprio Britto disse é bom a gente raciocinar de vez em quando. Hehehe, no caso dele isso acontece só em ano bissexto quando 29 de fevereiro cai numa sexta-feira de lua cheia em anos impares. Raciocinou?
Errar é humano, mas errar na Globo não é uma boa idéia, no JORNAL HOJE Zileide Silva se atrapalha toda, o mais engraçado é ela dizendo GENTE NÃO DÁ, fica o mistério se foi o tp que parou de funcionar, ou se realmente ela ficou nervosa e se perdeu completamente. Veja o vídeo com o momento.
Vivemos em um mundo em que a tecnologia norteia boa parte das nossas vidas, uma dessas tecnologias, é a televisão, velha companheira que forma e desmonta opiniões. De alguma forma influencia em nosso cotidiano.
Mas fiquei impressionado com a notícia que a Tv por assinatura Sky sem avisar nenhum de seus clientes desativou o canal MTV BRASIL, sim tirou do ar sem dó e piedade. Mas por que essa atitude? Será que estamos voltando aos tempos da ditadura militar, ou apenas estamos vivenciando outro monopólio da comunicação, onde quem incomoda é massacrado.
O mais interessante é que a MTV não deixou barato e lançou uma campanha denunciando o feito, uma bela sacada do canal. Vejam o vídeo.
E foi no dia dos Namorados que eu li na Veja que dos cinco medicamentos mais vendidos no Brasil, dois são para disfunção erétil e os outros três são analgésicos.
É...
Às vezes, ficar de pau duro pode dar uma dor de cabeça!
Estréia hoje O incrível Hulk, com direito a menções a nossa querida pátria Brasil.
Na verdade, o cientista Bruce Banner (Edward Norton) após ser exposto a raios gama, passa a se transformar em um monstro gigante verde em situações de estresse.
Buscando uma cura para sua maldição, Banner vai ao Brasil para testar ervas medicinais.
Dirigido por Louis Leterrier, O incrível Hulk tem no elenco Liv Tyler, Edward Norton, Robert Downey Jr. e Tim Roth.
por Elaine Andrade às 14:33
13
Junho
2008
Ressaca pós dia dos namorados só pode ser curada com a Sexta The Flash...
- É porque eu odeio apresentar campanha, não ta vendo?
Se você é uma pessoa introspectiva, que adora ficar em silêncio, meditar, refletir 500 vezes antes de abrir a boca, se isso tudo contribui para que você desenvolva o seu trabalho escrito, criativo porque cargas d’água vc tem q ser obrigado a acompanhar atendimento em apresentação de campanha? Que bosta.
Bom, Bob Dylan deve ter esses pensamentos quando tem que fazer um show. Os tais ossos do ofício fazem com que todo mundo tenha que suportar situações que odeia, mesmo que trabalhe em algo que adora. No fim das contas, L não consigo deixar de pensar q isso nos faz evoluir. No meu caso, controlar mais esse jeito autista de ser. Vamos lá, coração na goela, pés e mãos geladas, eu só espero que um dia eu evolua o bastante, ou ganhe muita grana pra não precisar mais ter ofício que me traga qualquer osso.
A melhor coisa do mundo é namorar. Eu já experimentei e vivi muitas coisas legais, mas realmente não há nada igual como ser amado e amar. Não há carinho mais gostoso do que sentir a brisa da vida de mãos dadas com a pessoa amada.
Abraços apertados, beijos molhados e o encontro do olhar. E porque não os desencontros para depois se reencontrar. Assim como o navio precisa partir e voltar o porto seguro precisa de tempo para esperar.
A tensão e o clima da guerra podem levar um homem à loucura (uiii), mas nada parece abalar os nervos de aço dessa turma do exército. Só faltou falar: sai daí e vem pra aqui. Tudo é festa!
Nunca é tarde para falar de coisas boas. Durante o 15º Festival de Cinema de Cuiabá assisti ao documentário Memória para uso diário (2007), dirigido por Beth Formaggini. Um dos mais bem produzidos no Brasil até agora (que eu tenha visto!!!).
O filme conta a história de algumas pessoas que perderam membros de sua família durante o regime militar. Elas fazem parte da Ong Tortura Nunca Mais, sediada no Rio de Janeiro.
Histórias esquecidas de nomes que tentaram trazer a liberdade de volta ao nosso país. Um dos pontos mais interessantes do documentário é quando um grupo de participantes da Ong percorre a cidade procurando ruas e praças que levam o nome de seus parentes mortos ou desaparecidos.
Quando encontram a rua, perguntam aos moradores se eles sabem quem havia sido aquela pessoa cujo nome estava na placa.
Ao mesmo tempo em que narra histórias do passado, o documentário mostra situações do presente. Memória para suo diário apresenta mães que procuram ajuda na Ong Tortura Nunca Mais atualmente. Essas mães perderam seus filhos recentemente para a violência das grandes cidades.
Você se envolve com as situações narradas, e torce para que o futuro seja um pouco melhor para essas pessoas.
É uma pena que esse documentário não faça parte das exibições nos multiplex. É uma ótima reflexão para quem pensa que tortura e perseguição é coisa do passado.
Nesse fim de semana vale a pena conferir o brasileiríssimo Chega de Saudade, dirigido por Lais Bodanzky (Bicho de Sete Cabeças).
A história é ambientada em um clube de dança de São Paulo durante uma noite de baile. Mesclando comédia e drama, Chega de Saudade aborda o amor, a solidão, a traição e desejo sempre em um clima de muita dança.
O longa é distribuído entre vários personagens interpretados por Tônia Carrero, Leonardo Vilar, Beth Faria, Stepan Nercessian, entre outros grandes nomes. Vale a pena prestigiar o cinema nacional.
Seu Joaquim morou toda sua vida na roça. Roça que herdou de seu pai, assim como antes o pai herdará do avô. Aos 63 anos, recusava-se a sair da terra onde nasceu, cresceu e criou família.
Em volta, grandes produtores já tocaram para longe os vizinhos e implementam agora grandes empreendimentos agrícolas voltados para a exportação. Nada a ver com as roças de toco ou com os abacaxis que Seu Joaquim cultiva e sustenta a família.
Seu Joaquim pesca, caça e produz alguma farinha. Também planta milho e outras culturas de acordo com a época de plantio. Antigamente, trabalhava em mutirão com seus vizinhos.
Ontem, cerca de 50 índios Manoki, do interior de Mato Grosso ocuparam a sede da Funasa em Cuiabá. Reivindicam o repasse de recursos para o atendimento à saúde nas aldeias, direito constitucional que não vem sendo cumprido.
É..... Seu Joaquim não vende. Seu Joaquim não sai de sua terra. Seu Joaquim sabe que está perdendo dinheiro.
Hoje, para chegar na beira do rio, tem que atravessar a porteira do fazendeiro. Às vezes tem que pular. Seu Joaquim é do tipo de gente que pula porteiras, portões e muros, nunca fica em cima deles... Ele e os Manoki sabem que se nos determos diante dos muros, se simplesmente nos adequarmos ou desistirmos, eles terão vencido...
Como tem muita gente procurando outro planeta para morar resolvi colocar esse curta da PIXAR só para deixar claro que você devem procurar ET’s com experiência para fazer a abdução.
Talento e vocação para uma prática profissional ou artística não adianta muito sem treinamento ou instrução adequada, mas decidir quando se dever começar e achar o momento certo para isso é tão importante quando começar.
No filme Menina de Ouro a protagonista começa tarde e acaba cedo demais. Com a menina Bam Bam é diferente ela começou muito cedo demais e aos cinco anos de idade já é campeã na categoria.
Fico imaginando o pai da menina dizendo não para ela ou se ela vai conseguir algum namorado na adolescência. Uma coisa é certa, se um dia eu me encontrar com a menina Bam Bam e suas luvas certeiras, terei o maior respeito e pernas para quê te quero.
Gaste 3 minutos da sua vida para sentir todas as incoerências e sutilezas do amor. Aquele cheio de lágrimas, se não, seria sem sal. Cheio de dúvidas, se não, não existiriam os ciúmes. Cheio de loucuras, se não, não teríamos histórias pra contar. Cheio de drama, se não, não viveríamos a autocomiseração com crença e plenitude. Cheio de saudade, se não, não teria a volta. E cheio de infinitas alegrias, pra gente ser feliz pra sempre.
Hoje olhei no retrovisor do carro e me vi adulto: gordo, barba por fazer, rugas. Simplesmente decadente. Quanto mais se vive, mais perto da morte. Não sei se era reflexo de mim mesmo, ou se era reflexo dos nossos sentimentos.
Sentimentos obesos que pesam as juntas da esperança. Sentimentos que fazem a gente estar onde está. E do jeito que está. Aliás, é impossível dizer onde estaremos daqui há 10 anos. Se é que estaremos em algum lugar. Ou melhor, para onde mudaremos daqui há 10 anos. Mas pra onde? Marte é muito longe. E a Terra está ficando demodê, cor de areia, unicolorido. Tá ficando tom pastel.
Não sei se pelo pastelão que virou a política, ou pelos eleitores pastéis, no qual eu e você fazemos parte. Já que há 33 anos escuto a mesma história. Desmatamos e poluímos demais, e reflorestamos de menos. Mas temos sentimentos obesos. Sentimentos obesos que pesam a junta da esperança. Temos de ganhar mais. Temos de ganhar sempre. Temos de ser melhores do que os outros. Temos de ser executivos. Temos que destruir para construir, para depois destruirmos de novo.
Mas isso até quando? Eu sei. Até quando tudo acabar. Temos de lutar contra os Maggis, pois eles também vão morrer, e o dinheiro deles também não servirá pra nada. Temos de eleger quem sobretudo pensa que daqui há 10 anos ainda haverá vida. Tudo bem que não podemos mudar o mundo. Mas afinal, também não podemos mudar o Mundo de lugar.
A História é irônica. Os primeiros escravos negros foram levados aos EUA no século XVII. A emancipação só foi conquistada em 1863, durante a Guerra Civil. Mas o racismo perdurou. Mesmo depois de abolida a servidão, os negros permaneceram como cidadãos de segunda classe, sem acesso aos benefícios sociais e obrigados a viverem em ambientes separados.
Somente a partir de 1955, com a luta pelos Direitos Civis é que a segregação começa a desmoronar. O marco inicial deste movimento foi a cidade de Montgomery, no Alabama, em 1 de dezembro de 1955, quando a costureira negra Rosa Parks entrou num ônibus e sentou-se nos bancos da frente do ônibus, local proibido aos negros pelas leis segregacionistas do estado.
Intimada a dar seu lugar a um passageiro branco e sentar no fundo do veículo, recusou-se, foi presa, julgada e condenada. Seu ato e sua prisão deflagraram uma onda de manifestações de apoio e revolta, dando início à luta pela igualdade racial.
Depois disso veio o Prêmio Nobel da Paz para Martin Luther King, o Black Power, os Panteras Negras e as Ações Afirmativas (que ainda não foram implantadas no Brasil). Um longo caminho até a terça-feira, 03 de junho de 2008, quando um negro conquistou o direito de disputar a Presidencia dos Estados Unidos, 145 anos depois do final da Escravidão.
Mato Grosso é responsável por 70% do desmatamento da Amazônia. O número é alto, mas o governo se defende e afirma que Mato Grosso é o estado que mais vem reduzindo a área de desmatamento. É daqui a pouco vai chegar a 0%.
Como no Mato Grosso não vai ter mais floresta amazônica e Blairo Maggi não pode ser candidato a reeleição no estado, acho que ele vai ser o próximo governador do Acre ou do Amazonas. Você deve estar se perguntando e porque não presidente do Brasil? Porque o Brasil inteiro não interessa e é por isso que os gringos estão de olho na Amazônia.
Plantar soja na floresta amazônica para exportação é a pior e a forma mais rápida que os gringos acharam de internacionalizar a Amazônia. E claro tudo isso financiado por bancos europeus, americanos e principalmente pelo governo brasileiro, ou seja, nos perdemos a floresta, respiramos a fumaça das queimadas e ainda pagamos a conta.
Quem perde a terra perde muito; quem perde um amigo perde mais; mas quem perde a coragem perde tudo. Esse post é dedicado ao meu amigo Elton Rivas que jamais perdeu a coragem de lutar pela terra dos brasileiros.
Quem viu o Jornal Nacional ontem, 02/06 sabe agora que a "Previsão do Tempo" que eles fazem não merece credibilidade. Previu-se que hoje em Cuiabá faria 32 Graus, o que evidentemente não ocorreu. Sei que vai parecer (e é) pretensão, mas EU JÁ SABIA!
Esse erro primário e grave da Rede Globo mostra como a tecnologia deles está atrasadíssima em relação aos instrumentos usados pelo D30, cujas previsões não erram nunca e agora são feitas de forma PERSONALISADA.
Na região do Palácio Paiaguás, por exemplo, o tempo deve permanecer fechado, equanto a equipe do Gov. não souber explicar os últimos números do INPE, dando conta do AUMENTO DO DESMATAMENTO EM MATO GROSSO...
A foto? Tá certo, não tem nada a ver com a previsão do tempo, mas é bem melhor que mostrar um termômetro.
O ano é 1967. O país são os Estados Unidos. Os personagens são hippies. E a história é maravilhosa. Hair foi lançado em 1979 e é baseado em um musical homônimo da Broadway de 1967. Em 2006, ele foi relançado em DVD. O diretor Milos Forman (Um estranho no ninho) e o roteirista Michael Weller conseguiram sintetizar em um filme todo o pensamento e a filosofia hippie, tanto os aspectos positivos quantos os negativos. Hair é um musical leve, com ótimas músicas e bons atores. As músicas agem como se fossem os pensamentos dos personagens. Elas exprimem toda a emoção do filme.
O musical conta a história de um jovem americano que é convocado para lutar na guerra do Vietnã. Claude (John Savage), faz o típico estilo cowboy e antes de embarcar em sua viagem sem volta (talvez!), ele decide conhecer Nova York nas últimas horas que lhe restam no país.
No parque, sua inocência o aproxima dos hippies que “habitam” o local. Automaticamente, eles se tornam os guias turísticos do jovem. Liderados por Berger (Treat Williams), os hippies não conseguem convencer Claude dos absurdos da guerra e o mal que ela causa para a humanidade. Dessa maneira, Claude se muda para a base militar e começa a se preparar para a guerra. Seus novos amigos não encontram outra maneira a não ser se despedir dele na base.
A partir daí não contarei mais nada. Só digo que esse filme tem um dos melhores finais que já vi. Simplesmente surpreendente.
Depois de vários dias fora do ar, nosso serviço volta ao normal, ou melhor, voltamos além do normal, já que agora inauguramos o mais novo serviço: A PREVISÃO DO TEMPO PERSONALISADA.
Com base na assustadora capacidade de previsão, antecipando em dias e até mesmo meses a previsão do tempo para qualquer lugar do mundo, melhoramos ainda mais nossos já excelentes instrumentos. O resultado é que agora estamos muito além da concorrência.
O tempo está e vai continuar bom em Cuiabá. (Apesar do frio de matar cuiabano). O tempo vai fechar mesmo nos Andes. Depois que conseguir acabar com a floresta amazônica – Com apoio do Lula, diga-se de passagem, o governador de Mato Grosso prepara um projeto de terraplanagem da região andina, a fim de “agregar novas áreas ao processo produtivo” (como dizem os sojicultores quando decidem devastar a natureza).
Como todos sabemos o estado de Mato Grosso possui diversas belezas naturais como a Chapada dos Guimarães, o Pantanal. Mas como sempre nunca estamos satisfeitos com o que temos.
Com um calor diário de 40 graus não possuímos praias e consequentemente também não praticamos surf, mas algumas pessoas criativas conseguem a façanha de surfar em Cuiabá, se não acreditam vejam o vídeo.
A grande estréia deste fim de semana é a continuação do infanto-juvenil As crônicas de Nárnia: Príncipe Cáspian. Na trama, um ano se passou para os irmãos Pevensie desde a primeira aventura, mas em Nárnia transcorreram-se 1300 anos. Nesse mundo mágico, o poder está nas mãos dos telmarinos que baniram os animais falantes e as criaturas mitológicas.
Entre quem já assistiu, o consenso é que As Crônicas de Nárnia: Príncipe Cáspian está bem melhor do que o filme que abriu a série As crônicas de Nárnia: O Leão, A Feiticera e o Gurda-Roupa (2005). Quem gosta de magia deve conferir.
Perdão 80 anos depois da execução A família de um homem executado na Austrália pelo estupro e assassinato de uma garota, prova a inocência dele na justiça. Assista
Será que um dia minha mãe vai acreditar que não fui eu quem comeu toda a rapadura da minha avó lá nos idos de 1985?
Imagens em Slow Motion viraram a sensação do momento com o barateamento das câmeras que captam imagens em alta velocidade.
O grande barato disso é que além de revelar o mundo em outra velocidade estas imagens mostram até que ponto as pessoas chegam para aparecer em um vídeo.
Uma bofetada na cara é mais bonita em câmara lenta, pelo menos para quem bate.
Indiana Jones faz parte da minha infância e adolescência. Só isso já vale o ingresso para assistir a nova aventura do arqueólogo mais famoso do cinema.
O tempo passa e a gente vai ficando mais chato. Mais crítico. Mais chato mesmo. Mas enfim...
É impressionante como para seguir gostando do herói, a gente tem que fechar os olhos para o patriotismo ianque, ã visão colonialista de um ladrão de tesouros que percorre o mundo para roubá-los dos nativos e ornamentar museus na América. Indiana Jones é um assassino frio, como o próprio Spielberg revelou numa entrevista para a Folha de S. Paulo. "Indiana Jones tem as mãos sujas de sangue".
A máquina de propaganda via filmes é estupenda. A safra atual de cinema é propaganda deslavada dessa postura adolescente: a do personagem que incorpora o pobrezinho do tio sam incompreendido pelo mundo, em defesa dos valores humanos, da dignidade. E nada de comentários pelos críticos tupiniquins. Ficam no enredo óbvio, nos efeitos especiais, e olhe lá...
Li essa semana que os russos e comunistas mundo afora não gostaram nada da representação que o filme faz deles. É uma obra de ficção, é lógico. Mas não podemos esquecer que não é só pelo poderio bélico universal que os ianques dominam o mundo. Sedução é a palavra chave.
Guarda-roupa de grávida adquire peculiaridades interessantes, especialmente depois do primeiro trimestre, quando a barriga se impõe sem chance pros zíperes remanescentes. É aí que você tem que assumir o elasticão na calça. Pois é, seu umbigo terá uma ampla órbita a percorrer nos próximos seis meses. Os peitos então... prepare-se para tentar segurar dois balões prestes a explodir na sua frente. Sutiãs reforçados são artigos de primeira necessidade. Lembro que na primeira gravidez foi tudo isso muito novo e apavorante. A tensão tomava conta e era difícil pensar em outra coisa que não fosse gravidez. Acabava me sentindo mais especial, mais estranha. Um tanto Maria, um tanto Ellen Ripley. Agora, hehehe, a maior sensação tem sido me sentir um tanto bruxa. Todo mundo morre de medo de ser atingido por um raio de terçol que saia dos meus olhos, tenho que tomar cuidado pra não ficar olhando pra algo que alguém esteja comendo, ou a pessoa me obriga a aceitar o bagulho de qualquer jeito. Engraçado, mas primitivo. Posso dizer que não tenho mais todas aquelas fantasias com o parto normal, humanizado ideal. Só quero que meu bebê nasça bem. Não vou insistir para que os médicos façam uma coisa para a qual eles não tenham preparo. Agora, uma coisa que continua a mesma é a dúvida sobre como me vestir pra uma festa, sem ficar parecendo um carro alegórico. Minha chegada Angie Jolie tem dicas especiais. Simplicidade nas estampas e acessórios, decotes para o colo e busto marcado.
Nada melhor do que aproveitar o feriadão para assistir filmes antigos. No topo da lista estava O Poderoso Chefão, dirigido por Francis Ford Coppola, escrito por Mario Puzo (livro) e adaptado por Puzo e Coppola. Na verdade, uni o útil ao agradável. Precisava (re)assisti-lo para fazer um trabalho de faculdade e também para relaxar vendo algo decente. Razão do trabalho? Analisar a “construção do outro” a partir do cinema. No filme em questão, analisar o que o filme passa para a população sobre famílias italianas.
Tenho que admitir que sinto um certo receio ao tentar fazer uma nova critica sobre O Poderoso Chefão. Fãs histéricos (e os não tão histéricos também) poderiam me defenestrar no momento em que eu terminasse de escrever. Além disso, fora minha analise antropológica sobre como a máfia italiana é passada ao resto do mundo, não há o que eu possa acrescentar “criticamente” no momento. Por esse motivo, resolvi apenas fazer uma lista de curiosidades e dados interessantes sobre esse clássico do cinema mundial.
A parte dois de O Poderoso Chefão tornou-se a primeira continuação que ganhou o Oscar de melhor filme assim como a primeira parte (o terceiro ficou apenas na indicação, tendo perdido o Oscar para o filme Dança com Lobos). O Senhor dos Anéis Parte 3 (O Retorno do Rei) foi a segunda e última continuação a ganhar o Oscar de melhor filme
Robert de Niro fez teste para os papéis de Michael e Santino (Sonny) Corleone no primeiro filme, mas não ficou com nenhum. Em compensação, interpretou o jovem Don Vito na Parte II.
O diretor Francis Ford Coppola e o autor do livro, Mario Puzo, combinaram que sempre que aparecessem laranjas no filme, ocorreria uma morte ou atentado.
James Caan (Sonny) fez uma pequena participação no segundo filme da serie (cerca de três minutos) e ganhou a mesma quantia que recebeu pela atuação no primeiro filme inteiro.
- Marlon Brando, que ganhou o Oscar por sua interpretação como Don Vito Corleone, se recusou a receber sua estatueta em protesto à discriminação feita pelo governo e por Hollywood aos índios americanos. Além de não comparecer à cerimônia de premiação, Brando enviou em seu lugar uma atriz que se fez passar por uma índia americana, de nome Sacheen Littlefeather.
O papel de Michael Corleone fora oferecido inicialmente a Warren Beatty, Jack Nicholson e Dustin Hoffman, mas todos o recusaram. Somente após Al Pacino foi escolhido para o papel.
Um dos cotados para o papel de Vito Corleone foi Laurence Olivier. Frank Sinatra também esteve cotado para fazer parte do elenco, no papel de Johnny.
Durante a cena em que Johnny (James Caan) e Carlo (Gianni Russo) brigam, Caan realmente quebrou algumas costelas de Russo.
Francis Ford Coppola e Mario Puzo, autores do roteiro do filme, evitaram a todo custo utilizar a palavra "máfia" nos diálogos dos personagens.
Em 2007, a editora Boom! Studios anunciou um acordo com a Paramount Pictures para publicar quadrinhos baseados na trilogia O Poderoso Chefão.
O Poderoso Chefão foi eleito o segundo melhor roteiro da história do cinema pelo Writers Guild of America. Em primeiro lugar ficou Casablanca.
O último produto ligado à obra foi a adaptação da trilogia para os jogos eletrônicos pela Electronic Arts, em 2006.
O estúdio decidiu gastar no máximo 2,5 milhões de dólares na produção do filme, orçamento que foi estourado por Coppola. Para baratear os custos, o estúdio decidiu que o filme se desenvolveria na década de 1970 (diferentemente do livro), mas Coppola convenceu os produtores a deixar que o filme fosse ambientado nas décadas originais de 40 e 50.
No princípio Coppola queria Marlon Brando para o papel de Don Vito Corleone, mas sua má reputação como ator irresponsável, imaturo e demasiadamente polêmico dificultavam a aceitação da idéia de Coppola. Se já era difícil colocar um ator conhecido como Marlon no filme, a intenção de Coppola de entregar ao desconhecido Al Pacino o papel de Michael Corleone não foi sequer considerada. Após Brando e Pacino fazererm testes por sua própria conta foram finalmente aceitos.
O Poderoso Chefão deixou muitas marcas na história do cinema, como a cena do cavalo e a cena do pedágio, e até mesmo o modo de agir dos Dons Vito e Michael inspiram até hoje as atuações dos mafiosos do cinema e da televisão. No entando, Coppola fez o que alguns consideram ser o mais difícil: superar a popularidade do livro. Na verdade, hoje em dia poucas pessoas sabem que O Poderoso Chefão foi originalmente um livro, e não um filme.
Finalmente chega às telonas o quarto filme da série Indiana Jones. Demorou dezenove anos mas valeu a pena, pelo menos para os fãs.
Razão da demora? O produtor George Lucas, o protagonista Harrison Ford e o diretor Steven Spielberg não conseguiam chegar a um consenso.
Mas chegaram, e o resultado é o que você pode conferir no cinema neste fim de semana em Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal. A trama se passa em 1957, e o herói terá que combater os soviéticos malvados da Guerra Fria. Tudo no clima mais americanizado possível...
As queimadas começaram cedo no Mato Grosso, segundo fotos do INPE há focos de queimadas desde janeiro e nos cinco primeiros meses do ano o índice de desmatamento na região de floresta amazônica passou dos 60%.
Para piorar a situação das queimadas temos que agüentar o fogo cruzado entre o ministro Carlos Minc e o governador Blairo Maggi.
As questões ambientais geradas pelo impacto do agronegócio são preocupantes, mas mais grave ainda é a questão do hidronegócio, tanto que os maiores produtores de soja do estado já estão migrando ou incorporando a exploração do mineral, o problema hoje até pode ser o fogo, mas o negócio agora é a água.
Em missão cultural a São Paulo, resolvo relaxar e pego um ônibus rumo ao Ibirapuera. O destino: Exposição Star Wars Brasil...
Na fila me divirto com a enorme concentração de nerds e afins. Na verdade, estou rindo para disfarçar o fato de que eu estou na mesma fila, o que me torna tão ou mais nerd que eles, afinal minha idade me condena.
Paro de rir, acho a piada sem graça...
Mais incrível que Ewooks e o Chewbacca em tamanho real é encontrar uma ex-aluna da Federal no ponto de ônibus em frente ao Parque. É óbvio que menti para ela sobre minha real motivação de estar ali às 18h30 da tarde.
Compor é um dos grandes mistérios e segredos da vida.
A palavra parece simples, mas esconde uma complexa teia de significados que se desdobra desde técnicas artísticas até estruturas atômicas e moleculares dos elementos químicos ou ainda na única possibilidade de criação humana.
É comum escutar que a pessoa vai vestir uma peça de roupa combinando com outra para compor um look bacana. De uma maneira mais complexa artistas compõem suas pinturas e músicas, no entanto a água um dos elementos mais importantes para vida no planeta é uma composição simples de H2O.
Um filme é basicamente uma composição seqüencial de cenas e takes, só que dentro de cada cena, de cada quadro há uma composição de imagens. Há ainda o som e a música que são outras composições que também compõem o filme e claro o roteiro que reúne as idéias em forma de palavras e o que são as palavras se não a composição de letras justapostas e assim por diante com as frases, cartas, poemas e roteiros.
Mas a composição é mais do que a reunião ou sucessão de elementos isolados. É mais do que a idéia de formar um conjunto, um todo que se destaca das partes.
A composição é principalmente a idéia e ação do infinito.
Decompor é o caminho de volta para o infinito. É a entrega de um todo para suas partes, entre o zero e o um há um infinito, assim a vida é composta num processo sem fim.
O que você foi fazer, cara? Você poderia ter feito tanta coisa, porque foi fazer injusto isso? Acabar com a vida, cara. Que merda.
Não só pela consideração que a gente tinha pela sua pessoa, mas por te achar um cara esperto, bacana, inteligente, mesmo, eu engrosso o coro: jamais esperaria isso de você. Você mesmo não acreditaria se visse o que tá acontecendo, agora. Posso até ver sua expressão divertida, sorrindo e tirando onda de como um mané pôde tomar uma atitude tão sem volta.
E agora onde está você? Onde anda você, agora? Por onde andava você antes? Pôxa, a gente quer saber se deveria ter conversado mais com você. Se deveria ter olhado com mais atenção pra você. Se, sei lá, aquele dia na festa, nem passou perto essa idéia. Será que afinal a gente poderia de alguma forma imaginar, e mesmo que imaginasse, poderia de alguma forma impedir?
Não. Acho que não. As pessoas que mais te amam e estavam ao seu lado também não poderiam ter impedido o que só dependeu de você. Você foi longe demais pra que alguém conseguisse te dar a mão.
Foda, hein, cara. E o que resta agora? Bem-humoradas lembranças do sorriso fácil, da boa conversa, do churrasco bem temperado.
É, Luciano, nessa brincadeira de mal gosto, saímos todos perdendo.
Lembra quando você foi lá em casa ajudar o Emanuel com a instalação elétrica? Gabriel devia estar com uns 3 meses, não parava de por a língua pra fora. Você me disse que ele estava descobrindo a língua. Coisa boba, mas achei aquela observação tão doce e sensível, que não esperava que viesse de um cara, à primeira vista tão "nem aí" pra bebezinhos molengas, hehehe. Bom, naquele momento me passou o pensamento de que você seria um bom pai, um dia.
Não deu tempo. Não deu tempo nem de você virar d30. Que bosta.
Mancha, perdoe a pieguice do post, mas os acontecimentos não me deixaram escolha. Tem que ser assim mesmo.
Adeus, cara. De verdade, verdadeira, a gente vai sentir saudades.
Luciano Mancha. 1980 - 2008.
Um cara legal, que curtia Stairway to Heaven, mas que agora me lembra Stephen Fry, do Zeca Baleiro.
Se você é uma daquelas pessoas que quando criança sonhava em ser astronauta essa é a sua chance. Quer dizer, sua não, do seu nome.
A Nasa abriu inscrições para os interessados em enviar o seu nome à Lua na próxima expedição. Após receber todos os cadastros, as assinaturas serão adicionadas a um chip que será colocado na nave Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO). A razão de colocar apenas o nome é devido ao fato de que a nave não voltará mais a Terra.
O objetivo dessa brincadeira é aumentar a visibilidade das missões de exploração no público em geral. E a idéia não é inédita: em 2005 o Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da NASA juntou 625 mil nomes que foram mandados a bordo da espaçonave "Deep Impact", que se chocou contra o cometa 9P/Tempel.
Os interessados em enviar o nome até a Lua devem se registrar até o dia 27 de junho de 2008 neste site. Além disso, podem imprimir o certificado de participação com o número de inscrição e data de alistamento.
Não seria de se estranhar se os assaltantes do Banco Central de Fortaleza (Ceará), em 2005, tivessem se inspirado nos ladrões ingleses que roubaram o banco Lloyds há 37 anos. Para se livrar da acusação por porte de drogas, a ex-modelo Martine Love (Saffron Burrows) faz um acordo com o MI-5 (serviço secreto britânico). Parte do trato constava em assaltar o banco Lloyds, que coincidentemente estava sem alarme, roubar o contéudo do cofre 118, entrega-lo ao MI-5 e de graça ficar com o restante encontrado nos demais cofres.
Martine convidou seus antigos amigos para participar do assalto. Nenhum deles com experiência suficiente para se sair bem dessa. Contudo, o plano foi bem executado. Cavaram um túnel até o banco e entraram sem muitas dificuldades. Mas os ladrões não sabiam do acordo de Martine com o MI-5 e não esperavam encontrar nos demais cofres fotos e livros caixas que incriminariam dezenas de policiais corruptos, políticos adúlteros e donos de casas de prostituição. Mas afinal, o que tinha no cofre 118? Fotos reveladoras da princesa Margaret tiradas por um traficante de drogas que as utilizava como chantagem para não ser preso.
Como todo chefe de gangue, Terry Leather (Jason Statham) conseguiu barganhar com os políticos e policiais envolvidos passaportes novos para fugir do país. Lógico que nada aconteceu antes de alguns dos ladrões, e amigos de Terry, serem mortos por um dos reis da prostituição de Londres
Como grandes nomes do cenário londrino estavam envolvidos, a imprensa foi censurada e os nomes dos assaltantes nunca foram revelados.
O diretor australiano Roger Donaldson e os roteiristas Dick Clement e Ian La Frenais conseguiram fazer um bom filme. Mas não excelente. Falta algum elemento. Talvez alguns planos de câmera diferentes ou uma trilha mais audaciosa. Mesmo assim, é um filme de ação decente para quem já está cansado das pirotecnias e maluquices dos hollywoodianos convencionais.
A história do filme é verídica. Lógico que alguns nomes foram mudados para preservar a identidade dos envolvidos. Quer uma curiosidade a mais? Conta-se que a maioria das pessoas que tiveram seus cofres arrombados não quiseram contar o que havia neles.
Em 1971, um banco em Baker Street, Londres, é assaltado. Milhões de libras em dinheiro e jóias desapareceram. Quem foi o autor? Ninguém sabe até hoje. A imprensa foi forçada a abafar o caso e o que sobrou foram os boatos. Já os boatos fizeram a história virar lenda. E a lenda virou um filme que estréia nesse fim de semana em todo o país.
Efeito Dominó (The Bank Job) foi construído a partir das atitudes dos assaltantes: um vendedor de carros cheio de dívidas, um ator pornô, uma ex-modelo e um malandro aposentado.
A trama é supostamente real. O assalto desencadeia uma rede de corrupção muito maior do que os quatro ladrões de primeira viagem esperavam encontrar. Parte de uma teoria da conspiração que inclui a família real britânica, silenciamento da imprensa, agentes do MI-5, movimentos raciais radicais, a máfia do sexo e policiais corruptos.
Sherlock Holmes com certeza desvendaria esse mistério. Ainda mais tão perto de sua casa.
Todos esses temas polêmicos em um mesmo filme. Será que o diretor australiano Roger Donaldson conseguiu unir com excelência tudo isso? Assista e verá!
por Elaine Andrade às 12:05
16
Maio
2008
Jogar, um ofício mais que divertido e que recomendo a todos.
O cérebro humano é o mais poderoso processador de informações que existe, mas as vezes essa rapidez gera alguns bugs de processamento e falhas de percepção do mundo.
Como bem sabe Ronaldo o fenômeno as coisas nem sempre são o que parece.
Mas o caso do Ronaldo é para oftalmologista, psiquiatra ou sanatório.
Acho que eu devia ter uns dez anos quando vi a Marina Silva pela primeira vez. Num programa eleitoral do PT, a estreante candidata a vereadora impostava a voz de forma valente e combativa. Quase uma Enéas, só que dizendo coisas com mais sentido, eu acho, pois minhas atenções se ligaram muito mais na interpretação da moça do que no discurso propriamente. O fato é que a moça deu certo. Eleita com a maioria dos votos, Marina abriu caminho para a ascensão do PT lá em Rio Branco, continuou estudando e construindo uma carreira admirável. Sua chegada ao ministério do meio ambiente parecia uma luz no fim do túnel da destruição.
Parecia. Hoje, Marina deixa o Governo no escuro, iluminado pelas tochas do PAC, da chantagem e da distribuição de cartões corporativos.
Tudo indica que agora o Governo vai se acomodar muito bem com a sua saída, assim como o PT se acomodou muito bem com a saída de Heloísa. Resta saber se depois de tudo isso, Marina ainda continuará bem acomodada no PT.
Hoje vasculhando os inúmeros vídeos do youtube me deparei com uma montagem de várias novelas famosas de Portugal, então pude perceber que aquilo que vivenciamos no Brasil, nada mais é que uma repetição quase homegênea da industria cultural.Enquanto assistia o vídeo além do sotaque engraçado, vi diversas novelas com outros nomes mas que na verdade só se renovam, as mesmas histórias, os mesmos conflitos. Vivemos como os nossos pais, como cantava Elis Regina, fazemos e estamos vendo as mesmas coisas, e não importa onde você esteja.
Assistam o vídeo e creio que talvez vocês tenham a mesma sensação:
Quando escutei pela primeira vez juro que não entendi:
- Sandy vira cantora de música eletrônica e muda o nome para “Miss S”.
- O quê?
- Miss S.
Como eu só estava ouvindo pela TV, e não vendo, só escutei a pronúncia e fiquei pasma. “Miss és”. Propositalmente ou não, Sandy escolheu uma letra do alfabeto que em inglês tem o mesmo som de Ass. Já ass significa bunda, traseiro, polpas, rabo... Enfim, escolha o que melhor agrada.
Mas logo a Sandy? Virgenzinha do Brasil... Espelho pra qualquer adolescente...
Nos meus 63 anos de vida eu vi e aprendi muitas coisas. Tive várias alegrias e tristezas, mas não sabia como essas coisas aconteciam, até que no último sábado à noite eu tive uma revelação em pleno show do Paulo Ricardo.
Finalmente eu descobri o segredo da felicidade. Você deve estar curioso para saber qual é o método. Qual é o caminho para se chegar lá, Mas esse segredo eu nem te conto. Se você quiser descobrir vai ter que ver o vídeo abaixo e aí vai ser tudo de bom.
A propósito o lencinho pode ser encontrado em qualquer loja de departamentos.
Tem coisas que só um Mac faz. Essas foram a as palavras que me vieram a mente quando eu assisti ao vídeo abaixo. Não sabia dizer se era um comercial, um clipe musical ou um vídeo experimental feito por um usuário fanático.
Pela sinopse parece apenas mais um filme de Hollywood sobre Hollywood. E é. O filme se passa em 1959 na glamourosa Los Angeles. Dirigido por Allen Coulter e escrito por Paul Bernbaum e Howard Korder, Hollywoodland – bastidores da fama(2006) narra a história do ator George Reeves (Ben Affleck) tentando deixar o seu papel de homem de aço do seriado de TV As aventuras do super-homem para trás.
Ele era famoso e adorado pelas crianças americanas, mas essa situação não era suficiente para provar sua capacidade como ator. Na verdade, Reeves escondia sua frustração e desespero nos presentes caríssimos e na boa vida que levava graças a sua amante Toni Mannix (Diane Lane). Toni é casada com o diretor da MGM Eddie Mannix (Bob Hoskins), e mesmo com seu status privilegiado não ajudava Reeves na carreira, estimulando-o apenas a continuar no seu papel de super-herói para que estivesse sempre preso a ela.
Não contente com a própria vida, Reeves vai para Nova York tentar ser diretor. Lá conhece uma jovem oportunista e ficam noivos, despertando a ira de Toni. A vida de todos os personagens parece estar sob controle até que Reeves morre. Suicídio ou assassinato? E é ai que entra o detetive Louis Simo (Adrien Brody). Brody está muito bem no filme interpreta de maneira original um investigador mal-sucedido, mal-vestido e sem talento algum para a profissão.
O detetive é contratado pela mãe de Reeves que acredita fielmente que o filho foi assassinado. A partir de alguns fatos não revelados pela polícia, Simo também passa a crer que o ator foi morto e começa a desvendar os mistérios que envolvem o crime.
A característica não-linear do filme o deixa mais leve. Brody corresponde ao tempo real da trama enquanto Reeves e sua história vêm à tona em forma de flashbacks.
Com o cancelamento da série e o envelhecimento do corpo Reeves perde suas esperanças e finalmente enxerga que sua carreira chegou ao fim. E é o final do filme que mais surpreende. Junto com o detetive, o espectador passa a acreditar que Reeves foi assassinado. Então, o agente de Reeves revela cenas do ator treinando para fazer o papel de um lutador.
Nesse momento, Simo vê que a verdade sempre esteve na sua frente. Reeves realmente tirou a própria vida. Hollywood não era para ele. Hollywood não queria ele. De 0 a 10, Hollywoodland recebe 8. O elenco é a salvação. O longa-metragem é um tanto quanto arroz com feijão, mas vale a pena assistir.
Quem me conhece bem sabe que não tenho muito jeito com as palavras e o fato de eu escrever no d30 é apenas por fama, dinheiro e poder. Sendo assim, tento pelo menos ser sincero nas coisas que escrevo ou que tento escrever.
Hoje quero mais que dinheiro, fama e poder. Quero fazer uma homenagem para todas as Mães e agradecer à minha mãe, que me deu a vida, e a minha esposa mãe que deu sentido a ela.
Momentos de stress, prazo curto, briefing inexistente, cliente estúpido, muitas horas trabalhadas por pouca grana, falta de perspectiva de crescimento, essas são algumas coisinhas que vira e mexe fazem você se questionar quanto tempo você ainda vai encarar sua atual profissão. No meu caso, publicidade.
Agora, data comemorativa, puta merda, isso sim faz a gente querer arrumar outra coisa pra fazer na vida. Porque você se ferra pra tentar fazer a mesma “homenagem”, em nome de 10 clientes diferentes, e sabe que no ano que vem, e que vem, e que vem, vai ter que fazer a mesma porra outra vez.
Isso é especialmente odioso pro dia das mães. Tomei nojo desse dia antes do segundo ano de maternidade. Quer saber? Mãe não tem nada de especial. Ela é você, só que agora, amando alguém mais do que qualquer outra pessoa na vida – caso vc não seja uma psicopata, é claro.
Ser mãe, é na verdade algo muito simples, considerando que a vida inteira, com ou sem filho é uma complicação sem fim. Então você não tem que ir pra um altar por ser mãe. Agora, se alguém acha que eu mereço um presente por isso, pode dar, ué. Não vou jogar fora.
Por outro lado, também sou obrigada a não deixar de dar presente pra minha mãe, nem pra minha sogra, por que sei que elas não pensam como eu, e iriam ficar muito magoadas seu eu não “lembrasse” delas nesse dia. Bequinho sem saída, hein? Alguém aí tem uma idéia pra um anúncio de dia das mães? : P
por Marcia P. às 12:01
09
Maio
2008
Hoje dia 9 de maio, fim de semana chegando, nada melhor que joguinhos para melhorar o humor e relaxar um pouco. Aproveite a Sexta The Flash no D30.
Os Wachowski (Matrix) estão de volta. Desta vez com a adaptação cinematográfica do desenho Speed Racer. Dizem por aí que quem é fascinado por efeitos especiais vai adorar o filme.
A trama narra a história de Speed, segundo filho de um projetista de carros de corrida, que torna-se um dos melhores pilotos depois que seu irmão mais velho foge de casa. O elenco conta com Christina Ricci como Trixie, Susan Sarandon e John Goodman como os pais de Speed e Emile Hirsch no papel do próprio Speed.
A expectativa é grande para saber se Larry e Andy Wachowski acertaram novamente ou se Matrix é a grande produção de suas vidas. Alguns dos críticos que já assistiram Speed Racer afirmam que a segunda opção é a mais provável.
É... O assunto agora é o Ronaldo. Na verdade, esse assunto já virou piada de salão. Já passou.
Como diria um amigo meu, o Príncipe Negro do sul mato-grossense: "Quem é que nunca exagerou na bebidinha e acabou a noite cercado de travestis num motel barato de beira de estrada?"
Nem todos... Nem todos....
Mas como o tema é o comportamento de nossos ídolos, sinto saudade do tempo em que jogador de futebol se ocupava de jogar bola. Era notícia por jogar bola, fazer gols, ganhar campeonatos.
Foi lá nesse tempo de antigamente, que o meia Gerson gravou um comercial de TV que acabou imortalizando a expressão "brasileiro quer tirar vantagem em tudo", a tal da Lei de Gerson.
Hoje a hipocrisia é maior, pois nossos “heróis” querem posar de bons moços, mas na verdade carregam em si a essência da humanidade, que em última consequência nos torna falíveis. Bons tempos aqueles.
Até hoje existiram várias teorias furadas sobre a extinção dos dinossauros. Nenhuma delas é verdadeira. Embora a comunidade científica afirme que os dinossauros foram extintos quanto um cometa se chocou com a Terra, isso não é verdade.
O D30 apresenta provas contundentes de que os dinossauros foram extintos porque foram predados por um ancestral do homem de Neandertal. Na foto acima, o predador se prepara para o café-da-manhã.
“Por fim, que fique evidente: não sou racista ou preconceituoso e acredito em Deus. Peço desculpas. Não tive a intenção de ofender a quem quer que seja." Assim termina a nota do professor Antonio Natalino Dantas, que renunciou à Coordenação do curso de medicina da UFBA, depois de suas declarações nitidamente racistas sobre o QI dos bainos.
É engraçado como o brasileiro se especializou em esconder seu racismo. No Brasil ninguém admite ser racista, mas todo mundo conhece alguém que é:
ONDE ESTÁ O RACISMO?
- Escuta aqui, ó criolo…
- O que foi?
- Você andou dizendo por aí que no Brasil existe racismo.
- E não existe?
- Isso é negrice sua. E eu que sempre te considerei um negro de alma branca… É, não adianta. Negro quando não faz na entrada…
- Mas aqui existe racismo.
- Existe nada. Vocês têm toda a liberdade, têm tudo o que gostam. Têm carnaval, têm futebol, têm melancia… E emprego é o que não falta. Lá em casa, por exemplo, estão precisando de empregada. Pra ser lixeiro, pra abrir buraco, ninguém se habilita.
Agora, pra uma cachacinha e um baile estão sempre prontos. Raça de safados! E ainda se queixam!
- Eu insisto, aqui tem racismo.
- Então prova, Beiçola. Prova. Eu alguma vez te virei a cara? Naquela vez que te encontrei conversando com a minha irmã, não te pedi com toda a educação que não aparecesse mais na nossa rua? Hein, tição? Quem apanhou de toda a família foi a minha irmã. Vais dizer que nós temos preconceito contra branco?
- Não, mas…
- Eu expliquei lá em casa que você não fez por mal, que não tinha confundido a menina com alguma empregadoza de cabelo ruim, não, que foi só um engano porque negro é burro mesmo. Fui teu amigão. Isso é racismo?
- Eu sei, mas…
- Onde é que está o racismo, então? Fala, Macaco.
- É que outro dia eu quis entrar de sócio num clube e não me deixaram.
- Bom, mas pera um pouquinho. Aí também já é demais. Vocês não têm clubes de vocês? Vão querer entrar nos nossos também? Pera um pouquinho.
- Mas isso é racismo.
- Racismo coisa nenhuma! Racismo é quando a gente faz diferença entre as pessoas por causa da cor da pele, como nos Estados Unidos. É uma coisa completamente diferente. Nós estamos falando do crioléu começar a freqüentar clube de branco, assim sem mais nem menos. Nadar na mesma piscina e tudo.
- Sim, mas…
- Não senhor. Eu, por acaso, quero entrar nos clubes de vocês? Deus me livre.
- Pois é, mas…
- Não, tem paciência. Eu não faço diferença entre negro e branco, pra mim é tudo igual. Agora, eles lá e eu aqui. Quer dizer, há um limite.
- Pois então. O …
- Você precisa aprender qual é o seu lugar, só isso.
- Mas…
- E digo mais. É por isso que não existe racismo no Brasil. Porque aqui o negro conhece o lugar dele.
- É, mas…
- E enquanto o negro conhecer o lugar dele, nunca vai haver racismo no Brasil. Está entendendo? Nunca. Aqui existe o diálogo.
- Sim, mas…
- E agora chega, você está ficando impertinente. Bate um samba aí que é isso que tu faz bem.
Luís Fernando Veríssimo, 14 de Maio de 1975
Pela falta de filmes interessantes passando no cinema (pelo menos nenhum me agradou) recorri a um clássico japonês. A viagem de Chihiro (Sem to Chihiro no Kamikakushi, Japão, 2002) foi o primeiro filme do Estúdio Ghibli a chegar nas telas de cinema do Brasil. A animação conseguiu tirar o diretor Hayao Miyazaki da aposentadoria precoce e fez com que ele restabelecesse a própria saúde e criasse um longa-metragem cheio de simbologias e beleza.
Para quem é fãs dos desenhos da Disney ou dos animes japoneses, aqui vai o alerta: o filme é diferente de ambos, apesar de a Disney ser a distribuidora da animação nos Estados Unidos. Alias, A viagem de Chihiro é uma singularidade incrível. Fazia muito tempo que eu não assistia um longa de animação que prendesse tanta a atenção.
A viagem de Chihiro conta a história de uma típica família moderna que decide se mudar para o interior. No caminho, eles se perdem e acabam encontrando um lugar que acreditam ser um parque temático abandonado. Mas a gula e a curiosidade dos pais faz com que a viagem encontre um caminho (talvez) sem volta.
O que eles encontraram na verdade foi uma cidade que recebe espíritos e divindades japonesas cansados. Para não morrer e tentar salvar seus pais (que a essa altura já viraram literalmente porcos) Chihiro precisa trabalhar na casa de banhos e encontrar uma menina de sair daquele lugar.
A história narra uma Chihiro de 10 anos, cansada, mimada e sem forças. Ela vê seu nome ser roubado (ela passa a ser Sen) para que ela o esqueça e nunca mais possa sair dessa terra de fantasia. E é ai que ela encontra alguns amigos que irão ajudá-la a recuperar os pais e a própria identidade.
Mas além da beleza do roteiro, há também a parte técnica. Cada quadro é muito bem composto e as cores utilizadas caracterizam bem a cultura japonesa. É uma animação de excelência.
A viagem de Chihiro é um filme premiadíssimo no mundo todo. Aqui está uma pequena lista:
Oscar de 2003 por melhor longa-metragem de animação.
Urso de Ouro do Festival de Berlim (primeira animação a ganhar o prêmio)
Melhor Filme de 2001, Academia Japonesa de Cinema
Outstanding Achievement, Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Música, Annie Awards de 2002
Melhor Longa-Metragem Animado de 2002, NY Film Critics Circle Awards, LA Film Critics Awards, Critics` Choice Awards, NY Film Critics Online Award, Florida Film Critics Circle, National Board of Review, Online Film Critic Society, Dallas-Forth Worth Critics, Phoenix Film Critics Society
Special Commendation for Achievement in Animation, 2002 Boston Society of Film Critics Awards
Melhor Trilha Sonora em Comédia ou Musical, 78th Annual Glaubber Awards
Melhor Filme Animado ou de Mídia Mista, 7th Annual Golden Satellite Awards
Preferido do Público, 45th San Francisco International Film Festival
Melhor Filme Asiático de 2002, Hong Kong Film Awards
Melhor Filme, Cinekid 2002 International Children`s Film Festival.
A propaganda do ultra portátil X300 da Lenovo (ex-IBM) pegou pesado com o MacBook Air da Apple, o notebook mais leve do mundo.
Apesar de lindo, leve e fino o MacBook Air não tem leitor de DVD, CD ou outros drives e só tem uma saída USB. Deficiências que são o segredo de sua espessura e o calcanhar de Aquiles para a concorrência.
O X300 da um banho de configuração tem mais recursos de processamento, memória e armazenamento. O problema é que o bichinho é feio demais, tem aquela cara da IBM I’m here to work, teclado confuso, além dos tradicionais selinhos da Intel, Windows...
Por isso e muito mais eu prefiro o MAC, aproveitando que hoje é meu aniversário fica ai a dica do presentinho básico.
Imaginar nossos personagens preferidos na vida real é um pouco difícil, principalmente àqueles que comem cogumelo e crescem por isso. Mas no youtube se encontra de tudo, até o nosso amigo Mario em seu cotidiano como um trabalhador e encanador real. É muito cogumelo na cabeça...
Fãs de HQ´s: aproveitem o fim de semana para assistir nas telonas Homem de Ferro (Iron Man). O primeiro projeto cinematográfico solo da Marvel, Homem de Ferro é dirigido por Jon Favreu e tem no elenco Robert Downey Jr (Tony Stark), Terrence Howard (Jim Rhodes) e Gwyneth Paltrow (Virginia Pepper Potts).
Stark é um grande inventor e fornecedor de armas do governo americano. Após ser atacado por um grupo de rebeldes afegãos e ser mantido em cativeiro, Stark usa sua inteligência para construir uma armadura de ferro e assim possibilitar sua defesa. Porém, passa a utilizar seu invento pra combater o crime nos Estados Unidos.
E já há uma previsão para a seqüência de Homem de Ferro. Dependendo da bilheteria gerada nos próximos dias, a Paramount (distribuidora do filme) pretende lançar Homem de Ferro 2 em 2010.
por Elaine Andrade às 14:30
02
Maio
2008
Este feriado veio em boa hora, principalmente porque poderemos jogar a Sexta The Flash o dia inteiro. Jogos de rachar o Crânio estão hoje aqui no D30. Aproveite.
Confesso que depois do caso Ronaldo e os travestis fiquei com dificuldades de postar sobre outro assunto no site. Qualquer coisa parece menor, menos interessante do que a desgraça do ídolo de futebol.
Mas como poderia um ex-craque do esporte viril varonil estrelar uma história dessas?
Apesar do juiz Margarida, Richarlyson e a camisa roxa Tink Wink do corinthians creio que são coisas pontuais. Então me veio algumas suposições para o caso.
Depois de vários sucessos sucessivos na previsão do tempo, em breve vamos fazer também a previsão do espaço! Conforme havíamos previsto, a temperatura caiu. Mas não quebrou. Mesmo assim, a quinta-feira termina com muito sol em excesso. Na sexta-feira, a temperatura vai ficar entre os 29 e 37 graus, sol e tempo aberto, sem possibilidades de chuva. (previsão para Dubai, Emirados Árabes.) Em Cuiabá, tempo bom. (bom pra cuiabano morrer de frio).
A foto acima não tem nada a ver com a previsão do tempo, mas acho que a Ana Hickmann é uma boa opção pra esquentar a cama...
Era pra eu ter feito esse post há muito tempo, mas como há muito tempo não tenho tido tempo nem pra fazer post, ele acabou ficando pra trás. Bem, dessa vez não tem escapatória. Entre um briefing e outro, aqui vai: Eles voltaram
Bom, as d30s que eram fanzocas mesmo já devem saber da novidade. Sob a adulta sigla NKOTB, os New Kids On The Block voltaram das profundezas do anonimato para fazer uma série de shows. Nobody knows se esse revival vai chegar ao Brasil, mas já serviu pra buscar aqueles posters no fundo da caixa de sapatos de coisas da adolescência.
Interessante ver a evolução morfológica depois de quase vinte anos. Joe, o mais bebê da primeira fase, continua o mais lindo, mas agora com cara de homem. Jon se mantém com cara de carteiro. Donnie se recuperou da fase drogada, mas continua o mais falante e se achante. Jordan, o mais sexy da primeira fase, agora, como cantaria Marisa Monte, desilusão, desilusããão, tá com mais cara e jeito de veado do que nunca. Quanto ao Danny, bem, acho que ele é o mais conservado da época em todos os sentidos.
Eu prefiro buscar os arquivos antiguinhos e reviver os devaneios dos meus 13 anos quando eu ficava ouvindo a fita deles até a coitada arrebentar de tão gasta.
O D30 havia previsto com vários dias de antecedência: poderia chover em algum lugar um dia qualquer. Não deu outra! Ontem à noite choveu às pampas! Hoje o dia vai ficar nublado até que o sol volte. Depois pode fazer calor, como sempre.
De qualquer forma, TEMPO BOM EM CUIABÁ. Bom para matar aula ou faltar ao serviço. Bom para um conhaque ou vinho. Bom para namorar. Na foto acima, os estudios do D30, depois da nevasca da madrugada.
Israel comemorou o ataque como mais uma vitória contra terroristas palestinos. O ataque, desferido pelo Exército com obuses, serviria para apagar do mapa alguns militantes palestinos do grupo de Resistência Islâmica, o Hamas, mas o que foi alvo dos obuses foi apenas mais uma família palestina de Beit Hanun. A mãe, de 40 anos, e suas três crianças, morreram.
Aposto que só pelo título você estampou um sorriso na cara e ficou alegre. Só porque a situação não é com você. Mas não seja mais um descrente nas possibilidades de acontecimentos que a vida preparou para você e lembre-se que seu destino está por vir, por mais forte que você repita que essas coisas jamais acontecerão contigo. Hehehee.
É por isso, navegantes, que este não é um filme de COMÉDIA. É um DRAMA de um homem com seus mais profundos sentimentos. Um filme de AÇÃO desesperadora e o mais forte dos filmes de TERROR, pelo menos para quem não gosta de cagar fora de casa. Já para os escatológicos, é apenas mais um filme ERÓTICO.
Clique aqui se você perdeu o primeiro vídeo do cara que ficou preso 41 horas em um elevador.
1º Para confundir aqueles travecos com uma mulher tem que ter no mínimo uns 15 graus de miopia e uns 17 de astigmatismo, ou ter bebido igual ao Jeremias muito louco, ou, quem sabe, ter dado um tapa na pantera.
2º Trair a mulher já é algo quase imperdoável (pelo menos na visão da mulher traída), agora trair a mulher com uma feia ou pelo menos mais feia que ela, além de ser imperdoável é humilhante. Imagina então, uma traição com travestis...
As fotos abaixo de Ronaldo mostram os efeitos nocivos de algo que ele está consumindo. Se não é droga, cegueira ou veadagem, só pode ser demência.
A atual do Ronaldo, Bia Antony, não é nenhuma Cicarelli, mas é trocentas mil vezes melhor do que o travesti André Albertino.
Ronaldo, confessa que você fumou maconha vencida! Vai ficar mais bonito do que você dizer que estava sóbrio.
Vida de popstar não é nada fácil. Num dia tem que pedir desculpas por fotos sensuais que circulam na internet, no outro tem que fazer umas fotos sensuais para uma revista.
Miley Cyrus posa para ser a popstar do momento. Aos 15 anos já vai lançar suas memórias. Éh, a menina realmente promete. Promete ser uma mistura de Michael Jackson, com Britney Spears e estrelar os próximos escândalos do mundo das celebridades.
Eleições custam caro. Políticos roubam muito. E precisam roubar mesmo, já que eleições custam caro. Estima-se que uma campanha para vereador em Cuiabá esteja orçada em 1.000.000,00. É isso mesmo, um milhão de reais. Imagine então quanto vai te custar uma eleição para presidente da república.
Sugiro o fim do processo eleitoral. Lula para Rei. Hei, hei, hei, Lula nosso Rei! Os atuais detentores de mandatos, de vereador a senador, de prefeito a governador, seriam transformados em nobres. Com o fim do circo eleitoral, sobraria mais dinheiro para o pão, que está pela hora da morte. De quebra, entraríamos definitivamente no primeiro mundo. Como na Inglaterra, ou em Mônaco, ou na Espanha.
Hoje a temperatura ficará entre 07 e 21 graus. Tempo nublado com fracas possibilidades de chuva. Provavelmente neve durante da madrugada. Recomenda-se agasalho pesado e bebidas quentes. (Previsão válida para Belgrado, Iugoslávia).
Em Cuiabá, o tempo continua bom. (Pelo menos para quem não mora em Cuiabá.).
Ao que parece Martin Scorsese se sente bastante à vontade ao filmar uma grande banda em um grande show. Depois de The Last Waltz – O último concerto de rock (1978), Scorsese segue o mesmo padrão para registrar The Rolling Stones – Shine a Light.
O que foi anunciado por alguns veículos de comunicação como o “documentário sobre a vida dos Stones” não passa de um show com inserts entre as músicas, onde os quatro integrantes (ainda muito jovens) dão entrevistas a redes de TV e falam sobre o futuro.
O filme/show começa de maneira muito interessante. Scorsese escolheu mostrar os bastidores antes do início do show com todos os problemas que uma produção carrega. Incluindo nessa lista o fato de Mick Jagger não divulgar o setlist até o último minuto. No mínimo, o início do filme/show parece uma briga de titãs muito cômica. De um lado Scorsese tentando fazer um trabalho impecável. De outro, os Stones (leia-se Mick Jagger) implicando com tudo o que pode ser imaginado. Outra escolha ótima de Scorsese foi focar as expressões faciais, as atitudes de cada músico e a dança frenética de Jagger.
Os três convidados se apresentaram muito bem (inclusive Christina Aguilera!). Jack White parecia uma criança ao lado de seu super-herói. Não sabia se ria ou se cantava. Já Buddy Guy foi o oposto. Transpareceu ser o ídolo entre seus quatro fãs.
Martin Scoresese escolheu bem o cenário, a iluminação e a cena final. Mas algo escapou de suas mãos (e não creio que ele pudesse prever esse problema): o público poderia ser muito mais animado.
A cantora Amy Winehouse prova que além mandar muito bem na música, álcool e drogas, também é boa de briga e bate em dois caras numa noite só.
A mulé faz uma cara de brava que até eu fiquei com medo. Imagina você acordando ao lado de uma figura dessas. Visualizou o cabelo bagunçado e cara de porre da muié te pedindo uma aspirina? Ou pior te pedindo uma bitoquinha?
Se você acha que a Capital de Mato Grosso é uma cidade quente, não conhece Bagdá. Enquanto durar a invasão norte-americana, o tempo vai ficar fechado. Chuvas de bombas de segunda a domingo.
Em Cuiabá o tempo continua bom. Bom para uma cerveja bem gelada, de preferência fora de Cuiabá, na Chapada, por exemplo. (evite o véu de noiva).
A novela Caminhos do Coração na Rede Record (a TV do Bispo) é na minha opinião o melhor programa de humor da televisão brasileira.Muito superior ao Pânico, Casseta e Planeta e até mesmo do novo CQC. Muito mais divertida.
Entre vampiros, dinossauros, homens macaco e policiais federais, o meu mutante preferido é o Taumaturgo Ferreira.De bom ator, galã de novela global, pegador da Malu Mader, ele se transmutou ao ostracismo quase total.
De ator à canastrão profissional. A maior mutação da história recente da TV brasileira.
Sabe quando você sente vergonha pelos outros?
Assim me sinto quando vejo Taumaturgo Ferreira, careca, com seu sotaque paulistano entrando em ação na referida novela. Dá vontade de pagar uma cerveja para ele, tocar uma idéia, dizer: "- Calma que isso vai passar..."
Hoje a temperatura deverá ficar entre 02 e 10 graus, Sol e nebulosidade variável, sem previsão de chuva, permanecendo assim por todo o fim de semana. Isso para quem mora em Moscou, onde o comunismo acabou, mas o frio não.
Tempo bom em Cuiabá. Bom para morrer de insolação. Bom para o câncer de pele. Bom para a proliferação do mosquito da dengue. Nos estúdios do D30 a temperatura deverá ficar entre 18 e 26 graus. Se você precisa andar a pé, de ônibus ou automóvel sem ar- condicionado, ai o problema é seu.
Fãs de cinema e rock´n roll finalmente podem apreciar o documentário que Martin Scorsese dirigiu contando a história da banda inglesa Rolling Stones.
O documentário Shine a Light foi gravado durante dois shows feitos em Nova York, no Beacon Theatre, no final de 2006. A turnê A Bigger Band é a mesma que foi realizada no Brasil, na praia de Copacabana. Shine a Light é também uma forma de comemorar os 45 anos de existência dos Rolling Stones.
A escolha do setlist faz parte de um dos momentos mais nervosos para Scorsese (e isso é registrado no filme). Jagger enrolou até o último segundo para dizer quais músicas seriam tocadas. Mas no final, a prioridade são as canções clássicas. As mais recentes fazem parte do álbum Tatoo you, de 1981. Além dos ingleses, há participações especiais de Christina Aguilera (Live with me), Jack White (Loving cup) e Buddy Guy (Champagne e Reefer).
Se vale a pena assistir? Quem já viu garante que sim. É um registro maravilhoso sobre a história da banda. E a cena em que aparece Bill Gates babando nos bastidores deve ser hilária.
por Elaine Andrade às 10:38
25
Abril
2008
Uma sexta-feira perfeita para jogar, aquele tempinho no expediente, é a hora certa para aproveitar os joguinhos em Flash escolhidos especialmente para você leitor do D30. Enjoy, and play...
Na profissão de publicitário cada JOB é um desafio, uma novidade, tem clientes chatos, clientes sem verba, clientes que não sabem o que querem, enfim é uma multiplicidade de situações que coloca dia-a-dia a competência do profissional de publicidade em cheque.
O vídeo abaixo é o pesadelo de todo publicitário, criar para este segmento de mercado é uma verdadeira arte. Confira a melhor propaganda do ano.
Todo mundo um dia vai precisar, mas ninguém quer comprar.
Atendendo a centenas de milhares de leitores assíduos, o D30 inaugura um novo serviço de utilidade pública: a previsão do tempo. Com este serviço, você saberá com antecedência como estará o tempo (e o espaço) na Capital de Mato Grosso e em todo o mundo.
A previsão para a tarde de hoje em Cuiabá é de tempo bom. Bom para ficar em um ambiente climatizado, onde a temperatura vai oscilar entre 18 e 26 graus. Há grandes possibilidades de chuvas no decorrer do período em qualquer lugar do planeta terra. Frio extremo nos pólos norte e sul.
JORNALISTAS DA FOLHA DE SÃO PAULO ESCREVEM VIOLENTAMENTE
Ontem eu assisti Onde os Fracos Não Têm Vez, me parece que o filme estabeleceu (ou reforçou) um padrão de comportamento do American way of life. Entre competitivos Big Brothers e o espetáculo em torno da menina atirada do prédio, tudo vira Show com direito a Xuxa e Ivete Sangalo.
Eu pergunto do que adianta ser forte se você não pode falar a verdade? Ou viver suas verdades?
Fuçando na internet, digo, empreendendo grandes pesquisas de cungo acadêmico-científico pela grande rede mundial de computadores, me deparei com um blog bem bacana, chamado "Rosebud é o trenó"
Foi lá que encontrei o vídeo do Lado Negro do Hip Hop e também duas dicas bem bacanas no Youtube. Uma delas é um trailer hipotético do filme "O Iluminado" como uma comédia romântica. Hilário ou quem sabe, mais assustador ainda.
Fiquei pensando em quantas mentiras a televisão já contou para mim ao longo desses 30 anos...
Veja o vídeo:
Para quem não conhece o filme, dê uma sacada aqui:
Um dos meus Ex-amigos me mandou a foto abaixo do seu “coleguinha” de curso de cinema no Rio de Janeiro fazendo a nova manobra radical de surf, gazela assustada.
Embora eles dividam o mesmo quarto a seis meses ele só agora percebeu a unhas pintadas do “amiguinho”. Para mim vocês já são mais que bons amigos e depois que ensinaram um cachorro a chamar “homem” de mamãe ultrapassaram os limites da boiolagem no reino animal.
Quando foi atingido pelos punhos cerrados da Europa colonial, o continente americano encontrava-se plenamente habitado há milênios. Esse “Novo Mundo” que se desenha a partir da perspectiva européia, baseava-se principalmente na idéia de um vazio demográfico, desprovido de história e de memória. Um espaço a ser conquistado, preenchido, ocupado.
O "descobrimento” é uma criação, a afirmação de que o Brasil passou a existir graças a seus descobridores. Passou a existir porque passou ser narrado – registrado, pelos europeus.Descrições pautadas pela cobiça, buscando identificar nas novas terras seus potenciais de riqueza e suas possibilidades de exploração, enxergando seus habitantes apenas como guardiões de tesouros prestes a mudar de dono.
O Brasil não estava aqui à espera de Cabral. Não são descobertas ou achamentos. São invenções históricas e construções culturais. Sem dúvida, uma terra ainda não vista nem visitada estava aqui. Assim, quando a palavra “vista” é enunciada, o que é visto ganha forma, passa a existir. Assim, pode ser apropriado, ter um dono. Essa expressão denota o primeiro passo para a posse dos descobridores.
No início, os contatos iniciais com os povos indígenas eram amistosos, contando inclusive com sua colaboração na exploração e ocupação do território. Com a intensificação das atividades econômicas ao longo da costa, as relações entre índios e colonizadores passam por transformações significativas que culminam em conflitos beligerantes entre eles. Com o fim da visão idílica, os dois lados traçam suas estratégias de ocupação e resistência.
A violência perpetrada pelos conquistadores rapidamente transformou o comportamento dos índios que passaram a reagir dificultando a implantação de colônias européias. Os povos que lutaram e se defenderam contra o avanço dos conquistadores foram considerados inimigos e contra eles se perpetrou as chamadas guerras justas.
Quando, enfim, descobriram o ouro, a prata e outras riquezas, a sorte das populações indígenas foi definitivamente selada. Mais de 500 anos se passaram e ainda hoje, diante da TV, nas páginas dos jornais, na nossa cara, a história insiste em continuar e o Brasil permanece à espera do descobrimento.
E no fim de semana a emissora do Bispo se dedicou à associação do HIP HOP à violência, ao crime e ao consumo de drogas. E toma imagem da batalha campal que se tornou o show dos Racionais na Praça da Sé.
Que o Gangsta Rap tem lá seus problemas, eu concordo, mas jogar todo o hip hop no mesmo balaio já são outros quinhentos. ALERTA! Anos de militância e luta não podem ser jogados privada da mídia abaixo.
Mas tenho certeza que os repórteres do Bispo devem ter descoberto esse vídeo que indico agora, provando a a maléfica associação do HIP HOP com o lado negro da Força.
O filme acima é uma anti-propaganda do Greenpeace. Uma resposta ao polêmico e contraditório vídeo da DoveOnslaught. Boa pedida para o dia de hoje, 22 de abril, o Earth Day (dia da Terra) como se fosse possível ou fizesse algum sentido a existência dos dias sem a Terra.
A idéia é que o mundo inteiro pegue o telefone e ligue para cobrar dos governantes ações sustentáveis para vida humana no planeta.
Bem, eu acho que você pode fazer do mundo um lugar melhor, mas o importante é começar por sua casa, que tal começar arrumando sua cama?
Para quem já fez isto vai ai a lista de contatos dos governantes do Brasil:
Essa até merecia ir para o Meu Ex-Amigo Gay, mas os publicitários portugueses foram mais longe, economizaram na verba dos clientes além praticar responsabilidade social e ambiental ao economizar papel, tinta, energia... Mataram dois coelhos com uma caixa d’água só.
Agora não vale culpar os publicitários depois e dizer que doeu, pois lá no fundo a decisão é só sua.
Poucas pessoas dão o crédito necessário aos livros. Será que eles realmente têm o poder de mudar uma vida ou, no mínimo, transformar algumas atitudes? Laura Brown (Julianne Moore), personagem do filme “As horas”, diria que sim.
O longa-metragem completamente não-linear do diretor Stephen Daldry (Billy Elliot) conta a história de três mulheres (Laura, Virginia e Clarissa) que vivem em épocas diferentes, mas com as almas interligadas. O elo que liga essas três vidas é Mrs. Dalloway, protagonista do livro escrito por Virginia, posteriormente lido por Laura e décadas depois seria o apelido de Clarissa (Meryl Streep). Mrs. Dalloway é o retrato da falsa felicidade e é essa sensação que Laura decide abandonar e Clarissa não pretende encarar.
Virginia (Nicole Kidman) é uma escritora que vive uma vida reclusa no interior da Inglaterra nos anos 40. Diagnosticada como louca, passa os dias escrevendo e imaginando o futuro de seus personagens a todo momento. Virginia sente-se cansada da cidade onde mora e da falta do que fazer, e as suas frustrações em relação à vida reforçam ainda mais, do ponto de vista médico, sua loucura.
Laura, enquanto lê o livro cerca de dez anos depois, repensa no sentido que deu a sua vida. As decisões que toma a partir disso refletirão também na vida de Clarissa anos mais tarde. Já Clarissa é o retrato fiel da Mrs. Dalloway. Ela demonstra ser confiante e independente, até que chega o momento em que não agüenta tanta pressão.
O filme retrata as frustrações femininas de maneira tão triste que beira a melancolia (e no caso das personagens, tentativas de suicídio). Porém, é um tipo de melancolia que possui também a beleza do universo feminino. Além desse aspecto, as três atrizes interpretam magnificamente bem a tristeza e a decepção. E tecnicamente falando, a composição de cenário e a fotografia não deixam o espectador se confundir em relação a qual história a cena assistida pertence.
Tempo e espaço são um mero detalhe no filme. Não importa se a cena se passa na Inglaterra dos anos 40, em Los Angeles dos anos 50, ou em Nova York do século XXI. As personagens são muito próximas e suas vidas se entrelaçam a cada momento.
O historiador e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro José Augusto Pádua afirma que desde o século 18 um número expressivo de críticos brasileiros denunciaram a irracionalidade da exploração predatória de nossas florestas e outros ecossistemas. Vários desses críticos eram conscientes da ligação entre o modelo econômico baseado na escravidão e a devastação ambiental.
Além da floresta amazônica, ameaçada pelo avanço da soja, O cerrado deve ser o bioma mais impactado pela esperada expansão do cultivo da cana-de-açúcar para produção de etanol, pois a região corresponde exatamente aos locais onde a cana encontra condições ideais de cultivo.
O fato é que desde que os exploradores portugueses e europeus transformaram este lado do mundo em área de saque, o Brasil tem fundamentado o seu suposto desenvolvimento no tripé monocultura-latifúndio-trabalho escravo. Se até 1888 a escravidão atingia apenas os negros, hoje ela foi democratizada, já que Mato Grosso é o maior produtor de grãos e fibras, mas também campeão no trabalho escravo moderno e na concentração fundiária.
A destruição criminosa dos ecossistemas brasileiros tem favorecido o enriquecimento de uma classe dominante rural estúpida, grosseira e inculta. Milhares de espécies vegetais e animais no cerrado e na amazônia já foram extintas, antres mesmo que pudessem ser conhecidas. Outras milhares terão o mesmo destino nos próximos anos. Tudo em nome do desenvolvimento, que nada mais é que o aprofundamento do modelo concentrador de renda e de terra.
O maior crime, contudo, é a dizimação das novas gerações de brasileiros, os milhares que morrerão de fome para que os automóveis nos Estados Unidos e Europa possam rodar com combustível "limpo": o avanço no plantio da cana significa menos áreas disponíveis para a plantação de alimentos e o foco na produção de soja retira de pequenos produtores a possibilidade de produzir alimentos para o mercado interno.
Com a produção do Filme Comando em Ação paras as telonas do mundo todo, me inspirei e me lembrei dos meus tempos de criança, brincando com meus bonecos dos Comandos em Ação, e também como não podia deixar de ser havia o jogo na época para o NES, o videogame 8 bits da nintendo, por isso resolvi postar esse jogo que marcou gerações e é muito divertido, principalmente por poder encarnar seus personagens favoritos. Como resposável pelos jogos no D30 não poderia deixar passar batido.
Fotos dos personagens no filme
Para jogar clique na capa do jogo logo abaixo Os comandos são os seguintes : X=A Z=B START= ENTER SELECT=ESPAÇO Para rodar o jogo ele pedirá para instalar o java, se o seu computador já possuir o programa instalado ele começará automaticamente.
Dirigido por David Ayer, Os reis da rua contam com nomes famosos como o ganhador do Oscar Forest Whitaker ou o vencedor de dois Globo de Ouro Hugh Laurie. Além disso, também tem no elenco Keanu Reeves, Chris Evans e James Ellroy. É um filme perfeito para quem gosta de ação e histórias envolvendo policiais corruptos, traficantes e alguém que não deveria estar ali.
Keanu Reeves (Ludlow) interpreta um policial sem freios em Los Angeles Ele e seus colegas de equipe prendem, julgam, sentenciam e executam os marginais que cruzam seus caminhos. Sob o comando do Capitão Jack Wander (Whitaker), eles têm poderes supremos, capazes de manipular até mesmo a realidade.
A história tem sua virada quando o parceiro de Ludlow é assassinado. Nesse momento ele começa uma investigação vingativa para descobrir o autor da morte. Ludlow mantém sua mente perturbada desde a morte da esposa, e com essa investigação pretende afastar de vez todos os fantasmas que povoam sua consciência.
Quem está acostumado a ver a Los Angeles cheia de dinheiro e glamour de Hollywood e Beverly Hills pode esquecer. A cidade segundo a ótica de David Ayer, roteirista de S.W.A.T., Dia de Treinamento e o primeiro Velozes e Furiosos é aquela dos guetos, das casas de madeira, das gírias quase ininteligíveis, dos negros e latinos.
Marilyn Monroe é o maior sex symbol produzido pela cultura de massa, mas tenho que confessar sua sensualidade é abaladora e ultrapassou décadas.
A valorização de sua imagem é incrível, levando em consideração que a fortuna acumulada por Marilyn durante toda carreira de atriz e modelo foi de 1,6 milhões e recentemente um empresário de Nova York comprou por 1,5 milhão de dólares um filme onde ela faz sex oral num desconhecido (Será um Kennedy? Qual deles?). Durante os 15 minutos do filme que pertencia ao filho de um informante do FBI, o rosto do homem fica fora de quadro.
Marilyn morreu cedo, aos 36 anos, em circunstâncias misteriosas. Teorias têm sugerido que ela foi assassinada por causa do envolvimento com os Kennedy, o então presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy e seu irmão Robert (Bobby) Kennedy.
O comprador disse que quer proteger a imagem de Marilyn Monroe e por respeito a ela, não vai colocá-las na Internet ou tentar explorá-las. Entre polêmicas e mercados persa, tive acesso a um curta pornográfico de pouco mais de seis minutos, rodado em 1948 por uma então gordinha sex Marilyn de 22 anos, tempos antes de conseguir suas primeiras pontas em Hollywood.
Foi ai que eu descobri o que é que a Marilyn tem, sua expressão facial é incrível então me lembrei da polêmica sobre o orgasmo feminino que rolou aqui se era possível perceber se a mulher fingia ou não o orgasmo.
Polêmica por polêmica, resolvi disponibilizar trechos do pornô onde aparece o rosto da Marilyn para fazer uma enquete.
Agora se você quiser ver o filme na integra da Marilyn Monroe fazendo sexo é só clicar aqui.
Trabalhar em agência dá a oportunidade de nos depararmos com pérolas da ignorância dignas de serem registradas para, sei lá, um dia que você que tiver que desenvolver algum personagem desprovido de inteligência, cultura e vontade de mudar a própria situação.
Tá certo que essas pérolas estão cada vez mais difusas nos diversos ambientes de trabalho, temo até que fiquem tão comuns que com o tempo nem vai ter mais graça usá-las como piada. Mas a ignorância generalizada também pode gerar um movimento de valorização da literatura, da escrita e enfim, da inteligência culta, tornando-se alvo de ambição mesquinhamente financeira e aí sim, despertar o interesse dos trabalhadores em formação. Imagine o pai falando para o seu filho: “esse negócio de tecnologia todo mundo já sabe. Você tem que se valorizar, aprender a ler e escrever. Se eu tivesse aprendido estaria bem melhor na vida.” Uh, já pensou? Um sonho, mesmo.
Bom, voltando às pérolas, aí vai um pout pourri de jóias da Magda, do Sai de Baixo. D30, que é D30 vai lembrar. Se bem que, aí faltaram duas impagáveis. O célebre e estreante ditado quem com ferro fere, tanto bate até que fura e a vez em que ela comprou um analgésico chamado de Nobucleta. Hahahaha, : p eu adoro essa!
O curta "Feliz Aniversário" foi realizado especialmente para o Festival QuickFlick desse ano e foi apresentado no Cine Sesc no mês de março. É dirigido e escrito por Paulo Monttero.
Vale como mensagem para todos nós. As nossas ações hoje refletirão no futuro.
2.500 anos antes de Einstein , Górgias já havia inventado uma teoria da relatividade: “O homem é a medida de todas as coisas”, sentenciou.
Traduzindo; cada um mede o mundo de acordo com seus próprios conceitos. Para alguns, tempo é dinheiro; outros o gastam tentando descobrir se ela gozou ou fingiu. Para alguns loucos mansos, a vida é sonho.
Foda mesmo é ter um irmão, um amigo, um compadre para quem tudo vira post. Lembro dele quando vejo aquele filme “o homem que virou suco”.
Se o cara fala, vira post; se cala, vira post; se dança igual um quiabo, vira post; se usa o cartão corporativo, vira post; o cara pensa em posts do mesmo jeito que o Bill Gates pensa em Dólar...
Dica: se não quiser virar post, mantenha distância...
Lendo os textos dos colegas, percebo quanta coisa existe de errado nesse mundo. Quantas mentiras, quantas falácias.
Essa semana, discutindo com amigos, constatamos que as mulheres peladas nas revistas, sobretudo na Playboy, não tem cú. Isso mesmo. Elas não tem fiofó, toba, boga, como você preferir....
Ele é apagado digitalmente para que entre uma pose ginecológica e outra, fique aquele ar de assepsia. Eu, até os 16, achava que mulher bonita não cagava. Transpirava apenas. Culpa das revistas de mulher pelada. Alguém tem que fazer alguma coisa sobre isso....
Há muito tempo atrás li trechos de um Poeta Maldito, cujo nome não me recordo e tive uma sensação de estranhamento que só fui entender ontem quando estava vendo “Onde os fracos não têm vez “. Discordo em parte da colega Elaine Andrade. Penso que a personagem central da trama é aquele psicopata, justamente porque ele é o único que está complentamente à vontade nessa situação que todos nós estamos colocados, desde que o dinheiro foi eleito pai de todos.
Na verdade o que o xerife tenta fazer é fugir da realidade. Ele não suportou a violência gratuita, a hostilidade geral do mundo e as mortes sem sentido. É que ele, como nós, ainda possui resquícios de caráter, de humor, de sentimento humano; por isso está totalmente deslocado no mundo, neste mundo em que “o homem é o lobo do homem”.
Por outro lado, aquele cara faz o que tem que fazer. Está acima e além do bem e do mal, do dinheiro, do poder, dos sentimentalismos e de qualquer noção de certo ou errado. Lembra-me um livro que estou lendo “Porque o ocidente venceu”. Porque sabem matar sem sentido nem remorso. Vou ver o filme novamente, pra ver se o estranhamento acaba. Ou aumenta de vez.
“Cualquiera idiota que cometa
un crimen pasional es,
en mi opinión sincera, execrable:
conviene ser ejemplarmente punido.
(Ojo por ojo, diente por diente).
Sin embargo,
comparto del deleite de los impenitentes,
loo la audacia de los terroristas políticos
y entiendo la satisfacción de los seductores calculistas;
envidio la persistente y fría audacia
de los asesinos seriáis y besaría la boca de alguien capaz
de recónditamente y por años a filo planear un atentado terrorista
y ejecutarlo con frialdad y tranquilidad:
tengo en mi alma un altar para los grandes genocidas
y los que acarrean la ganadería humana
a las degollinas de las grandes guerras sin sentido
son realmente admirables: anticipan el Infierno
y elevan al paroxismo del Dolor todo cuanto es humano.
Matar solo es deslumbrante en ancha escala,
por eso la gloria de los mariscales cuesta mares de sangre
y los héroes triunfan sobre montañas de cadáveres”.
O vencedor do Oscar deste ano, Onde os fracos não têm vez (No land for old men, 2007) é um filme voltado ao lado psicológico dos personagens. Há um assassino psicopata, um xerife decepcionado com o mundo, um caubói destemido e vários mexicanos avarentos.
Dirigido pelos irmãos Ethan e Joel Coen, o longa-metragem se passa no oeste do Texas, onde um veterano do Vietnã (Josh Brolin) aproveita uma venda de drogas mal sucedida para fugir com US$ 2 milhões. Contudo, ele não sabe que o dinheiro é rastreado e acaba sendo perseguido por um assassino metódico (Javier Bardem). O filme é uma adaptação do romance homônimo de 2005 do estadunidense Cormac McCarthy, que ambienta a história na década de 1980.
O personagem que mais se destaca, em minha opinião, é o xerife vivido por Tommy Lee Jones. É ele quem traz o espectador de volta a realidade. É ele quem divaga sobra as guerras particulares que cada um trava. E é ele quem não consegue suportar esse ambiente hostil, questionando sempre porque tantas mortes e inimizades causadas pelo dinheiro.
Apesar de não ter trilha sonora alguma, você só sente falta dela quando o filme acaba. Porque é ai que você pensa “puxa, não tem trilha!”. Essa falta de trilha sonora combina muito bem com o clima árido do longa (literalmente falando). Os diálogos são bem construídos e cada cena deve ser vista com muita atenção para o bom entendimento final.
Entretanto (e propositalmente), cada grupo social está dentro do seu respectivo estereótipo. Mexicanos com seus sombreros e texanos vivendo sua brutalidade. Já Bardem com o seu psicopata é incrível. Não restam dúvidas de que o personagem é “louco de pedra”. As expressões corporais são magníficas.
Onde os fracos não têm vez é um filme denso. Algumas cenas não mostram explicitamente o que está acontecendo, mas se você prestou atenção não há como tirar conclusões equivocadas. Ele não é ambíguo. Na verdade é um faroeste onde não há mocinhos e bandidos. Há apenas o ambiente, a situação. E é a situação quem ganha.
Onde os fracos não têm vez segue a tendência (violenta) dos últimos filmes vencedores do Oscar (Crash, Os Infiltrados e Onde os fracos não têm vez): perfeitamente pesados!
por Elaine Andrade às 10:02
11
Abril
2008
Peço desculpas aos leitores e jogadores do D30 pelo atraso no post, mas aconteceu por força maior, estamos tendo problemas com nosso servidor onde o site está hospedado. E por isso os jogos hoje estão sem fotos mas escolhi com cuidado os jogos para a diversão de todos.
A dica para este fim de semana é “10000 A.C. o novo filme do diretor alemão Roland Emmerich (O dia depois de amanhã e Independence day). O longa foi rodado na África do Sul e na Namíbia. O roteiro não é dos mais elaborados, conta a história do jovem guerreiro D´Leh(Steven Strait) e seu bando através do deserto para resgatar a amada Evolet (Camila Belle).
A salvação do filme está (dizem) nos efeitos especiais e na sonoplastia. Também é interessante o fato de ver humanos convivendo com animais pré-históricos. Resumindo, é um bom filme para quem quer assistir a uma aventura sem ter sérios compromissos com o intelecto.
Já quem prefere ficar em casa no final de semana (e tem acesso a TV fechada) não pode perder a oportunidade de ver, ou rever, o primeiro episódio do novo seriado da Warner Channel, Pushing Daisies, que estreiou ontem. Principalmente se você gosta do filme O fabuloso destino de Amelie Poulain (o seriado é inspirado em alguns conceitos do filme).
A ficção televisiva está com uma produção cinematográfica, e o roteiro, até agora, bem escrito. O seriado conta a história de um confeiteiro, Ned que tem o poder de ressuscitar as pessoas através do toque. As pessoas que ele toca contudo, só podem ficar vivas por 1 minuto, e se não morrerem novamente, alguém próximo morre. Além disso, no primeiro toque ele ressuscita a pessoa, no segundo ele mata. Com a ajuda de um amido detetive, Ned decide usar sua habilidade para resolver crimes. Até que um dia ele traz de volta à vida o amor de sua infância.
Pushing Daisies vai ao ar toda quinta-feira às 21h (horário de Brasília). As reprises são de segunda a sexta ao meio-dia (horário de Brasília) e domingo às 21h.
Espaçonaves gigantes tomam quase todo o céu do planeta e começam a fazer o resgate. Calf é o primeiro e logo depois dele todas máquinas, aparelhos eletro-eletrônicos e digitais começam a subir pelos céus conduzidas por um feixe de luz vermelha.
Não resta mais nem um aparelho eletrônico na terra. Computadores, televisores, celulares... tudo é resgatado, não sobra nem uma calculadora sequer. Depois disso, as pessoas assistem incrédulas a partida das naves sem resgatar nem mesmo um humano. O susto de descobrirem que não eram considerados seres inteligentes pelos extra-terrestra se transforma em desespero diante da certeza da iminente destruição do planeta. É o retorno a barbárie nos últimos dias da Terra.
Durante todo o processo de evolução humana, a ferramenta é o meio pelo qual nos relacionamos com o planeta. Ao longo do tempo perdemos a capacidade de nos relacionar diretamente com a natureza da Terra, mas em algum ponto dessa trajetória as máquinas inverteram a ordem do processo e começaram a utilizar os humanos para se relacionar com a natureza. Toda produção humana resultava na manutenção, aperfeiçoamento e evolução das máquinas.
Finalmente Paulo descobre o motivo de seu pânico. Ele não conseguia mais apoiar a sua existência nem na fé, nem na ciência. Perdeu a conexão de sua alma, mente e corpo e assim se dividiu. Sem controle sobre seu corpo e com as funções vitais abaladas, a mente sem sentido tentava entender e a alma descrente se consumia em sofrimento. Seu ser estava separado do existir e mesmo assim a única coisa que Paulo quer é VIVER.
A energia da sua casa é desligada. Paulo abre a porta e vê que a cidade inteira está sem luz e, em meio a escuridão, ele começa a correr desesperado pelas ruas. Ele corre, corre, corre... e de repente tropeça numa partícula de luz que o arremessa para...
Era uma vez um país não muito distante, onde mulatas requebravam ao som de fortes batucadas e homens corriam atrás de um objeto de couro redondo. Nesse país alegre, nada é problema e para tudo se dá um jeitinho.
Nesse país alegre de cidadãos sorridentes, as pessoas só começam a se preocupar quando a bomba já explodiu. Ou quando não há mais como consertar o estrago.
Nesse país alegre surgiu alguns anos atrás um mosquito transmissor de uma doença grave. No primeiro ano de epidemia todo mundo se apavorou, ninguém sabia o que fazer. No ano seguinte apareceram as campanhas para evitar que o tal mosquito voltasse. E assim é até hoje. Carnaval após carnaval.
Mas os cidadãos desse país alegre não estão muito preocupados com isso. É mais fácil decorar o próximo samba-enredo do que lembrar de tampar a caixa d´água. É mais fácil ficar horas na fila do hospital do que colocar areia nos vasos. É mais fácil encontrar um culpado do que admitir o erro.
Nesse país alegre de cidadãos sorridentes estão todos esperando para ver o que acontece. Quem sabe surge alguma vacina. Enquanto isso, mais de 73 mil pessoas já foram diagnósticas com dengue este ano só no Rio de Janeiro. Mas o Rio de Janeiro é tão longe, não é mesmo?!
É nome de uma exposição que está acontecendo na França que mostra como será a fauna daqui a milhões de anos.
A lesma escamada vai se locomover pulando por conta da falta de água no planeta. Finalmente hein Rubinho!
Essas vão ser a maior espécie de ave que vão habitar a savana amazônica ou que restar dela. Pena que eu goste de peito e essas ai não são nenhum chester, mas quem prefere a coxa ta bem servido.
Esses ai eu finjo que não conheço mais. Brincadeira gente nós não seremos assim daqui a 5 milhões de anos esses caras ai são descendentes do macaco uacari também da Amazônia.
Esse é o "tortunossauro" “que evoluiria a partir da família Barrichello tartaruga gigante.
Além de recentemente ter levado o prêmio de melhor curta do You Tube, My Name is Lisa ficou em segundo lugar no Project Direct, também do You Tube, tendo perdido para o Laços, curta brasileiro que ficou em primeiro lugar, o que muita gente achou uma injustiça.
Bom, sem querer desvalorizar a produção nacional, My Name is Lisa ficou melhor mesmo do ponto de vista da produção e atuação do elenco. Mas também vamos considerar que quem fez tinha mais recursos e estrada pra ter obtido o resultado, então Laços mantém seu mérito, sim, sim.
O caso é My Name is Lisa é uma graça e trata de um mal incurável e assustador. Mandei o link pra alguns amigos que reclamavam não entender porque estava em inglês. Bom, achava uma pena tanta gente não ter acesso a essa mensagem e resolvi usar meu inglês básiquééérrimo para fazer as legendas pro curta. Não é nada profissional, entónn por favor, nada de e-mails xingando a tradução instrumental. Qualquer coisa podem culpar o André Galvan ele que corrigiu e sincronizou a tradução. :P
Os cientistas e técnicos ainda estavam perturbados com a resposta do super computador Calf a respeito da existência de Deus, quando se viram novamente surpreendidos com a decodificação de uma mensagem transmitida do centro do univers, que dizia:
Somos os Lings, conseguimos estabilizar o núcleo do universo e ele parou de contrair, mas as explosões criaram ondas de calor que vão atingir seu planeta daqui a 20 voltas no seu núcleo estelar. Todo seu sistema será reduzido a luz. Mas fiquem tranqüilos. Chegaremos ai antes e resgataremos toda vida inteligente da terra.
Com o passar de quase duas décadas as pessoas foram se acalmando diante da perspectiva de serem salvas. Muitas até se esqueceram ou nem mesmo tomaram conhecimento do problema de dimensões planetárias.
Até que um dia o céu do planeta foi coberto por espaçonaves que vieram...
Na noite de 13 de abril de 1990, Paulo acordou desesperado, em meio a um ataque de pânico como quem tem giletes correndo por dentro de suas veias, seu corpo quente suava frio e sua respiração ofegante não o deixava pensar sobre o que estava acontecendo.
Tinha acabado de despertar de um sonho muito estranho e assustador, sonhou que cientistas tinham criado uma máquina super inteligente que era capaz de responder qualquer coisa.
Os homens perguntavam e ela respondia e depois de uma longa lista de perguntas veio a crucial:
- Deus existe?
- Agora existe.
Logo depois desta resposta a máquina recebeu uma transmissão do meio do universo sobre a chegada de um...
Ontem foi realizado o bazar de bens do megatraficante Juan Carlos Ramírez Abadía. Em meio ao tumulto mais de 5.000 pessoas conseguiram comprar alguma coisa que era do trafica, menos pó, é claro.
O que me deixou intrigado foi o que um megatraficante fazia com uma espada de plástico?