GAME   
23
Agosto
2008
DRAG RACER 3

Para quem gosta de corrida de arrancada DRAG RACER 3 é uma boa pedida com diversos carros a disposição. Divirtam-se:


Clique na Figura para jogar

por André Galvan às 11:20
LIÇÕES   
23
Agosto
2008
FRASE DA SEMANA

As mulheres quando saem se abarrotam de maquiagem, lembrando que nós homens nem sempre estamos atentos a este trabalho artistico que pode esconder a verdadeira face da donzela indefesa, por isso muito cuidado ao encontrar e sair com alguém a noite pois você pode ser surpreendido no outro dia. Então para completar utilize sempre essa frase idiota:

Se parece bom de mais pra ser verdade, é porquê realmente não é.

por André Galvan às 08:34
ENTENDENDO O CORINTIANO   
19
Agosto
2008
ENTENDENDO O CORINTIANO

 

Hoje descobri como um corintiano se sente. O sentimento veio após ver a seleção brasileira de futebol levar três a zero da Argentina na semifinal das Olimpíadas Pequim 2008. 

É uma mistura de sofrimento, desespero, raiva e vergonha. Ainda bem que olimpíadas só têm de quatro em quatro anos, já o campeonato brasileiro é anual. Putz! coitado dos corintianos.
por Alceu Batista às 13:37
TAPEM OS OUVIDOS E...   
19
Agosto
2008
FECHEM OS OLHOS QUE O MARQUETEIRO SUMIU

Sabe aquelas coisas que você fica com vergonha de assisti na TV? 

 
Este vídeo é um exemplo clássico, o candidato a prefeitura de Curitiba Lauro Rodrigues do PT do B da um show no debate da TV bandeirantes e cria uma peça publicitária para marqueteiros políticos venderem seus serviços.
por Alceu Batista às 12:19
A HISTÓRIA MUNDIAL É A HISTÓRIA DA BARBÁRIE BRANCA   
18
Agosto
2008
A HISTÓRIA MUNDIAL É A HISTÓRIA DA BARBÁRIE BRANCA!
Tenho pressentimento de que estamos diante do que dizia Mao Tse Tung: Voou modificá-lo ligeiramente: "O ocidente é um Tigre de Papel... É de Papel, mas é um Tigre..." ("Livro Vermelho" de Mao)
 
Não sou um defensor de qualquer crueldade, totalitarismo. Conheço a China, e chorei na abertura dos jogos olímpicos, como quem tem o coração nas mãos. Convivem com a crueldade dimensões inimagináveis de ternura e de grandeza milenar e que os jogos também não conseguiram ocultar. em grande parte devemos considerar que as dimensões contraditórias da China não se explicam por ela mesma, mas é fruto da mesma violência sem limites da prepotência do ocidente.
 
É necessário olhar a China não pelo Estado da China, mas pelos chineses que aplaudem os EUA, o Japão, a China de Formosa, coisas que não são orquestradas. Quando na Nicarágua, vindo num avião repleto de americanos empresários, tive de agüentar a linearidade e a falta de ternura e o preconceito contra o povo nicaragüense...
 
Tomando um refresco de Pitalla numa banquinha de Manágua, eu dizia de minha revolta contra os americanos pelo que faziam a Nicarágua. Um menino maltrapilho, com menos de doze anos com certeza, cortou-me com dureza: "A opressão a Nicarágua não vem do povo americano, vem do governo dos Estados  Unidos!" Aprendi a lição com este professor que certamente via o que eu não enxergava, que havia talvez um milhar de jovens e pessoas do Estados Unidos como voluntários em todas as frentes de Nicarágua, em que se articulavam com os russos, para defesa, sobrevivência e defesa a autonomia daquele mesmo povo: eles não eram Regan!
 
Cada riso de Chinês e criança, cada lágrima de vitória, nessa olimpíada, ainda que tenha custado, pelo que se sabe, dois anos de isolamento dos atletas, explicam-se em grande parte pela profundidade da raiva do Estado, mas também da excelente memória do povo chinês pelas mais de cem mil mortes a fome, quando o ocidente destruiu as plantações de arroz, dizimou rebanhos, e envenenaram a água.
 
Tenho um enorme respeito por Mao Tse Tung: levantou a China dizendo: "Vem para junto dos que se recusam a ser escravos!" Aprendi dialética marxista com ele no "Livro Vermelho".Sobretudo num capítulo que precisa de novo ser lido: "Método correto para tratar as contradições no meio do povo", bem mais honesto que os tratados sobre sincretismo da cultura popular, e sobretudo, pedagógico porque não escondia sob uma ciência totalitária e pretensamente inerrante os interesses políticos.
 
Está escrito por Mao Tse Tung, lá, não apenas que o "materialismo histórico dialético é verdadeiro porque serve para os interesses do proletariado". Fica muito claro que sua verdade reside no que ele pode servir como ferramenta no libertação popular. Mas também que dedica dois capítulos quase freireanos para dizer a condição de servidor de cada pessoa no exército vermelho para não oprimir a sabedoria que se encontrava no meio do povo, junto às vezes com contradições.
 
Não ignoro que a Revolução Cultural foi sanguinária, não nos seus começos, mas desenvolveu um pragmatismo próprio de todos os regimes em que os Estado sempre passa a ter razão, e que destitui para uma minoria o exercício soberano do poder.
 
A velha Rosa de Luxemburgo tinha toda a razão quando denunciava o totalitarismo em curso: "Hoje o partido substitui o povo, amanhã o politburo, depois da manhã o comitê central e depois o ditador!" Ela sabia o que estava dizendo. Assim o exército popular vermelho do seu trato educativo é pela concentração do poder do estado, embrutecido, e se voltou ao massacre sistemático das grandes lideranças populares: um hiato entristecedor.
 
Qual a lógica? A mesma do ocidente iluminista: o povo é burro, são os intelectuais que sabem da verdade, do correto... De alguma maneira estava - e Rosa o indigita - em Lenin: quando se partia da impossibilidade dos operários vencerem a luta contra o imperialismo, porque se esvaíam nas máquinas. Isso que mais tarde, de maneira irônica, Jose de Souza Martins chamava de "inseminação artificial de classe": quem traria aos operários e trabalhadores a consciênia era a burguesia.
 
Tão bem caracterizado pelo anarquista espanhol: "O discreto charme da burguesia!" que pretende politizar e qualificar as iniciativa operárias e camponesas!
Pois, vem, quero considerar duas coisas, entretanto. Por que se exalta Cuba com tanta simpatia - que se deve me parece! - estive lá, num curtíssimo período pesquisando a educação escolar a partir do ministério e das unidades de formação de professores - discordei em muito do que vi, mas me encantaram algumas dimensões do que se obtinha, mas sempre reconheci os limites de sua democracia que me incomodavam - que não foi menos sangrenta, nem menos violenta do que chinesa, proporcionalmente. Os processos de violência - todos eles - têm poucos limites.
 
A violência tem uma falha, se autogere, e depois torna-se mania religiosa,e o pior: se diviniza e diviniza aos que a praticam com zelo! Esse foi o caminho da revolução francesa, da russa, da cubana, da chinesa, mas também do fascismo italiano, espanhol, alemão!.
 
Violência é violência! Não desculpa ninguém, ainda que existam teorias de legitimação e apropriação dela para fins humanitários e de integração social, ou até de afirmação da autonomia e emancipação individual e coletivas: são truques da barbárie!
 
Não sou pacifista, que se deva aceitar a injustiça calado ou silenciosamente. Há que, no mínimo, nominá-la: para que ela não nos confunda. Levantar a serpente no deserto, e responsabilizá-la pela opressão de toda a vida. Mas, digo a você e para todos os que quiserem ler este texto, me dói que se possa - e este texto o faz! - subscrever de forma racista e etnocêntrica o pretenso prazer sanguinário ou de crueldade chinesas! Quem tem telhado de vidro como tem a cultura branca que se quer legitimar como raça, e desqualificar em nome da branquidade os amarelos, negros... pode estar cometendo um engano perverso.
 
Nós somos os monstros! A história mundial é a história da barbárie branca! A desumanidade não é uma natureza: é uma relação! Relação pretensamente assimétrica de superioridade, de hegemonia, de desconstrução das outreidades, de negação das diferenças para institucionalizá-las... sejam elas amarelas, negras, pardas...
 
Irrita-me essa coisa chamada Globo - sucursal da Canal da matriz, - tentando, permanentemente usar, a Bolívia, a Venezuela, Cuba e a China, alardeando-se como dona e promotora da liberdade e dos Direitos humanos, enquanto presta serviço aos interesses do Estado Americano que a patrocina. 
 
As olimpíadas, está aí e serve para não nos enganar que não são uma competição de arte e esporte, é um Estado de Guerra: uma guerra de movimentos - que o governo Chinês, longe ser ingênuo, se preparou há anos para enfrentar, e está procurando ganhar pontos decisivos, na mídia, os esportes, na cultura, na economia. Não se pode, todavia tirar cenas da china, que poderiam em grande parte serem colhidas no Brasil, como estratégia de nivelamento linear da cultura chinesa, que é cultura da humanidade, para dizer da sua inhumanidade. Isso é mentira!
 
Não ficou para mim, na apresentação das Olimpíadas, a impressão ruim de sua apresentação. Fiquei emocionadíssimo porque tinha toda a sensação de saber que apesar de tudo a China continuava em profundidade sendo a China. Comentei em casa, a diferença talvez nos socialismos, nos quais grassaram uma estética grotesca e meramente embrutecida como "arte" da guerra, a China permanece sendo a China das tradições populares mais profundas com apelo às tradições taoistas, a espiritualidade e à estética da profundidade, que tem sobrevivido ao terror e ao massacre.
 

O grande sonho de todos nós é que se faça uma grande aliança entre ocidente e oriente, que se complementem dimensões da humanidade de lá e da daqui, da arte daqui e de lá, da força e malícia de lá e daqui, da beleza das crianças daqui e de lá, da profundidade dos velhos de lá e daqui, e possamos criar um mundo novo, onde a gente possa solidarizar-se nas alegrias de uma só raça, uma só nação, um só povo na diversidade como em Pentecostes, cada um falando sua própria língua e sendo entendido por todos.

por Luiz Augusto Passos às 17:20
TOSQUEIRA CULT   
18
Agosto
2008
TOSQUEIRA CULT
Deixa o pessoal da Honda vê isso.
 

 
De repente fiquei até com medo deles aderirem ao style, já que o Rambo pode vender o gol defendendo a Gisele Bündchen de uma ataque de ninjas. O que muda mesmo é só o cachê dos atores e a verba de produção.
 
O pessoal da publicidade tá meio fraquinho de idéias, no casso do He-Man tem que ter muita criatividade mesmo, ele até parece mais com She-Ra do que com He-Man. A única coisa que dava para salvar num roteiro é o cachorro vira lata.
 
No caso do Gol. Só com a Gisele eu imaginei fazer coisa mais interessante.
por Alceu Batista às 00:56
A PRAGA DAS MÁQUINAS   
15
Agosto
2008
A VINGANÇA
Então você acha mesmo que pode passar a vida inteira abusando e torturando uma máquina mais estúpida e fraca do que você?

Veja o que o futuro lhe reserva: 

 

Uma das esquetes de humor do programa The Wrong Door, do BBC Three. Dica do Bluebus.

por Marcia P. às 12:38
BARRIGÓN   
13
Agosto
2008
SEM APAVORAÇÃO
A volta da viagem foi uma apavoração. Não pela viagem em si, que graças a Deus foi tranqüila – tirando de lado sempre, os pitis do Gabriel – mas pelo espanto geral com o tamanho do meu barrigón.
 
Bom, pequena eu sabia que a barriga não tava mesmo por algumas razões:
 
1. pelo remelexo de pata que meu andar tem apresentado;
2. pela necessidade da ajuda de um guindaste pra me levantar toda vez que eu invento de sentar ou deitar no chão;
3. pelas azias e refluxos intermináveis toda vez que como qualquer coisa;
4. pelo fato de certas pessoas sem muita noção do perigo, começarem a me chamar, carinhosamente, de jubartezinha.
 
Mas a língua do povo, sabe como é que é, põe qualquer um doidin. Cheguei em Cuiabá e começaram a me perguntar se as minhas contas estavam certas, se eu tava carregando dois, tamanho era o exagero da minha pança.
 
Que é isso, gente? Será que o bebê vai nascer semana que vem e não tem nada pronto???
 

Bom, fui ao médico e ele disse que de fato minha barriga está meio centímetro acima da média, então, povo, normalésima. Feliz e desencanada, agora volto a me preocupar apenas com a repaginada do quarto dos meninos. Ahhh, tenho que admitir que essa parte fútil da gestação é uma delícia.  

 

por Marcia P. às 17:48
GRÁVIDA PREGUIÇOSA POSTA NOVAMENTE   
12
Agosto
2008
AS COISAS COMO SÃO

Na faculdade nos encantamos pela coragem de Toscani, principalmente ao lermos sua obra A Publicidade é um Cadáver que nos Sorri. Certamente ele não é um homem de meias medidas, mas isso tem consequências, especialmente quando se trabalha com o dinheiro "dos outros", no caso dos anunciantes. Os anunciantes querem vender e nesse sistema, o questionamento passa longe dos seus objetivos.

Entretanto, dependendo do posicionamento da marca, é possível seguir por caminhos mais ousados, como é o caso do refrigerante Sprite Zero. O slogan: "As coisas como são" revela o posicionamento de tratar as coisas de forma direta e sincera, ao invés de inserir o produto no mundo e situações ideais como normalmente as campanhas publicitárias costumam fazer.

 http://br.youtube.com/watch?v=RhPDqf67tCw

Entretanto estejamos atentos às coisas como são:

1. Sprite Zero é uma marca The Coca-Cola Company, direcionado para o público jovem, bem mais aberto e também mais esperto em relação aos argumentos convencionais da propaganda.

2. Foram investidos alguns milhares de dólares em pesquisas com o público-alvo para permitir execução dessa campanha.

3. O site http://www.sprite.com.br/index.jsp tem outras ferramentas de interação com o internauta, trabalhando o conceito as coisas como são, entretanto, ele não dá nenhuma pista da composição química do refrigerante, no caso, o que mais interessa como realmente é.

Enfim, não é fácil exercer a crítica nesse campo. Vai ver que é por isso que tem tanto publicitário em crise existencial.

por Marcia P. às 12:27
DIA DO AMIGO   
20
Julho
2008
DIA DO AMIGO

Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos, nem percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.

A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis o que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme.

Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Ate mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto a minha vida depende de suas existências...

A alguns deles não procuro, basta-me saber que existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Mas porque não os procuro com assiduidade, não posso dizer-lhes o quanto gosto deles.

Muitos não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos. Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não o declare, nem os procure.

E, às vezes, se os procuro, noto que não têm noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque fazem parte do mundo que, tremulamente, fui construindo e tornaram-se alicerces do meu encanto pela vida. Se um deles morrer, ficarei torto para um lado.

Se todos morressem, desabaria!

Por isso é que, sem que eles saibam, rezo pela vida deles e me envergonho porque sei que essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem-estar. E talvez fruto do meu egoísmo...

Por vezes mergulho em pensamentos sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer...

Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca saibam que são meus amigos!

A GENTE NAO FAZ AMIGOS, RECONHECE-OS.

 

por Vinícius de Moraes às 10:11
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